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Autores Nível 4 Avançado

Adriano José Pereira

também conhecido como: Adriano Pereira

O professor titular da UFSM que pesquisa inovação, instituições e desenvolvimento: o institucionalismo aplicado à economia brasileira, com livro publicado e a escola de Santa Maria.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Institucional

No dia a dia

O que é, em palavras simples

O institucionalismo que este dicionário percorre (de Veblen a North) tem endereço ativo no Rio Grande do Sul: Adriano José Pereira, professor titular do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM, pesquisa a tríade documentada de inovação, instituições e desenvolvimento econômico, e a aplica à pergunta que organiza meio acervo desta casa: por que a economia brasileira trava onde trava? O livro Institucionalismo, Desenvolvimentismo e a Economia Brasileira (em coautoria com Herton Castiglioni Lopes e Octavio Augusto Camargo Conceição) é a síntese publicada dessa agenda.

No seu bolso

Por que reformas idênticas no papel produzem resultados opostos em países diferentes? A resposta institucionalista que este pilar percorre é a agenda documentada da linha de Santa Maria.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Instituições

    As regras do jogo, em chave brasileira

  2. 02

    Inovação

    A ponte neo-schumpeteriana

  3. 03

    Desenvolvimento

    O desenvolvimentismo como objeto

  4. 04

    UFSM/PPGE&D

    O polo formador de Santa Maria

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público registra a carreira institucional completa: chefia do Departamento de Economia e Relações Internacionais (2016-2017), coordenação do Programa de Pós-Graduação em Economia e Desenvolvimento da UFSM (2017-2021) e docência permanente no PPGE&D, o programa que forma a linha heterodoxa de Santa Maria, de onde saíram pesquisadores hoje em outros centros (o corredor UFSM-UFPR que esta leva do pilar documenta). A função formadora alcança esta casa: foi sob a orientação de Pereira que o editor deste portal, Ivan Prizon, defendeu o mestrado em Economia na UFSM (2017), com dissertação sobre sistemas de inovação e mudança econômica em industrializações tardias, comparando Brasil e Coreia do Sul. A produção localizável inclui o diálogo com a tradição pós-keynesiana (a estimação da equação de gasto privado para o Brasil na abordagem New Cambridge, publicada na Brazilian Keynesian Review).

O livro e a tese

O título da obra de 2022 já posiciona o programa: ler o desenvolvimentismo brasileiro com as lentes do institucionalismo, a aposta de que as travas e destravas da economia nacional são institucionais antes de serem de poupança ou técnica, exatamente a ponte entre os termos de economia institucional, desenvolvimentismo e dependência de trajetória deste dicionário.

Visão técnica

A leitura da escola Institucional

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação documentada (inovação, instituições, desenvolvimento) posiciona a agenda no cruzamento do institucionalismo original (a linhagem Veblen-Commons relida no Brasil pela escola que Octavio Conceição, coautor do livro, representa na UFRGS) com a economia da inovação neo-schumpeteriana, aplicadas ao caso brasileiro: o desenvolvimentismo como objeto institucional, não como bandeira, com as perguntas correspondentes (que arranjos sustentaram cada ciclo, que coalizões os travaram, o vocabulário de North e Olson deste pilar em chave nacional). A função formadora completa o retrato: a coordenação do PPGE&D e a docência permanente fazem da UFSM um dos polos documentados da heterodoxia institucionalista no sul do país.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página docente da UFSM, PPGE&D, livro publicado, artigos localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. Com Martinelli, Brites, Orsolin e Vieira nesta leva, registra o corredor formador UFSM-UFPR que o leitor desta casa conhece de dentro: Pereira foi o orientador de mestrado do editor deste portal, Ivan Prizon (UFSM, 2017), vínculo que declaramos pelo protocolo de transparência da casa.

No mercado

O livro Institucionalismo, Desenvolvimentismo e a Economia Brasileira (2022) lê os ciclos nacionais com a régua de North e Veblen: as travas do país como arranjos, não como fatalidade.

Atenção

Mitos e erros comuns

Confundir desenvolvimentismo-objeto com desenvolvimentismo-bandeira

A agenda documentada estuda os arranjos institucionais dos ciclos desenvolvimentistas brasileiros, o que é distinto de militar por eles: a lente é analítica, e o contraditório (escolha pública, ortodoxia) está no grafo.

Reduzir o institucionalismo brasileiro a importação

A linha documentada (UFSM, UFRGS) produz leitura própria do caso nacional, com livro e formação de quadros: é escola em atividade, não resenha de manual estrangeiro.

Veja também

Conceitos conectados

Teoria econômica nível 3

Instituições

As regras do jogo de uma sociedade, formais (leis) e informais (costumes), que moldam incentivos e ajudam a explicar por que alguns países prosperam.

Teoria econômica nível 3

Desenvolvimento econômico

A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.

Teoria econômica nível 4

Economia institucional

A escola que põe as instituições, as regras formais e informais que organizam a sociedade, no centro da explicação de por que alguns países prosperam e outros não.

Autores nível 4

Carine de Almeida Vieira

A economista formada na UFSM que aplicou o método Alkire-Foster à pobreza gaúcha: a medição multidimensional, herdeira de Sen, com publicação na revista do IPEA.

Autores nível 4

Ednalva Felix das Neves

A professora da UFSM que pesquisa economia popular, social e solidária: a tradição da economia substantiva de Polanyi e a política social em produção brasileira, da tecnologia social à inovação social.

Autores nível 4

Ricardo Dathein

O professor do PPGE da UFRGS que pesquisa economia do desenvolvimento e desenvolvimentismo: a tradição estruturalista e da inovação aplicada ao desenvolvimento brasileiro, organizada em obra de referência.

Autores nível 4

Sibele Vasconcelos de Oliveira

A professora da UFSM que pesquisa economia social, agronegócio e sistemas agroalimentares: o desenvolvimento rural, a agricultura familiar e a pobreza lidos como economia, em produção brasileira.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Adriano José Pereira? +

Inovação, instituições e desenvolvimento econômico aplicados à economia brasileira: o institucionalismo como lente para os ciclos desenvolvimentistas nacionais, sintetizado no livro Institucionalismo, Desenvolvimentismo e a Economia Brasileira (2022, em coautoria). É professor titular da UFSM e docente permanente do PPGE&D.

O que é a linha de Santa Maria que o termo menciona? +

O polo heterodoxo formado no Departamento de Economia e Relações Internacionais e no PPGE&D da UFSM, com ênfases documentadas em instituições, desenvolvimento e microeconomia heterodoxa, e que alimentou o corredor formador rumo a outros centros, como a UFPR, registrado nesta leva do pilar.

Fontes e referências

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