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Autores Nível 4 Avançado

Larissa Naves de Deus Dornelas

também conhecido como: Larissa Naves, Larissa Dornelas

A professora do Departamento de Economia da UFPR que pesquisa macroeconomia e economia monetária: a moeda em Keynes e a relação entre Banco Central e Tesouro, numa leitura pós-keynesiana, em produção brasileira.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Pós-keynesiana

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Entender a moeda (de onde ela vem, quem a cria e o que faz com a economia) é uma das chaves da macroeconomia pós-keynesiana que este dicionário percorre. Larissa Naves de Deus Dornelas, docente do Departamento de Economia (DEPECON) da UFPR, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa nas áreas declaradas de Macroeconomia, Economia Monetária e Economia Internacional, com doutorado em Economia Aplicada pela UFU.

No seu bolso

Quando o Banco Central muda os juros e isso afeta o crédito, o consumo e o emprego, está em ação a macroeconomia monetária que essa linha de pesquisa na UFPR estuda na chave de Keynes.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Keynes e a moeda

    A moeda que afeta produto e emprego

  2. 02

    Pesquisa na UFPR

    Macroeconomia e economia monetária

  3. 03

    Banco Central e Tesouro

    Como o dinheiro público é criado

  4. 04

    Demanda agregada

    A política econômica como decisão ativa

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público no DEPECON/UFPR registra as áreas de Macroeconomia, Economia Monetária e Economia Internacional. É o território da moeda e da política macroeconômica, lido na chave em que Keynes é referência: a moeda como variável que afeta o produto e o emprego, não como véu neutro.

A moeda em Keynes

A obra documentada inclui um percurso pela história das ideias sobre "a moeda em Keynes" (2021) e a análise da relação entre Banco Central e Tesouro. A publicação na Brazilian Keynesian Review e a coautoria recorrente com pesquisadores pós-keynesianos sustentam a leitura: a política monetária e a fiscal lidas como decisões que moldam a demanda agregada, conectando os termos de moeda, política monetária e a obra de John Maynard Keynes deste dicionário.

Visão técnica

A leitura da escola Pós-keynesiana

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de Macroeconomia, Economia Monetária e Economia Internacional, somada à obra documentada (a moeda em Keynes, a relação Banco Central-Tesouro, publicação na Brazilian Keynesian Review), posiciona a pesquisa na tradição pós-keynesiana, a linhagem que este portal percorre de Keynes a Kalecki, com a moeda não neutra, a demanda agregada e a política econômica ativa no centro. A marca distintiva, sustentada pelos veículos e pelas coautorias documentadas, é a leitura monetária heterodoxa da macroeconomia brasileira, o cruzamento dos nossos termos de moeda, política monetária e demanda agregada.

Registro de pesquisadora em atividade, pelo protocolo da casa: a filiação pós-keynesiana é sustentada pelos títulos, veículos e coautorias documentados, e não por rótulo autodeclarado na ficha institucional. Cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.

No mercado

O debate sobre a relação entre Banco Central e Tesouro (quem financia o quê, e com que efeito) é macroeconomia monetária aplicada: um dos objetos de pesquisa documentados dessa linha.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar a moeda como neutra

Na tradição pós-keynesiana, e na pesquisa monetária brasileira documentada, a moeda afeta produto e emprego: política monetária e fiscal são decisões que moldam a demanda agregada, não ajustes neutros.

Separar Banco Central e Tesouro como mundos estanques

A pesquisa documentada mostra que a criação de moeda e o financiamento público estão entrelaçados: entender essa relação é central para a macroeconomia, não um detalhe contábil.

Veja também

Conceitos conectados

Macroeconomia nível 3

Demanda agregada

A soma de tudo o que a economia quer comprar num período: consumo das famílias, investimento das empresas, gasto do governo e exportações líquidas.

Política monetária e fiscal nível 2

Política monetária

O conjunto de ações do Banco Central sobre os juros e a quantidade de moeda para controlar a inflação e influenciar a atividade, sem gastar do orçamento.

Pensadores nível 2

John Maynard Keynes

O economista inglês (1883-1946) que respondeu à Grande Depressão: mercados podem travar em desemprego, e cabe à política econômica sustentar a demanda. Fundou a macroeconomia.

Teoria econômica nível 1

Moeda

O que uma sociedade aceita como meio de troca, unidade de conta e reserva de valor. O papel não vale nada; a confiança de que todos o aceitarão vale tudo.

Autores nível 4

Ricardo Lobato Torres

O economista da UFPR que pesquisa política industrial e economia da inovação: a dinâmica das indústrias e o papel do Estado na trajetória da tecnologia, na tradição evolucionária.

Autores nível 4

Carolina Bagattolli

A economista da UFPR que faz a economia política da ciência e tecnologia: uma leitura crítica das políticas de inovação e do desenvolvimento na América Latina.

Autores nível 4

Wellington da Silva Pereira

O economista da UFPR que faz a crítica do desenvolvimento e do neoliberalismo: a economia política do comércio internacional vista da periferia, não do centro.

Autores nível 4

Fabiano Abranches Silva Dalto

O professor do Departamento de Economia da UFPR que pesquisa economia monetária e financeira e instituições econômicas: a leitura de Keynes e Minsky sobre moeda, crédito e instabilidade, feita em produção brasileira.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Larissa Naves Dornelas? +

Macroeconomia, economia monetária e economia internacional, com doutorado em Economia Aplicada pela UFU. É docente do DEPECON/UFPR, com obra sobre a moeda em Keynes e a relação entre Banco Central e Tesouro, em chave pós-keynesiana.

Como se sabe que a leitura é pós-keynesiana? +

Pela evidência documentada: títulos sobre a moeda em Keynes, publicação na Brazilian Keynesian Review e coautorias com pesquisadores pós-keynesianos. A régua da casa apresenta isso como filiação sustentada por veículos e obras, não como autodeclaração.

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