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Autores Nível 4 Avançado

Adriana Sbicca

também conhecido como: Sbicca

A economista da UFPR que pesquisa decisão, heurísticas e racionalidade limitada: a tradição de Simon e Kahneman em produção brasileira, da sala de aula à simulação.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Comportamental

No dia a dia

O que é, em palavras simples

A economia comportamental que este dicionário percorre (de Simon a Kahneman e Thaler) também se faz no Brasil, e Adriana Sbicca, professora do Departamento de Economia da UFPR desde 1999, é um dos seus nomes documentados: pesquisa como agentes econômicos decidem de verdade, com as heurísticas e a racionalidade limitada no centro, e leva o tema à formação de gerações de economistas no Paraná, da graduação ao doutorado em Desenvolvimento Econômico.

No seu bolso

As heurísticas que este dicionário descreve em vieses cognitivos são objeto de pesquisa e de sala de aula no Brasil: a linha da UFPR é um dos endereços documentados onde isso acontece.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Simon e Kahneman

    A tradição da decisão real

  2. 02

    Pesquisa na UFPR

    Heurísticas, evolução, simulação

  3. 03

    Ponte com Keynes

    Decisão de investir sob incerteza

  4. 04

    Divulgação em português

    O campo construído também no Brasil

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público da pesquisadora (doutora pela EESP-FGV, mestre em Desenvolvimento Econômico pela UFPR) registra três eixos: a decisão dos agentes econômicos sob racionalidade limitada (a herança direta de Herbert Simon, com as heurísticas como objeto), a teoria evolucionária e a simulação baseada em agentes, o cruzamento que o termo de Ciarli descreve, e o diálogo entre a escolha comportamental e a decisão de investimento em Keynes, tema de publicação na Brazilian Keynesian Review, a ponte entre os animal spirits do nosso acervo e o laboratório comportamental.

A divulgação

Além da pesquisa, mantém o EcoEureka, site próprio de divulgação de economia comportamental em português, parte do movimento que vem tirando o tema do inglês acadêmico e levando heurísticas, vieses e arquitetura de decisão ao público brasileiro, o mesmo trabalho que este portal faz por outro caminho.

Visão técnica

A leitura da escola Comportamental

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de racionalidade limitada, heurísticas e simulação baseada em agentes posiciona a pesquisa no cruzamento exato das duas linhagens que este pilar mapeia, a comportamental (Simon, Kahneman) e a evolucionária (Nelson e Winter, Ciarli), com a particularidade documentada do diálogo com a tradição keynesiana: a leitura conjunta da escolha comportamental e da decisão de investimento sob incerteza em Keynes, publicada na Brazilian Keynesian Review, é exemplo do trabalho de ponte entre escolas que o protocolo pluralista desta casa valoriza. O ensino (econometria e economia comportamental, da graduação ao PPGDE da UFPR) e a divulgação em português completam o retrato de uma agenda que constrói, no Brasil, a infraestrutura humana do campo.

Registro de pesquisadora em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional da UFPR, site EcoEureka, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra o que o leitor brasileiro raramente vê dito: a economia comportamental não é importação pronta, é campo em construção também aqui, com nomes, salas de aula e publicações nacionais.

No mercado

O diálogo entre comportamental e Keynes (como decide quem investe sob incerteza radical?) é a fronteira em que a pesquisa brasileira documentada se encontra com os animal spirits do nosso acervo.

Atenção

Mitos e erros comuns

Achar que economia comportamental é coisa só de fora

O campo tem produção, ensino e divulgação brasileiras documentadas, da UFPR a outros centros. A importação pronta é mito: a infraestrutura humana do tema se constrói também aqui.

Reduzir o comportamental a lista de vieses

A agenda séria, incluída a brasileira, cruza heurísticas com teoria evolucionária, simulação e a incerteza keynesiana: é teoria da decisão em ambiente real, não catálogo de curiosidades.

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Herbert Simon

O americano (1916-2001) que trocou o maximizador onisciente pelo decisor real: racionalidade limitada e satisficing. Nobel de economia, pioneiro da inteligência artificial.

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Huascar Fialho Pessali

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Perguntas frequentes

O que pesquisa Adriana Sbicca? +

A decisão dos agentes econômicos sob racionalidade limitada: heurísticas, teoria evolucionária e simulação baseada em agentes, com diálogo documentado entre a escolha comportamental e a decisão de investimento em Keynes. É professora do Departamento de Economia da UFPR desde 1999.

Por que uma pesquisadora em atividade entra no pilar de pensadores? +

Porque o pilar registra também a economia em construção, com a régua da casa: obra pública documentada, fontes verificadas e nada além delas. Os termos de pesquisadores em atividade são sóbrios por desenho e crescem conforme a obra.

Fontes e referências

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