No dia a dia
O que é, em palavras simples
A economia evolucionária que este dicionário percorre (de Schumpeter a Nelson e Winter) olha para a inovação, as rotinas das empresas e os arranjos produtivos como o que de fato move o sistema. Silvio Antônio Ferraz Cário, professor do Programa de Pós-Graduação em Economia (PPGEco) da UFSC, é um nome brasileiro documentado nessa tradição: pesquisa economia da inovação, reestruturação produtiva e aglomerações produtivas localizadas.
No seu bolso
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01
Schumpeter e os evolucionários
A inovação como motor
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02
Pesquisa na UFSC
Economia da inovação e arranjos produtivos
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03
Microdinâmica da firma
Rotinas, competências e busca
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04
Inovação no território
Aglomerações produtivas localizadas
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil no PPGEco/UFSC registra como áreas de interesse a economia da inovação, a reestruturação produtiva e as aglomerações produtivas localizadas (os arranjos produtivos locais). É o cruzamento que este pilar mapeia: a inovação como processo coletivo, ancorado em territórios e em redes de empresas, não como invenção isolada.
O paradigma neo-schumpeteriano
Cário é autor de trabalho sobre a contribuição do paradigma microdinâmico neo-schumpeteriano à teoria econômica, a abordagem que olha para dentro da firma e da indústria (as rotinas, as competências, a busca por inovação) na linhagem de Schumpeter, Nelson e Winter e Dosi. Os arranjos produtivos localizados conectam essa teoria ao território, dialogando com os termos de destruição criativa e economia da aglomeração deste dicionário.
Visão técnica
A leitura da escola Evolucionária
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia da inovação, reestruturação produtiva e aglomerações produtivas localizadas, somada à obra sobre o paradigma microdinâmico neo-schumpeteriano, posiciona a pesquisa na tradição evolucionária, a linhagem que este portal percorre de Schumpeter à dupla Nelson e Winter e a Giovanni Dosi, com a inovação, as rotinas e as competências da firma no centro. A marca distintiva é ancorar essa microdinâmica no território, via os arranjos produtivos localizados: a inovação lida como fenômeno coletivo e geográfico, o cruzamento dos nossos termos de destruição criativa, da obra de Nelson e Winter e da economia da aglomeração.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra que a economia da inovação, na chave neo-schumpeteriana, tem produção, ensino e endereços nacionais consolidados.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Achar que inovação é só laboratório
Ignorar o território da inovação
Veja também
Conceitos conectados
Destruição criativa
O conceito de Joseph Schumpeter: o capitalismo se renova destruindo o que existe, quando inovações varrem produtos, empresas e empregos antigos para criar novos.
Nelson e Winter
A dupla americana que refundou Schumpeter com Darwin: firmas operam por rotinas, inovam buscando e o mercado seleciona. A bíblia evolucionária é de 1982.
Giovanni Dosi
O italiano (1953-) que mostrou que a inovação não cai do céu nem segue só o preço: ela anda por trajetórias, caminhos abertos por paradigmas tecnológicos que orientam para onde a pesquisa vai e de onde dificilmente sai.
Ronivaldo Steingraber
O professor da UFSC que pesquisa a microeconomia do desenvolvimento por dentro: modelos neoschumpeterianos, economia institucional e racionalidade limitada como base de uma micro heterodoxa.
Jaylson Jair da Silveira
O professor da UFSC que modela a economia como população de agentes que aprendem: jogos evolucionários, macrodinâmica de ciclos e crescimento e simulação computacional.
Dominik Hartmann
O professor da UFSC que mede o que uma economia sabe fazer: complexidade econômica e como inovação, mudança estrutural e desigualdade se entrelaçam no desenvolvimento.
Pablo Felipe Bittencourt
O professor da UFSC que estuda como a inovação se organiza em rede: sistemas nacionais de inovação, arranjos produtivos locais e a relação universidade-empresa.
Economia da aglomeração
Os ganhos de produtividade que surgem quando pessoas e empresas se concentram num mesmo lugar: mais mão de obra, mais fornecedores e, sobretudo, ideias que circulam, segundo Marshall, "no ar".
Hoyêdo Nunes Lins
O professor da UFSC que pesquisa desenvolvimento regional e urbano, clusters e cadeias globais de valor: a economia política do espaço e dos sistemas-mundo em produção brasileira.
Gilson Geraldino da Silva Júnior
O professor da UFSC que pesquisa economia da inovação, estrutura de mercado e produtividade: como a concorrência e a tecnologia afetam salários e firmas, em produção empírica.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Silvio Cário? +
Economia da inovação, reestruturação produtiva e aglomerações produtivas localizadas (arranjos produtivos locais), na chave do paradigma microdinâmico neo-schumpeteriano. É professor do Programa de Pós-Graduação em Economia (PPGEco) da UFSC.
Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +
Na tradição evolucionária que liga Schumpeter à obra de Nelson e Winter e Giovanni Dosi, e na economia da aglomeração: a inovação lida como processo coletivo ancorado no território.
Fontes e referências
- Acadêmica Silvio Cário: professor do PPGEco e áreas de interesse (UFSC) - UFSC
- Acadêmica Contribuição do paradigma microdinâmico neo-schumpeteriano à teoria econômica - S. A. F. Cário (1995)
- Acadêmica Desenvolvimento e desequilíbrio industrial no Rio Grande do Sul: análise secular evolucionária (com M. Arend, Economia e Sociedade) - S. A. F. Cário; M. Arend (2010)
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