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Autores Nível 4 Avançado

Marcos Paulo Fuck

também conhecido como: Marcos Fuck

O professor da UFPR que pesquisa economia e tecnologia, inovação e economia agrícola: a tradição neo-schumpeteriana da mudança técnica, da política de ciência e tecnologia à propriedade intelectual, em produção brasileira.

Redação Blog do Brasil atualizado em 15 de julho de 2026 escola Evolucionária

No dia a dia

O que é, em palavras simples

A economia evolucionária que este dicionário percorre (de Schumpeter a Nelson e Winter) trata a inovação como motor do sistema, não como detalhe. Marcos Paulo Fuck, docente do Departamento de Economia (DEPECON) da UFPR, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa nas áreas declaradas de Economia e Tecnologia, História do Pensamento Econômico e Economia Agrícola, com doutorado em Política Científica e Tecnológica pela Unicamp.

No seu bolso

Quando uma nova variedade de semente é patenteada e isso muda quem pode plantar o quê, está em jogo a economia da inovação aplicada à agricultura: um dos objetos de pesquisa documentados dessa linha na UFPR.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Schumpeter e os evolucionários

    A inovação como motor

  2. 02

    Pesquisa na UFPR

    Economia e tecnologia, economia agrícola

  3. 03

    Política de ciência e tecnologia

    Como o Estado molda a inovação

  4. 04

    Propriedade intelectual

    Quem se apropria do conhecimento técnico

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público no DEPECON/UFPR registra as áreas de Economia e Tecnologia, História do Pensamento Econômico e Economia Agrícola; o doutorado em Política Científica e Tecnológica (Unicamp) ancora a agenda. É o cruzamento que este pilar mapeia: a teoria evolucionária da mudança técnica, os sistemas de inovação e a política de ciência e tecnologia, aplicados inclusive ao setor agrícola.

Inovação, propriedade e agricultura

A obra documentada inclui o estudo da propriedade intelectual no melhoramento vegetal e das mudanças na Lei de Proteção de Cultivares. É a economia da inovação descendo ao concreto: quem se apropria do conhecimento técnico, como as instituições de patente e proteção moldam a pesquisa, e o que isso significa para a agricultura, conectando os termos de destruição criativa e a obra de Nelson e Winter e Giovanni Dosi.

Visão técnica

A leitura da escola Evolucionária

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de Economia e Tecnologia com Economia Agrícola, somada ao doutorado em Política Científica e Tecnológica (Unicamp), posiciona a pesquisa na tradição neo-schumpeteriana e evolucionária, a linhagem que liga Schumpeter à dupla Nelson e Winter, aos sistemas de inovação e à economia da mudança técnica. A marca distintiva é levar essa teoria ao terreno da política de ciência e tecnologia e da propriedade intelectual na agricultura: a inovação lida como processo institucionalmente moldado, o cruzamento dos nossos termos de destruição criativa e da obra de Nelson e Winter e Giovanni Dosi.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra que a economia da inovação não é importação pronta, é campo de pesquisa, ensino e política com endereços nacionais, inclusive no agro.

No mercado

A disputa sobre regras de proteção de cultivares mostra que a inovação não é só invenção, mas também instituição: a pesquisa documentada em economia e tecnologia trata exatamente de como as regras moldam quem inova e quem lucra.

Atenção

Mitos e erros comuns

Achar que inovação é só invenção genial

Na tradição evolucionária, e na pesquisa brasileira em economia da tecnologia, a inovação é processo: instituições, política de ciência e tecnologia, propriedade intelectual e rotinas a moldam tanto quanto a ideia inicial.

Separar tecnologia de economia agrícola

A mudança técnica no campo (sementes, proteção de cultivares, melhoramento vegetal) é economia da inovação aplicada: a pesquisa documentada cruza as duas frentes em vez de tratá-las como mundos separados.

Veja também

Conceitos conectados

Teoria econômica nível 3

Destruição criativa

O conceito de Joseph Schumpeter: o capitalismo se renova destruindo o que existe, quando inovações varrem produtos, empresas e empregos antigos para criar novos.

Pensadores nível 4

Nelson e Winter

A dupla americana que refundou Schumpeter com Darwin: firmas operam por rotinas, inovam buscando e o mercado seleciona. A bíblia evolucionária é de 1982.

Autores nível 4

Victor Pelaez

O professor titular da UFPR que pesquisa economia da tecnologia e regulação: da biotecnologia à gestão da inovação, com manual publicado e a ponte ensino-propriedade intelectual.

Autores nível 4

Felipe Orsolin Teixeira

O professor da UFPR que pesquisa crescimento, economia brasileira e complexidade econômica: o que um país sabe produzir como chave do que ele pode vir a ser.

Pensadores nível 4

Giovanni Dosi

O italiano (1953-) que mostrou que a inovação não cai do céu nem segue só o preço: ela anda por trajetórias, caminhos abertos por paradigmas tecnológicos que orientam para onde a pesquisa vai e de onde dificilmente sai.

Autores nível 4

João Basilio Pereima Neto

O economista da UFPR que estuda crescimento, economia evolucionária e complexidade: a macroeconomia vista como sistema dinâmico de agentes heterogêneos, não como média sem atrito.

Autores nível 4

Ricardo Lobato Torres

O economista da UFPR que pesquisa política industrial e economia da inovação: a dinâmica das indústrias e o papel do Estado na trajetória da tecnologia, na tradição evolucionária.

Autores nível 4

Walter Tadahiro Shima

O professor titular da UFPR que pesquisa economia das tecnologias de informação, política industrial e defesa da concorrência: a fronteira onde inovação, mercado e regra se encontram.

Autores nível 4

Carolina Bagattolli

A economista da UFPR que faz a economia política da ciência e tecnologia: uma leitura crítica das políticas de inovação e do desenvolvimento na América Latina.

Autores nível 4

Wellington da Silva Pereira

O economista da UFPR que faz a crítica do desenvolvimento e do neoliberalismo: a economia política do comércio internacional vista da periferia, não do centro.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Marcos Paulo Fuck? +

Economia e tecnologia, história do pensamento econômico e economia agrícola, com doutorado em Política Científica e Tecnológica pela Unicamp. É docente do DEPECON/UFPR, com obra sobre inovação, política de ciência e tecnologia e propriedade intelectual no melhoramento vegetal.

Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +

Na tradição evolucionária e neo-schumpeteriana que liga Schumpeter aos termos de destruição criativa e à obra de Nelson e Winter e Giovanni Dosi: a inovação lida como processo moldado por instituições e política, inclusive na agricultura.

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