No dia a dia
O que é, em palavras simples
Qual o papel do Estado no desenvolvimento de um país: atrapalhar ou conduzir? A tradição estruturalista e desenvolvimentista deste dicionário (Furtado, CEPAL) atribui ao Estado um papel central, e Ronaldo Herrlein Júnior, professor da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS (doutorado pela UNICAMP), é um nome brasileiro documentado nessa agenda: suas áreas registradas são Economia Política, Estado e desenvolvimento e História econômica, juntando teoria, instituições e a trajetória concreta das economias.
No seu bolso
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01
A CEPAL e Furtado
O Estado no desenvolvimento
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02
Economia política
Estado, instituições e poder
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03
História econômica
O Estado em casos concretos
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04
Pesquisa na UFRGS
A agenda em chave brasileira
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público registra três frentes articuladas: Economia Política, Estado e desenvolvimento e História econômica, com doutorado pela UNICAMP, um dos principais centros da tradição desenvolvimentista e estruturalista no Brasil. O eixo é a relação entre Estado e desenvolvimento lida historicamente: não em abstrato, mas a partir de como, em cada época, o Estado moldou (ou deixou de moldar) a trajetória econômica de um país ou de uma região.
Estado e desenvolvimento na história
A economia política do desenvolvimento, na tradição estruturalista, recusa a ideia de que o desenvolvimento brota espontaneamente do mercado: ele depende de um Estado capaz de coordenar investimento, indústria e instituições. Estudar isso pela história econômica é verificar, em casos concretos, quando e como o Estado fez diferença. É o encontro dos termos de desenvolvimento econômico e estruturalismo deste dicionário com a herança de Furtado, lido a partir da experiência histórica.
Visão técnica
A leitura da escola Estruturalista
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação declarada de economia política, Estado e desenvolvimento e história econômica, com a formação doutoral pela UNICAMP, filia a pesquisa à tradição estruturalista e desenvolvimentista brasileira, em que o Estado é ator central da transformação econômica. A ancoragem na história econômica dá à agenda um caráter empírico e comparativo: o papel do Estado examinado em trajetórias concretas, e não como princípio abstrato. É o cruzamento dos termos de desenvolvimento econômico e estruturalismo deste dicionário com a herança de Celso Furtado e da CEPAL, lido pela lente histórica. O vínculo com a FCE/UFRGS documenta a função formadora dessa agenda no Brasil.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, formação, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra a economia política do desenvolvimento, lida pela história econômica, em produção brasileira.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Achar que o desenvolvimento brota só do mercado
Discutir o Estado em abstrato
Veja também
Conceitos conectados
Desenvolvimento econômico
A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.
Estruturalismo
A corrente latino-americana de Prebisch e Celso Furtado: o subdesenvolvimento não é atraso a ser vencido pelo tempo, mas uma condição estrutural ligada à posição na economia mundial.
Centro-periferia
O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.
Celso Furtado
O paraibano (1920-2004) que explicou o Brasil pela economia: o subdesenvolvimento não é atraso na fila, é uma formação histórica própria. Fundador da SUDENE, expoente da CEPAL.
Octávio Augusto Camargo Conceição
O professor da UFRGS que faz a ponte entre o institucionalismo e a economia evolucionária: as instituições como fundamento da mudança econômica, em produção brasileira.
Ana Lúcia Tatsch
A professora da UFRGS que pesquisa economia industrial e da tecnologia: inovação, sistemas inovativos e arranjos produtivos locais, a herança de Schumpeter aplicada ao território.
Henrique Morrone
O professor da UFRGS que pesquisa crescimento pós-keynesiano e macroeconomia estruturalista: a demanda como motor, lida com insumo-produto e redes.
Pedro Cezar Dutra Fonseca
O professor titular da UFRGS e referência em desenvolvimentismo brasileiro: a economia do Brasil e as interpretações do país, na tradição estruturalista da CEPAL.
Ricardo Dathein
O professor do PPGE da UFRGS que pesquisa economia do desenvolvimento e desenvolvimentismo: a tradição estruturalista e da inovação aplicada ao desenvolvimento brasileiro, organizada em obra de referência.
Andrés Ernesto Ferrari Haines
O professor da UFRGS que pesquisa desenvolvimento, a economia argentina e a geopolítica internacional: história do pensamento e relações econômicas globais, em produção documentada.
Samuel Costa Peres
O professor da UFRGS que pesquisa crescimento, integração financeira internacional e (sub)desenvolvimento: Furtado e a dependência relidos com dados, em produção documentada.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Ronaldo Herrlein Júnior? +
Economia Política, Estado e desenvolvimento e História econômica, com doutorado pela UNICAMP. A agenda examina o papel do Estado no desenvolvimento a partir da história econômica, na tradição estruturalista e desenvolvimentista brasileira.
Por que estudar Estado e desenvolvimento pela história? +
Porque a história econômica permite verificar, em casos concretos, quando e como o Estado fez diferença na trajetória de um país. Isso ancora a tese estruturalista em evidência, em vez de discutir o papel do Estado apenas em abstrato.
Fontes e referências
- Acadêmica Ronaldo Herrlein Júnior: perfil institucional (FCE/UFRGS) - UFRGS
- Acadêmica Docentes da Faculdade de Ciências Econômicas - UFRGS
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