No dia a dia
O que é, em palavras simples
A economia evolucionária que este dicionário percorre (de Schumpeter a Nelson e Winter) trata a inovação como motor do sistema, não como detalhe. Marcos Paulo Fuck, docente do Departamento de Economia (DEPECON) da UFPR, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa nas áreas declaradas de Economia e Tecnologia, História do Pensamento Econômico e Economia Agrícola, com doutorado em Política Científica e Tecnológica pela Unicamp.
No seu bolso
-
01
Schumpeter e os evolucionários
A inovação como motor
-
02
Pesquisa na UFPR
Economia e tecnologia, economia agrícola
-
03
Política de ciência e tecnologia
Como o Estado molda a inovação
-
04
Propriedade intelectual
Quem se apropria do conhecimento técnico
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público no DEPECON/UFPR registra as áreas de Economia e Tecnologia, História do Pensamento Econômico e Economia Agrícola; o doutorado em Política Científica e Tecnológica (Unicamp) ancora a agenda. É o cruzamento que este pilar mapeia: a teoria evolucionária da mudança técnica, os sistemas de inovação e a política de ciência e tecnologia, aplicados inclusive ao setor agrícola.
Inovação, propriedade e agricultura
A obra documentada inclui o estudo da propriedade intelectual no melhoramento vegetal e das mudanças na Lei de Proteção de Cultivares. É a economia da inovação descendo ao concreto: quem se apropria do conhecimento técnico, como as instituições de patente e proteção moldam a pesquisa, e o que isso significa para a agricultura, conectando os termos de destruição criativa e a obra de Nelson e Winter e Giovanni Dosi.
Visão técnica
A leitura da escola Evolucionária
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de Economia e Tecnologia com Economia Agrícola, somada ao doutorado em Política Científica e Tecnológica (Unicamp), posiciona a pesquisa na tradição neo-schumpeteriana e evolucionária, a linhagem que liga Schumpeter à dupla Nelson e Winter, aos sistemas de inovação e à economia da mudança técnica. A marca distintiva é levar essa teoria ao terreno da política de ciência e tecnologia e da propriedade intelectual na agricultura: a inovação lida como processo institucionalmente moldado, o cruzamento dos nossos termos de destruição criativa e da obra de Nelson e Winter e Giovanni Dosi.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra que a economia da inovação não é importação pronta, é campo de pesquisa, ensino e política com endereços nacionais, inclusive no agro.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Achar que inovação é só invenção genial
Separar tecnologia de economia agrícola
Veja também
Conceitos conectados
Destruição criativa
O conceito de Joseph Schumpeter: o capitalismo se renova destruindo o que existe, quando inovações varrem produtos, empresas e empregos antigos para criar novos.
Nelson e Winter
A dupla americana que refundou Schumpeter com Darwin: firmas operam por rotinas, inovam buscando e o mercado seleciona. A bíblia evolucionária é de 1982.
Victor Pelaez
O professor titular da UFPR que pesquisa economia da tecnologia e regulação: da biotecnologia à gestão da inovação, com manual publicado e a ponte ensino-propriedade intelectual.
Felipe Orsolin Teixeira
O professor da UFPR que pesquisa crescimento, economia brasileira e complexidade econômica: o que um país sabe produzir como chave do que ele pode vir a ser.
Giovanni Dosi
O italiano (1953-) que mostrou que a inovação não cai do céu nem segue só o preço: ela anda por trajetórias, caminhos abertos por paradigmas tecnológicos que orientam para onde a pesquisa vai e de onde dificilmente sai.
João Basilio Pereima Neto
O economista da UFPR que estuda crescimento, economia evolucionária e complexidade: a macroeconomia vista como sistema dinâmico de agentes heterogêneos, não como média sem atrito.
Ricardo Lobato Torres
O economista da UFPR que pesquisa política industrial e economia da inovação: a dinâmica das indústrias e o papel do Estado na trajetória da tecnologia, na tradição evolucionária.
Walter Tadahiro Shima
O professor titular da UFPR que pesquisa economia das tecnologias de informação, política industrial e defesa da concorrência: a fronteira onde inovação, mercado e regra se encontram.
Carolina Bagattolli
A economista da UFPR que faz a economia política da ciência e tecnologia: uma leitura crítica das políticas de inovação e do desenvolvimento na América Latina.
Wellington da Silva Pereira
O economista da UFPR que faz a crítica do desenvolvimento e do neoliberalismo: a economia política do comércio internacional vista da periferia, não do centro.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Marcos Paulo Fuck? +
Economia e tecnologia, história do pensamento econômico e economia agrícola, com doutorado em Política Científica e Tecnológica pela Unicamp. É docente do DEPECON/UFPR, com obra sobre inovação, política de ciência e tecnologia e propriedade intelectual no melhoramento vegetal.
Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +
Na tradição evolucionária e neo-schumpeteriana que liga Schumpeter aos termos de destruição criativa e à obra de Nelson e Winter e Giovanni Dosi: a inovação lida como processo moldado por instituições e política, inclusive na agricultura.
Fontes e referências
- Acadêmica Marcos Paulo Fuck: perfil docente e áreas (DEPECON/UFPR) - UFPR
- Acadêmica Propriedade intelectual em melhoramento vegetal e a Lei de Proteção de Cultivares - M. P. Fuck et al. (2007)
- Acadêmica A pesquisa pública e a indústria sementeira: patente e apropriação no setor de sementes transgênicas (Revista Brasileira de Inovação) - M. P. Fuck; M. B. Bonacelli (2009)
Sua conta gratuita
Salve termos, marque trechos e acompanhe seu progresso.
Crie uma conta grátis para favoritar conceitos, guardar trechos e ganhar pontos enquanto aprende economia.
Receba o dicionário no e-mail
Um conceito de economia explicado por semana.
Confirmação por e-mail (double opt-in). Sem spam, cancele quando quiser.