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Autores Nível 4 Avançado

Ronivaldo Steingraber

também conhecido como: Steingraber

O professor da UFSC que pesquisa a microeconomia do desenvolvimento por dentro: modelos neoschumpeterianos, economia institucional e racionalidade limitada como base de uma micro heterodoxa.

Redação Blog do Brasil atualizado em 16 de junho de 2026 escola Evolucionária

No dia a dia

O que é, em palavras simples

A microeconomia ortodoxa parte de um agente que otimiza com informação completa. A linhagem evolucionária que este dicionário percorre (de Schumpeter a Nelson e Winter e Dosi) parte de outro lugar: agentes que decidem com racionalidade limitada, em ambientes que mudam. Ronivaldo Steingraber, professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC, é uma âncora brasileira documentada dessa micro heterodoxa: pesquisa a microeconomia do desenvolvimento com modelos neoschumpeterianos, economia institucional e a herança de Herbert Simon no centro.

No seu bolso

Quando uma empresa não escolhe o fornecedor matematicamente ótimo, mas o suficientemente bom dentro do que conhece, ela está agindo como o agente de racionalidade limitada que esta linha de pesquisa coloca no centro da micro.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Racionalidade limitada

    O agente de Simon, não o otimizador

  2. 02

    Modelos neoschumpeterianos

    Firma como processo, não equilíbrio

  3. 03

    Economia institucional

    Regras moldam a decisão

  4. 04

    Microeconomia do desenvolvimento

    Inovação explica o crescimento

Indo mais fundo

Como funciona

A microeconomia que muda de fundamento

Trocar o agente otimizador pelo agente de racionalidade limitada não é um detalhe técnico: muda o que a microeconomia consegue explicar. A linha de pesquisa documentada (microeconomia do desenvolvimento e microeconomia heterodoxa, com modelos neoschumpeterianos, institucionais e evolucionários) reúne as três tradições que o portal mapeia: a destruição criativa de Schumpeter, as rotinas de Nelson e Winter e a racionalidade limitada de Simon. O ponto comum é tratar a firma e a decisão como processos em ambiente real, não como pontos de equilíbrio.

Inovação como objeto microeconômico

Quando a micro adota esses fundamentos, a inovação deixa de ser ruído externo e vira o centro: sistemas de inovação, aprendizado e mudança técnica passam a explicar por que firmas e regiões crescem em ritmos diferentes. É a ponte entre a microeconomia da decisão e a macroeconomia do desenvolvimento, território em que o termo de sistemas de inovação do nosso acervo encontra a pesquisa brasileira documentada.

Visão técnica

A leitura da escola Evolucionária

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de microeconomia do desenvolvimento, modelos neoschumpeterianos, economia institucional e racionalidade limitada posiciona a pesquisa no núcleo da tradição evolucionária aplicada à micro, a mesma linhagem de Nelson e Winter e Dosi que este pilar registra. A particularidade é o nível de análise: não a história das escolas, mas a reconstrução dos microfundamentos, a tese de que substituir o agente otimizador pelo agente de racionalidade limitada reorganiza a teoria da firma, da decisão e do desenvolvimento. É o cruzamento exato dos termos de destruição criativa, racionalidade limitada e economia institucional deste dicionário, levado ao plano microeconômico.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra o que raramente se diz: a microeconomia heterodoxa não é só crítica da ortodoxia, é programa de pesquisa positivo, com endereços, modelos e formação no Brasil.

No mercado

Por que regiões com firmas parecidas crescem em ritmos tão diferentes? A microeconomia do desenvolvimento documentada nesta linha responde pela via da inovação e das instituições, não só pelos preços de equilíbrio.

Atenção

Mitos e erros comuns

Achar que microeconomia é só o agente otimizador

Existe uma micro heterodoxa com fundamentos próprios: racionalidade limitada, rotinas e instituições. Ela não é uma versão imperfeita da ortodoxa, é outro ponto de partida, com produção brasileira documentada.

Separar microeconomia de desenvolvimento

A tese desta linha é o oposto: os microfundamentos da decisão e da firma explicam por que economias se desenvolvem em ritmos distintos. A inovação é objeto micro, não acidente macro.

Veja também

Conceitos conectados

Teoria econômica nível 4

Racionalidade limitada

O conceito de Herbert Simon: como mente, tempo e informação são limitados, não buscamos a decisão ótima, mas uma que seja boa o suficiente (o satisficing).

Teoria econômica nível 3

Destruição criativa

O conceito de Joseph Schumpeter: o capitalismo se renova destruindo o que existe, quando inovações varrem produtos, empresas e empregos antigos para criar novos.

Pensadores nível 4

Nelson e Winter

A dupla americana que refundou Schumpeter com Darwin: firmas operam por rotinas, inovam buscando e o mercado seleciona. A bíblia evolucionária é de 1982.

Autores nível 4

Jaylson Jair da Silveira

O professor da UFSC que modela a economia como população de agentes que aprendem: jogos evolucionários, macrodinâmica de ciclos e crescimento e simulação computacional.

Autores nível 4

Dominik Hartmann

O professor da UFSC que mede o que uma economia sabe fazer: complexidade econômica e como inovação, mudança estrutural e desigualdade se entrelaçam no desenvolvimento.

Autores nível 4

Pablo Felipe Bittencourt

O professor da UFSC que estuda como a inovação se organiza em rede: sistemas nacionais de inovação, arranjos produtivos locais e a relação universidade-empresa.

Autores nível 4

Silvio Antônio Ferraz Cário

O professor do PPGEco da UFSC que pesquisa economia da inovação, reestruturação produtiva e aglomerações produtivas: o paradigma microdinâmico neo-schumpeteriano em produção brasileira.

Autores nível 4

Gilson Geraldino da Silva Júnior

O professor da UFSC que pesquisa economia da inovação, estrutura de mercado e produtividade: como a concorrência e a tecnologia afetam salários e firmas, em produção empírica.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Ronivaldo Steingraber? +

A microeconomia do desenvolvimento e a microeconomia heterodoxa, com modelos neoschumpeterianos, economia institucional e evolucionários, e a racionalidade limitada como fundamento. É professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC, segundo o perfil público.

Por que um pesquisador em atividade entra no pilar de autores? +

Porque o pilar registra também a economia em construção, com a régua da casa: obra pública documentada, fontes verificadas e nada além delas. Os termos de pesquisadores em atividade são sóbrios por desenho e crescem conforme a obra.

Fontes e referências

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