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Wellington da Silva Pereira

também conhecido como: Wellington Silva Pereira, Wellington Pereira

O economista da UFPR que faz a crítica do desenvolvimento e do neoliberalismo: a economia política do comércio internacional vista da periferia, não do centro.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Evolucionária

No dia a dia

O que é, em palavras simples

O comércio internacional beneficia a todos por igual, como diz a teoria clássica das vantagens, ou reparte ganhos de modo desigual entre centro e periferia? Wellington da Silva Pereira, professor do Departamento de Economia da UFPR, é um nome brasileiro documentado nessa pergunta. A área pública dele reúne perspectivas críticas sobre o desenvolvimento socioeconômico, economia política do comércio internacional e Estado e políticas públicas: uma leitura que examina o desenvolvimento e o neoliberalismo a partir da posição dos países periféricos.

No seu bolso

Quando um país exporta commodities baratas e importa tecnologia cara, o comércio reparte ganhos de modo desigual: a economia política do comércio internacional, área da pesquisa documentada, estuda essa assimetria.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Comércio internacional

    Quem ganha e quem perde

  2. 02

    Centro e periferia

    A troca desigual

  3. 03

    Crítica do neoliberalismo

    Liberalização como escolha política

  4. 04

    Desenvolvimento

    Não há caminho único

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O registro institucional aponta uma agenda crítica articulada: as perspectivas críticas sobre o desenvolvimento socioeconômico (a recusa em tratar desenvolvimento como receita única e universal), a economia política do comércio internacional (a análise de quem ganha e quem perde nas trocas globais, para além do modelo idealizado) e o Estado e as políticas públicas, o ator que pode tanto sustentar quanto desmontar projetos de desenvolvimento.

A crítica ao neoliberalismo

Ler o comércio internacional pela economia política é perguntar como as regras globais foram desenhadas e a quem favorecem, em vez de tomá-las como leis naturais. O neoliberalismo, nesse enfoque, não é só um conjunto de medidas, é um arranjo de poder com vencedores definidos, a tese que o nosso termo de neoliberalismo discute e que a tradição da dependência e do centro e periferia ajuda a fundamentar. A crítica do desenvolvimento recusa a ideia de um único caminho e devolve a pergunta ao terreno político.

Visão técnica

A leitura da escola Evolucionária

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel as fontes públicas: a combinação declarada de perspectivas críticas sobre o desenvolvimento e economia política do comércio internacional ancora a pesquisa na tradição crítica latino-americana, herdeira do estruturalismo da CEPAL e da teoria da dependência, que lê as trocas globais não pela harmonia das vantagens comparativas, mas pela assimetria entre centro e periferia. O comércio, nessa leitura, transmite tanto valor quanto subordinação: a especialização que a teoria clássica celebra pode aprisionar economias periféricas em posições de baixo valor agregado. A crítica ao neoliberalismo completa o quadro, tratando a liberalização não como destino técnico, mas como escolha de política com efeitos distributivos concretos, internos e entre nações. É a economia do desenvolvimento lida pela lente do poder.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, área de pesquisa declarada, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. O termo registra que a crítica do desenvolvimento e do comércio internacional, na linhagem da dependência e do centro e periferia, tem agenda viva e endereço nacional.

No mercado

Acordos de livre comércio são apresentados como ganho mútuo, mas têm vencedores e perdedores definidos: a leitura crítica documentada pergunta como as regras foram desenhadas e a quem favorecem.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar o livre comércio como ganho automático para todos

A teoria das vantagens comparativas supõe harmonia, mas a economia política mostra que as trocas globais distribuem ganhos de modo desigual entre centro e periferia. Há vencedores e perdedores, dentro e entre países.

Achar que existe um único caminho de desenvolvimento

A crítica do desenvolvimento recusa a receita universal: o que funcionou no centro não se transplanta a periferia sem custo. Desenvolvimento é escolha política situada, não fórmula técnica neutra.

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Perguntas frequentes

O que pesquisa Wellington Silva Pereira? +

Perspectivas críticas sobre o desenvolvimento socioeconômico, economia política do comércio internacional e Estado e políticas públicas, conforme a área pública registrada na UFPR: uma leitura do desenvolvimento e do neoliberalismo a partir da posição dos países periféricos. É professor do Departamento de Economia da UFPR.

Como essa pesquisa se conecta ao dicionário do portal? +

Pela tradição da dependência e do centro e periferia: a economia política do comércio internacional lê as trocas globais pela assimetria, não pela harmonia das vantagens comparativas, e trata o neoliberalismo como arranjo de poder com efeitos distributivos, temas que o dicionário já cobre.

Fontes e referências

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