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Autores Nível 4 Avançado

Ricardo Lobato Torres

também conhecido como: Ricardo Lobato Torres, Lobato Torres

O economista da UFPR que pesquisa política industrial e economia da inovação: a dinâmica das indústrias e o papel do Estado na trajetória da tecnologia, na tradição evolucionária.

Redação Blog do Brasil atualizado em 27 de julho de 2026 escola Evolucionária

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Por que algumas indústrias decolam e outras estagnam, e que papel o Estado tem nisso? A economia da inovação que este dicionário percorre (Schumpeter, Nelson e Winter, Mazzucato) tem no Brasil seus pesquisadores, e Ricardo Lobato Torres, professor do Departamento de Economia da UFPR, é um nome documentado nessa fronteira. A área pública dele reúne política industrial, economia da inovação, dinâmica industrial e economia evolucionária: o estudo de como setores nascem, mudam e competem ao longo do tempo.

No seu bolso

Cada incentivo a um setor estratégico, do agro a semicondutores, é uma aposta de política industrial: a linha de pesquisa documentada estuda quando essas apostas movem a inovação e quando apenas distribuem renda.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Schumpeter e Nelson e Winter

    A raiz evolucionária

  2. 02

    Economia da inovação

    Como a técnica entra no mercado

  3. 03

    Política industrial

    O Estado orientando setores

  4. 04

    Dinâmica industrial

    Setores nascendo e mudando

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O registro institucional aponta uma agenda articulada em torno da indústria e da técnica: a política industrial (o conjunto de decisões com que o Estado tenta orientar quais setores crescem), a economia da inovação (a análise de como o conhecimento novo entra no mercado e redesenha a concorrência), a dinâmica industrial (a evolução de setores e firmas ao longo do tempo) e a economia evolucionária, a teoria que dá a tudo isso fundamento, com rotinas, inovação e seleção no centro.

O Estado e a trajetória da técnica

A tradição evolucionária recusa a ideia de que a tecnologia surge sozinha, por mérito espontâneo do mercado. A política industrial entra aí: a trajetória de um setor depende de escolhas públicas, de financiamento e de instituições, a tese que o termo de Mariana Mazzucato leva ao limite com o Estado empreendedor. Estudar dinâmica industrial é mapear esse encontro entre a inovação das firmas e a orientação da política, o objeto da linha de pesquisa documentada.

Visão técnica

A leitura da escola Evolucionária

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel as fontes públicas: a combinação declarada de política industrial, economia da inovação, dinâmica industrial e economia evolucionária ancora a pesquisa na tradição neo-schumpeteriana aplicada, aquela que liga a destruição criativa de Schumpeter a teoria evolucionária de Nelson e Winter e ao debate contemporâneo sobre o papel do Estado na inovação, associado a Mariana Mazzucato. A dinâmica industrial é o terreno onde essas ideias viram análise concreta: como setores se transformam, por que a inovação se concentra em certas firmas, que arranjos institucionais e que políticas sustentam ou travam a mudança tecnológica. É economia da inovação com a dimensão do desenvolvimento, a pergunta de fundo da economia brasileira sobre como o país escala na cadeia da técnica.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, perfil no programa de pós-graduação, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. O termo registra que a tradição neo-schumpeteriana e o debate sobre política industrial têm endereço e agenda viva no Brasil.

No mercado

Uma indústria nacional que sobe na cadeia tecnológica raramente o faz só pelo mercado: financiamento, compras públicas e regras moldam a trajetória, o objeto da dinâmica industrial na tradição evolucionária.

Atenção

Mitos e erros comuns

Achar que inovação dispensa política

A tradição evolucionária mostra que a trajetória da técnica depende de instituições, financiamento e escolhas públicas, não de mérito espontâneo do mercado. Política industrial é parte do mecanismo, não distorção dele.

Confundir política industrial com mero protecionismo

Proteger um setor sem exigir aprendizado e ganho de produtividade vira renda fácil; a boa política industrial, no enfoque evolucionário, condiciona apoio a inovação e a dinâmica competitiva.

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Nelson e Winter

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Perguntas frequentes

O que pesquisa Ricardo Lobato Torres? +

Política industrial, economia da inovação, dinâmica industrial e economia evolucionária, conforme a área pública registrada na UFPR: como setores nascem, mudam e competem, e que papel o Estado tem na trajetória da tecnologia. É professor do Departamento de Economia da UFPR.

Como essa pesquisa se conecta ao dicionário do portal? +

Pela tradição neo-schumpeteriana: a destruição criativa de Schumpeter, o evolucionismo de Nelson e Winter e o debate de Mariana Mazzucato sobre o Estado e a inovação convergem na análise de política e dinâmica industrial, o foco da linha de pesquisa documentada.

Fontes e referências

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