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Autores Nível 4 Avançado

João Basilio Pereima Neto

também conhecido como: João Basilio Pereima, Pereima

O economista da UFPR que estuda crescimento, economia evolucionária e complexidade: a macroeconomia vista como sistema dinâmico de agentes heterogêneos, não como média sem atrito.

Redação Blog do Brasil atualizado em 16 de junho de 2026 escola Evolucionária

No dia a dia

O que é, em palavras simples

E se a economia não fosse uma máquina em equilíbrio, mas um sistema vivo, cheio de agentes diferentes que interagem e se adaptam? João Basilio Pereima Neto, professor do Departamento de Economia da UFPR, é um nome brasileiro documentado nessa abordagem. A área pública dele reúne macroeconomia, crescimento e desenvolvimento, economia evolucionária e bem-estar, sistemas dinâmicos, complexidade e economia baseada em agentes heterogêneos: a tradição que estuda a economia como processo emergente, em diálogo com a linhagem de Nelson e Winter que este dicionário percorre.

No seu bolso

Uma cidade onde milhares de pessoas decidem de modos diferentes e, do conjunto, emerge um padrão de bairros, preços e fluxos que ninguém planejou: é a lógica dos agentes heterogêneos, objeto da linha de pesquisa documentada.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Schumpeter e Nelson e Winter

    A raiz evolucionária

  2. 02

    Agentes heterogêneos

    Muitos decisores, não uma média

  3. 03

    Sistemas dinâmicos

    A economia fora do equilíbrio

  4. 04

    Crescimento e bem-estar

    O macro que emerge do micro

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O registro institucional aponta uma agenda integrada: a macroeconomia do crescimento e do desenvolvimento (como e por que economias enriquecem ao longo do tempo), a economia evolucionária (rotinas, inovação e seleção como motores da mudança) e os sistemas dinâmicos, a complexidade e a economia baseada em agentes heterogêneos, o método que simula muitos agentes distintos interagindo para ver que padrões macro emergem de baixo para cima.

Agentes heterogêneos e complexidade

A macroeconomia tradicional muitas vezes resume tudo a um agente representativo, uma média que decide pelo todo. A abordagem de complexidade rejeita o atalho: parte de agentes heterogêneos, com regras de decisão diferentes, e estuda como suas interações geram crescimento, crises e ciclos que nenhuma média prevê. É a ponte natural entre a destruição criativa de Schumpeter, o evolucionismo de Nelson e Winter e a modelagem computacional contemporânea.

Visão técnica

A leitura da escola Evolucionária

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel as fontes públicas: a combinação declarada de crescimento, economia evolucionária, sistemas dinâmicos, complexidade e agentes heterogêneos posiciona a pesquisa na fronteira entre a tradição neo-schumpeteriana e a economia da complexidade. A intuição de fundo é a mesma que organiza este pilar evolucionário: a economia é processo histórico fora do equilíbrio, em que a inovação, a destruição criativa e a heterogeneidade dos agentes produzem dinâmicas que a macroeconomia do agente representativo não captura. Os modelos baseados em agentes (a economia computacional que simula populações de firmas e famílias distintas) são o instrumento que dá a essa visão poder analítico, ligando o crescimento de longo prazo aos micro-comportamentos que o geram.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. O termo registra que a macroeconomia da complexidade, ainda pouco divulgada no Brasil, tem agenda viva e endereço nacional, no mesmo departamento que abriga a linhagem evolucionária deste dicionário.

No mercado

Uma crise que se espalha não porque o agente médio errou, mas porque firmas distintas reagiram em cadeia: a economia baseada em agentes, área pública da pesquisa, modela exatamente esse contágio que a média esconde.

Atenção

Mitos e erros comuns

Reduzir a economia ao agente representativo

Tratar milhões de decisores como uma única média esconde justamente a heterogeneidade que produz crises e ciclos. A abordagem de complexidade parte da diversidade dos agentes, não a apaga.

Achar que complexidade é jargão sem método

A economia da complexidade tem instrumento concreto, os modelos baseados em agentes, que simulam populações distintas e medem que padrões macro emergem. É método computacional, não metáfora.

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Conceitos conectados

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O aumento da produção de bens e serviços de uma economia ao longo do tempo: o que faz o bolo crescer, medido em geral pela variação do PIB.

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Perguntas frequentes

O que pesquisa João Basilio Pereima? +

Macroeconomia, crescimento e desenvolvimento, economia evolucionária e bem-estar, sistemas dinâmicos, complexidade e economia baseada em agentes heterogêneos, conforme a área pública registrada na UFPR: a economia vista como sistema dinâmico que emerge da interação de muitos agentes distintos. É professor do Departamento de Economia da UFPR.

O que é economia baseada em agentes? +

É um método que simula populações de agentes heterogêneos, com regras de decisão diferentes, para observar que padrões macroeconômicos emergem de suas interações. Liga o crescimento de longo prazo aos micro-comportamentos que o geram, na tradição evolucionária de Schumpeter e de Nelson e Winter.

Fontes e referências

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