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Autores Nível 4 Avançado

Silvio Antônio Ferraz Cário

também conhecido como: Silvio Cário, Cário

O professor do PPGEco da UFSC que pesquisa economia da inovação, reestruturação produtiva e aglomerações produtivas: o paradigma microdinâmico neo-schumpeteriano em produção brasileira.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Evolucionária

No dia a dia

O que é, em palavras simples

A economia evolucionária que este dicionário percorre (de Schumpeter a Nelson e Winter) olha para a inovação, as rotinas das empresas e os arranjos produtivos como o que de fato move o sistema. Silvio Antônio Ferraz Cário, professor do Programa de Pós-Graduação em Economia (PPGEco) da UFSC, é um nome brasileiro documentado nessa tradição: pesquisa economia da inovação, reestruturação produtiva e aglomerações produtivas localizadas.

No seu bolso

Por que empresas de um mesmo setor se juntam num polo regional e inovam mais por estarem perto umas das outras é a questão dos arranjos produtivos localizados: tema de pesquisa documentado dessa linha na UFSC.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Schumpeter e os evolucionários

    A inovação como motor

  2. 02

    Pesquisa na UFSC

    Economia da inovação e arranjos produtivos

  3. 03

    Microdinâmica da firma

    Rotinas, competências e busca

  4. 04

    Inovação no território

    Aglomerações produtivas localizadas

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil no PPGEco/UFSC registra como áreas de interesse a economia da inovação, a reestruturação produtiva e as aglomerações produtivas localizadas (os arranjos produtivos locais). É o cruzamento que este pilar mapeia: a inovação como processo coletivo, ancorado em territórios e em redes de empresas, não como invenção isolada.

O paradigma neo-schumpeteriano

Cário é autor de trabalho sobre a contribuição do paradigma microdinâmico neo-schumpeteriano à teoria econômica, a abordagem que olha para dentro da firma e da indústria (as rotinas, as competências, a busca por inovação) na linhagem de Schumpeter, Nelson e Winter e Dosi. Os arranjos produtivos localizados conectam essa teoria ao território, dialogando com os termos de destruição criativa e economia da aglomeração deste dicionário.

Visão técnica

A leitura da escola Evolucionária

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia da inovação, reestruturação produtiva e aglomerações produtivas localizadas, somada à obra sobre o paradigma microdinâmico neo-schumpeteriano, posiciona a pesquisa na tradição evolucionária, a linhagem que este portal percorre de Schumpeter à dupla Nelson e Winter e a Giovanni Dosi, com a inovação, as rotinas e as competências da firma no centro. A marca distintiva é ancorar essa microdinâmica no território, via os arranjos produtivos localizados: a inovação lida como fenômeno coletivo e geográfico, o cruzamento dos nossos termos de destruição criativa, da obra de Nelson e Winter e da economia da aglomeração.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra que a economia da inovação, na chave neo-schumpeteriana, tem produção, ensino e endereços nacionais consolidados.

No mercado

Quando uma região se especializa e suas empresas trocam conhecimento e fornecedores, ganhando competitividade, está em ação a economia da aglomeração na chave neo-schumpeteriana, objeto de pesquisa documentado dessa linha.

Atenção

Mitos e erros comuns

Achar que inovação é só laboratório

Na tradição neo-schumpeteriana, e na pesquisa brasileira documentada, a inovação é processo coletivo: rotinas de firma, redes entre empresas e arranjos produtivos no território contam tanto quanto a invenção em si.

Ignorar o território da inovação

Os arranjos produtivos localizados mostram que inovação tem geografia: empresas próximas trocam conhecimento e fornecedores. A pesquisa documentada cruza a microdinâmica da firma com o espaço.

Veja também

Conceitos conectados

Teoria econômica nível 3

Destruição criativa

O conceito de Joseph Schumpeter: o capitalismo se renova destruindo o que existe, quando inovações varrem produtos, empresas e empregos antigos para criar novos.

Pensadores nível 4

Nelson e Winter

A dupla americana que refundou Schumpeter com Darwin: firmas operam por rotinas, inovam buscando e o mercado seleciona. A bíblia evolucionária é de 1982.

Pensadores nível 4

Giovanni Dosi

O italiano (1953-) que mostrou que a inovação não cai do céu nem segue só o preço: ela anda por trajetórias, caminhos abertos por paradigmas tecnológicos que orientam para onde a pesquisa vai e de onde dificilmente sai.

Autores nível 4

Ronivaldo Steingraber

O professor da UFSC que pesquisa a microeconomia do desenvolvimento por dentro: modelos neoschumpeterianos, economia institucional e racionalidade limitada como base de uma micro heterodoxa.

Autores nível 4

Jaylson Jair da Silveira

O professor da UFSC que modela a economia como população de agentes que aprendem: jogos evolucionários, macrodinâmica de ciclos e crescimento e simulação computacional.

Autores nível 4

Dominik Hartmann

O professor da UFSC que mede o que uma economia sabe fazer: complexidade econômica e como inovação, mudança estrutural e desigualdade se entrelaçam no desenvolvimento.

Autores nível 4

Pablo Felipe Bittencourt

O professor da UFSC que estuda como a inovação se organiza em rede: sistemas nacionais de inovação, arranjos produtivos locais e a relação universidade-empresa.

Teoria econômica nível 3

Economia da aglomeração

Os ganhos de produtividade que surgem quando pessoas e empresas se concentram num mesmo lugar: mais mão de obra, mais fornecedores e, sobretudo, ideias que circulam, segundo Marshall, "no ar".

Autores nível 4

Hoyêdo Nunes Lins

O professor da UFSC que pesquisa desenvolvimento regional e urbano, clusters e cadeias globais de valor: a economia política do espaço e dos sistemas-mundo em produção brasileira.

Autores nível 4

Gilson Geraldino da Silva Júnior

O professor da UFSC que pesquisa economia da inovação, estrutura de mercado e produtividade: como a concorrência e a tecnologia afetam salários e firmas, em produção empírica.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Silvio Cário? +

Economia da inovação, reestruturação produtiva e aglomerações produtivas localizadas (arranjos produtivos locais), na chave do paradigma microdinâmico neo-schumpeteriano. É professor do Programa de Pós-Graduação em Economia (PPGEco) da UFSC.

Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +

Na tradição evolucionária que liga Schumpeter à obra de Nelson e Winter e Giovanni Dosi, e na economia da aglomeração: a inovação lida como processo coletivo ancorado no território.

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