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Autores Nível 4 Avançado

Pablo Felipe Bittencourt

também conhecido como: Pablo Bittencourt, Bittencourt

O professor da UFSC que estuda como a inovação se organiza em rede: sistemas nacionais de inovação, arranjos produtivos locais e a relação universidade-empresa.

Redação Blog do Brasil atualizado em 16 de junho de 2026 escola Evolucionária

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Inovação não brota de um gênio isolado: nasce de redes que ligam empresas, universidades, governo e fornecedores. Essa é a tese dos sistemas de inovação, herança da tradição neoschumpeteriana de Christopher Freeman e parente da economia empreendedora de Mariana Mazzucato, que este dicionário percorre. Pablo Felipe Bittencourt, professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC, é uma âncora brasileira documentada desse campo: pesquisa economia da inovação, economia industrial, sistemas nacionais de inovação, arranjos produtivos locais, a relação universidade-empresa e a política de inovação, e coordena o núcleo NEIITEC.

No seu bolso

Um polo de software ou de calçados onde muitas empresas vizinhas trocam mão de obra, fornecedores e ideias é um arranjo produtivo local: a inovação ali é coletiva, e é esse tipo de rede que esta linha de pesquisa investiga.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Inovação em rede

    Não o gênio isolado

  2. 02

    Sistema de inovação

    Empresas, universidade, Estado

  3. 03

    Arranjos locais

    Aprender juntos no território

  4. 04

    Universidade-empresa

    Conhecimento que vira produção

Indo mais fundo

Como funciona

Inovação como sistema

O conceito de sistema nacional de inovação, central na obra de Christopher Freeman, diz que a capacidade de inovar de um país depende menos de cada empresa isolada e mais das conexões entre elas, as universidades, os institutos de pesquisa e as políticas públicas. A linha de pesquisa documentada trabalha essa moldura no nível nacional e também no local, pelos arranjos produtivos locais: concentrações de empresas de um mesmo setor que aprendem e inovam juntas, território onde a economia industrial encontra a geografia.

A ponte universidade-empresa

Um elo decisivo desses sistemas é a relação universidade-empresa: como o conhecimento gerado na pesquisa acadêmica chega à produção, e como a empresa devolve problemas que orientam a ciência. A agenda documentada estuda essa conexão e a política de inovação que a sustenta, dialogando com os termos de destruição criativa e da economia empreendedora de Mazzucato, em que o Estado e as instituições de pesquisa não são figurantes, mas protagonistas da mudança técnica.

Visão técnica

A leitura da escola Evolucionária

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia da inovação, economia industrial, sistemas nacionais de inovação, arranjos produtivos locais, relação universidade-empresa e política de inovação posiciona a pesquisa no centro da tradição neoschumpeteriana dos sistemas de inovação, a linhagem de Christopher Freeman que este pilar registra. A marca distintiva é o foco no nível sistêmico e na política: a inovação como fenômeno de rede e de instituições, não de firma isolada, e a relação universidade-empresa como engrenagem concreta da mudança técnica. É o cruzamento exato dos termos de destruição criativa, Christopher Freeman e Mariana Mazzucato deste dicionário, com a coordenação do NEIITEC como infraestrutura de pesquisa documentada.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra a economia da inovação feita no Brasil no nível sistêmico: o estudo das redes, arranjos locais e políticas que decidem se um país aprende a inovar ou apenas importa tecnologia pronta.

No mercado

Por que alguns países transformam pesquisa acadêmica em indústria e outros não? A resposta, na economia dos sistemas de inovação desta linha, está na qualidade das conexões entre universidade, empresa e política pública.

Atenção

Mitos e erros comuns

Achar que inovação é mérito de uma empresa só

A economia dos sistemas de inovação mostra que a capacidade de inovar é de rede: depende das conexões entre empresas, universidades e Estado. Tratar a firma isolada como única fonte de inovação ignora a engrenagem que a sustenta.

Ver universidade e empresa como mundos separados

A relação universidade-empresa é um elo decisivo do sistema de inovação: conhecimento acadêmico que vira produção, e problemas produtivos que orientam a pesquisa. Sem essa ponte, o país pesquisa de um lado e importa tecnologia do outro.

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Conceitos conectados

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O conceito de Joseph Schumpeter: o capitalismo se renova destruindo o que existe, quando inovações varrem produtos, empresas e empregos antigos para criar novos.

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Perguntas frequentes

O que pesquisa Pablo Felipe Bittencourt? +

Economia da inovação, economia industrial, sistemas nacionais de inovação, arranjos produtivos locais, a relação universidade-empresa e a política de inovação. É professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC e coordena o NEIITEC, segundo o perfil público.

O que é um sistema nacional de inovação? +

É a rede de empresas, universidades, institutos de pesquisa e políticas públicas cuja interação determina a capacidade de um país inovar. O conceito, central na obra de Christopher Freeman, desloca o foco da empresa isolada para as conexões entre os atores.

Fontes e referências

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