No dia a dia
O que é, em palavras simples
Quem decide se uma tecnologia entra no mercado, e com que regras? A economia da inovação que este pilar percorre (Schumpeter, Nelson e Winter, Mazzucato) tem também seu capítulo regulatório, e Victor Pelaez, professor titular do Departamento de Economia da UFPR, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: engenheiro de alimentos pela Unicamp que virou economista da tecnologia (doutorado em Montpellier), pesquisa organização industrial, regulação de tecnologias e gestão da inovação, e coordenou o mestrado profissional em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia (PROFNIT) na UFPR.
No seu bolso
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01
Da engenharia à economia
Unicamp, política de C&T, Montpellier
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02
Tecnologia e regulação
Quem decide o que entra no mercado
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03
Gestão da inovação
O manual em português (Hucitec)
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04
Propriedade intelectual
PROFNIT: inovação como ativo e contrato
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público registra a trajetória completa da economia da tecnologia: formação técnica (engenharia de alimentos, Unicamp), política científica e tecnológica (mestrado, Unicamp) e economia (doutorado, Université de Montpellier), com as áreas declaradas de economia e tecnologia, organização industrial e regulação de tecnologias, e mais de mil e quatrocentas citações acadêmicas registradas. A obra inclui o manual Fundamentos de Economia e Gestão da Inovação (Hucitec, em coautoria), material de formação em português para o campo que Schumpeter abriu.
A fronteira regulatória
A regulação de tecnologias (o caso clássico da biotecnologia e dos transgênicos, tema de publicações do autor) é onde a economia da inovação encontra a economia política: quem avalia risco, quem captura o regulador, como a regra molda a trajetória da técnica, as perguntas dos nossos termos de instituições e escolha pública aplicadas ao laboratório e à lavoura. A ponte com a propriedade intelectual (PROFNIT) fecha o circuito: inovação como ativo, contrato e política pública.
Visão técnica
A leitura da escola Evolucionária
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de formação técnica, política de C&T e economia posiciona a pesquisa na tradição neo-schumpeteriana aplicada (a linhagem Sussex-Sant'Anna deste pilar), com a marca distintiva da dimensão regulatória: a trajetória de uma tecnologia não é só seleção de mercado, é construção institucional, da avaliação de risco à propriedade intelectual, o cruzamento exato dos termos de destruição criativa, instituições e busca de renda deste dicionário. O manual em coautoria pela Hucitec documenta a função formadora: a economia da inovação ensinada em português, infraestrutura humana do campo no Brasil.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, livro publicado), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. Com Sbicca e Ciarli, compõe o registro desta leva: a linhagem evolucionária e comportamental não é só história de fundadores, é agenda viva, com endereços, citações e manuais em produção.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Separar inovação de regulação
Achar que o campo não tem produção brasileira
Veja também
Conceitos conectados
Instituições
As regras do jogo de uma sociedade, formais (leis) e informais (costumes), que moldam incentivos e ajudam a explicar por que alguns países prosperam.
Destruição criativa
O conceito de Joseph Schumpeter: o capitalismo se renova destruindo o que existe, quando inovações varrem produtos, empresas e empregos antigos para criar novos.
Nelson e Winter
A dupla americana que refundou Schumpeter com Darwin: firmas operam por rotinas, inovam buscando e o mercado seleciona. A bíblia evolucionária é de 1982.
Felipe Orsolin Teixeira
O professor da UFPR que pesquisa crescimento, economia brasileira e complexidade econômica: o que um país sabe produzir como chave do que ele pode vir a ser.
João Basilio Pereima Neto
O economista da UFPR que estuda crescimento, economia evolucionária e complexidade: a macroeconomia vista como sistema dinâmico de agentes heterogêneos, não como média sem atrito.
Ricardo Lobato Torres
O economista da UFPR que pesquisa política industrial e economia da inovação: a dinâmica das indústrias e o papel do Estado na trajetória da tecnologia, na tradição evolucionária.
Walter Tadahiro Shima
O professor titular da UFPR que pesquisa economia das tecnologias de informação, política industrial e defesa da concorrência: a fronteira onde inovação, mercado e regra se encontram.
Carolina Bagattolli
A economista da UFPR que faz a economia política da ciência e tecnologia: uma leitura crítica das políticas de inovação e do desenvolvimento na América Latina.
Wellington da Silva Pereira
O economista da UFPR que faz a crítica do desenvolvimento e do neoliberalismo: a economia política do comércio internacional vista da periferia, não do centro.
Marcos Paulo Fuck
O professor da UFPR que pesquisa economia e tecnologia, inovação e economia agrícola: a tradição neo-schumpeteriana da mudança técnica, da política de ciência e tecnologia à propriedade intelectual, em produção brasileira.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Victor Pelaez? +
Economia da tecnologia, organização industrial e regulação de tecnologias (com a biotecnologia como caso documentado), mais a gestão da inovação e a propriedade intelectual: professor titular da UFPR, com manual publicado pela Hucitec e coordenação do PROFNIT registradas no perfil público.
Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +
No cruzamento da linhagem neo-schumpeteriana (destruição criativa, Nelson e Winter, Mazzucato) com os termos institucionais (instituições, escolha pública): a tese de que a trajetória da técnica é construção regulatória tanto quanto seleção de mercado.
Fontes e referências
- Acadêmica Victor Pelaez: perfil e citações (Google Scholar) - Google Scholar
- Acadêmica Fundamentos de Economia e Gestão da Inovação - Victor Pelaez et al. (Hucitec)
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