No dia a dia
O que é, em palavras simples
Como a estrutura de um mercado (quão concentrado, quão inovador) afeta salários, emprego e produtividade é uma pergunta central da economia industrial. Gilson Geraldino da Silva Júnior, professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais (CNM) da UFSC, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa economia da inovação, estrutura de mercado e produtividade, com doutorado em Economia pela UFRGS.
No seu bolso
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01
Estrutura de mercado
Quão concentrado e inovador
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02
Pesquisa na UFSC
Economia da inovação
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03
Firmas e salários
O efeito sobre o trabalho
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04
Produtividade
Inovação que se mede
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
A obra documentada cobre a economia da inovação e suas relações com a estrutura de mercado, a produtividade, o mercado de trabalho e o comércio internacional. Gilson lidera o grupo de pesquisa "Inovação, Economia e Sociedade" na UFSC, com trabalho empírico sobre firmas e setores brasileiros.
Inovação, mercado e salários
A marca do trabalho é medir como a estrutura de mercado afeta os salários nas firmas industriais brasileiras e como inovação e produtividade se distribuem. É o cruzamento dos termos de produtividade, mercado de trabalho e a obra de Joseph Schumpeter deste dicionário, na chave da economia da inovação aplicada.
Visão técnica
A leitura da escola Evolucionária
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia da inovação, estrutura de mercado e produtividade posiciona a pesquisa no campo da economia industrial e da inovação, o terreno que este portal toca em produtividade, mercado de trabalho e na obra de Joseph Schumpeter. A marca distintiva, segundo a obra documentada (os efeitos da estrutura de mercado sobre os salários nas firmas industriais brasileiras, a distribuição do emprego formal), é o estudo empírico de como concorrência e inovação moldam firmas, salários e produtividade.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: a ênfase em economia da inovação sugere afinidade evolucionária e neoschumpeteriana, mas nenhuma escola é declarada nas fontes, e por isso a corrente teórica fica não atribuída. Cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Separar inovação de estrutura de mercado
Opinar sobre concorrência sem medir
Veja também
Conceitos conectados
Produtividade
Quanto se produz com os recursos disponíveis: o motor silencioso que, no longo prazo, decide se um país enriquece ou estagna.
Destruição criativa
O conceito de Joseph Schumpeter: o capitalismo se renova destruindo o que existe, quando inovações varrem produtos, empresas e empregos antigos para criar novos.
Joseph Schumpeter
O austríaco (1883-1950) que pôs o empreendedor e a inovação no centro do capitalismo: o sistema avança destruindo o velho, e o monopólio de hoje é a inovação de ontem.
Nelson e Winter
A dupla americana que refundou Schumpeter com Darwin: firmas operam por rotinas, inovam buscando e o mercado seleciona. A bíblia evolucionária é de 1982.
Ronivaldo Steingraber
O professor da UFSC que pesquisa a microeconomia do desenvolvimento por dentro: modelos neoschumpeterianos, economia institucional e racionalidade limitada como base de uma micro heterodoxa.
Jaylson Jair da Silveira
O professor da UFSC que modela a economia como população de agentes que aprendem: jogos evolucionários, macrodinâmica de ciclos e crescimento e simulação computacional.
Dominik Hartmann
O professor da UFSC que mede o que uma economia sabe fazer: complexidade econômica e como inovação, mudança estrutural e desigualdade se entrelaçam no desenvolvimento.
Pablo Felipe Bittencourt
O professor da UFSC que estuda como a inovação se organiza em rede: sistemas nacionais de inovação, arranjos produtivos locais e a relação universidade-empresa.
Mercado de trabalho
O encontro entre quem oferece trabalho (os trabalhadores) e quem o demanda (as empresas), onde se formam o salário e o nível de emprego, e onde a economia mais toca a vida das pessoas.
Silvio Antônio Ferraz Cário
O professor do PPGEco da UFSC que pesquisa economia da inovação, reestruturação produtiva e aglomerações produtivas: o paradigma microdinâmico neo-schumpeteriano em produção brasileira.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Gilson Geraldino? +
Economia da inovação, estrutura de mercado, produtividade e suas relações com o mercado de trabalho, com trabalho empírico sobre firmas brasileiras. É professor do CNM/UFSC, doutor pela UFRGS, e lidera o grupo "Inovação, Economia e Sociedade".
Por que entra com escola não atribuída? +
Porque, embora a economia da inovação tenha afinidade com a tradição evolucionária e neoschumpeteriana, nenhuma escola é declarada nas fontes. A régua da casa conecta por tema (produtividade, mercado de trabalho, Schumpeter) sem rotular o autor.
Fontes e referências
- Acadêmica Gilson Geraldino da Silva Júnior: corpo docente (CNM/UFSC) - UFSC
- Acadêmica Market structure effects on wages in the Brazilian industrial firms (Estudos Econômicos) - G. G. Silva Júnior (2011)
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