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Autores Nível 4 Avançado

Rita Inês Paetzhold Pauli

também conhecido como: Rita Pauli

A professora da UFSM que pesquisa desenvolvimento sustentável, desigualdade e segurança alimentar: a tradição da economia ecológica em produção brasileira, da agricultura familiar à economia solidária.

Redação Blog do Brasil atualizado em 16 de junho de 2026 escola Ecológica

No dia a dia

O que é, em palavras simples

A economia ecológica que este dicionário percorre (de Georgescu-Roegen a Herman Daly) parte de uma ideia simples e dura: a economia está dentro da natureza, não acima dela. Rita Inês Paetzhold Pauli, docente do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa na linha Economia Social, Desigualdade e Desenvolvimento Sustentável, com o desenvolvimento e a sustentabilidade, a economia agrária, a segurança alimentar, a agricultura familiar e a economia solidária como objetos, e doutorado pela UNICAMP.

No seu bolso

A comida no prato depende de quem planta, de como se usa a terra e de quanto disso é sustentável: a agricultura familiar e a segurança alimentar, objetos de pesquisa documentados dessa linha, tratam exatamente desse circuito.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Georgescu-Roegen e Daly

    A economia dentro dos limites do planeta

  2. 02

    Pesquisa na UFSM

    Economia social, desigualdade e sustentabilidade

  3. 03

    Agricultura e alimento

    Agricultura familiar e segurança alimentar

  4. 04

    Desenvolvimento justo

    O teto ecológico como questão distributiva

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público registra um conjunto articulado de áreas: desenvolvimento e sustentabilidade, economia agrária, segurança alimentar, agricultura familiar e economia solidária, reunidas na linha Economia Social, Desigualdade e Desenvolvimento Sustentável. É o ponto em que a economia ecológica encontra a questão social: não basta crescer dentro dos limites do planeta, é preciso perguntar quem come, quem produz e quem fica para trás.

O encontro de duas tradições

A combinação documentada cruza duas linhagens que este portal trata: a economia ecológica (Georgescu-Roegen, Herman Daly), que põe os limites biofísicos no centro, e o desenvolvimento na chave de Furtado e do estruturalismo, que põe a desigualdade no centro. A agricultura familiar e a segurança alimentar são exatamente onde as duas se tocam: produzir comida, manter o campo vivo e respeitar os limites ecológicos como um só problema de desenvolvimento.

Visão técnica

A leitura da escola Ecológica

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de desenvolvimento sustentável, economia agrária, segurança alimentar e agricultura familiar posiciona a pesquisa no encontro de duas tradições deste pilar, a economia ecológica que liga Georgescu-Roegen a Herman Daly, com os limites biofísicos no centro, e o desenvolvimento na linhagem de Furtado e do estruturalismo, com a desigualdade no centro. A marca distintiva, segundo a linha declarada Economia Social, Desigualdade e Desenvolvimento Sustentável, é justamente costurar as duas: o desenvolvimento sustentável lido não só como teto ecológico, mas como questão distributiva, o cruzamento dos nossos termos de economia ecológica, desenvolvimento econômico e desigualdade. A economia solidária e a agricultura familiar concretizam essa leitura, e a docência na UFSM, com doutorado pela UNICAMP, compõe a função formadora do campo no Brasil.

Registro de pesquisadora em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra o que o leitor brasileiro raramente vê dito: a economia ecológica não é importação pronta nem agenda só ambiental, é campo em construção também aqui, costurado à questão social e ao desenvolvimento, com nomes, linhas de pesquisa e salas de aula nacionais.

No mercado

A tese de que crescer dentro dos limites do planeta também precisa ser justo une a economia ecológica ao debate sobre desigualdade: a linha Economia Social, Desigualdade e Desenvolvimento Sustentável da UFSM é um dos endereços nacionais dessa costura.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar sustentabilidade como só questão ambiental

A economia ecológica séria, incluída a brasileira, costura limites biofísicos com desigualdade e desenvolvimento: quem produz, quem come e quem fica para trás fazem parte do mesmo problema. A linha documentada une as duas frentes.

Achar que o campo não tem produção brasileira

Linhas de pesquisa documentadas em desenvolvimento sustentável, economia agrária, segurança alimentar e agricultura familiar mostram o contrário: a economia ecológica e do desenvolvimento tem endereços nacionais em atividade.

Veja também

Conceitos conectados

Teoria econômica nível 3

Desenvolvimento econômico

A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.

Indicadores econômicos nível 2

Desigualdade

A distribuição desigual de renda ou riqueza numa sociedade, medida por índices como o de Gini: um número entre a igualdade total e a concentração absoluta.

Teoria econômica nível 4

Economia ecológica

A corrente que trata a economia como subsistema da biosfera: matéria e energia são finitas, e crescer para sempre num planeta limitado é a questão, não a resposta.

Autores nível 4

Ednalva Felix das Neves

A professora da UFSM que pesquisa economia popular, social e solidária: a tradição da economia substantiva de Polanyi e a política social em produção brasileira, da tecnologia social à inovação social.

Autores nível 4

Kalinca Léia Becker

A professora da UFSM que faz economia social e econometria aplicada à avaliação de políticas públicas: educação, criminalidade e o efeito das interações sociais sobre o consumo, medidos com dados, em produção brasileira.

Autores nível 4

Sibele Vasconcelos de Oliveira

A professora da UFSM que pesquisa economia social, agronegócio e sistemas agroalimentares: o desenvolvimento rural, a agricultura familiar e a pobreza lidos como economia, em produção brasileira.

Autores nível 4

Valny Giacomelli Sobrinho

O professor da UFSM que pesquisa economia ecológica e ambiental, energia e mercados de carbono: a regulação das emissões e a economia verde, em produção documentada.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Rita Paetzhold Pauli? +

Desenvolvimento e sustentabilidade, economia agrária, segurança alimentar, agricultura familiar e economia solidária, na linha Economia Social, Desigualdade e Desenvolvimento Sustentável: é docente do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM, com doutorado pela UNICAMP registrado no perfil público.

Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +

No encontro entre a economia ecológica (Georgescu-Roegen, Herman Daly) e o desenvolvimento na linhagem de Furtado: a tese de que crescer dentro dos limites do planeta precisa também ser justo, o cruzamento dos termos de economia ecológica, desenvolvimento econômico e desigualdade.

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