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Huascar Fialho Pessali

também conhecido como: Pessali, Huascar Pessali

O economista da UFPR que cruza economia institucional com a retórica da economia: como argumentos, e não só dados, decidem o que conta como verdade no campo.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Institucional

No dia a dia

O que é, em palavras simples

A economia institucional que este dicionário percorre (de Veblen e Commons a Williamson e os custos de transação) também se faz no Brasil, e Huascar Fialho Pessali, professor do Departamento de Economia da UFPR, é um nome documentado nessa fronteira. A área pública de pesquisa dele reúne economia institucional, retórica em economia e políticas públicas: a ideia de que o conhecimento econômico não é só medição, é também persuasão, com argumentos, metáforas e narrativas moldando o que o campo aceita como conclusão.

No seu bolso

Quando um economista diz que uma reforma é inevitável, há um modelo por tras, mas há também uma retórica: a linha de pesquisa documentada de Pessali estuda exatamente essa camada, a do argumento que persuade.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Veblen e Commons

    A tradição institucional

  2. 02

    Retórica em economia

    Como o campo convence (McCloskey)

  3. 03

    Pesquisa na UFPR

    Instituições e argumentos cruzados

  4. 04

    Políticas públicas

    Quando a regra vira decisão de Estado

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O registro institucional aponta tres eixos articulados: a economia institucional (a tradição que estuda como regras, contratos e organizações estruturam a vida economica), a retórica em economia (a investigação de como economistas convencem uns aos outros, na tradição aberta por Deirdre McCloskey) e as políticas públicas (o terreno onde instituições e argumentos viram decisão de Estado). É a combinação que conecta o termo de custos de transação com a pergunta metodológica: quem ganha o debate, e por que.

A retórica como objeto

Tratar a retórica como objeto sério não é desqualificar a economia, é levá-la a serio: significa perguntar por que um modelo persuade, qual metáfora organiza um argumento, como uma escola impõe seu vocabulário. Cruzada com o institucionalismo, essa lente mostra que as próprias instituições do campo (revistas, departamentos, manuais) são arranjos que selecionam o que sobrevive como conhecimento, o mesmo olhar que os nossos termos de instituições aplicam à economia em geral.

Visão técnica

A leitura da escola Institucional

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel as fontes públicas: a área declarada de economia institucional somada a retórica em economia posiciona a pesquisa num cruzamento incomum e fértil, o institucionalismo (a herança de Veblen e Commons, os custos de transação de Williamson) lido com a consciência metodológica de que toda análise economica é também um ato de persuasão. A tradição retórica em economia, associada a Deirdre McCloskey, sustenta que o que separa boa de má ciência economica não é só o teste empírico, é a qualidade do argumento e a honestidade da conversa; aplicada as instituições, ela revela que o campo se organiza por convenções tanto quanto por evidência. O eixo de políticas públicas fecha o circuito: instituições e argumentos viram regra, e a régua deste pilar, instituições importam, ganha uma camada reflexiva.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra que o institucionalismo brasileiro tem endereço e agenda viva, e que a pergunta sobre como a economia convence é, ela mesma, pesquisa institucional.

No mercado

Por que uma escola domina os manuais e os bancos centrais em dada época? A retórica em economia, área pública da pesquisa, trata a hegemonia de vocabulário como fenômeno institucional, não como mero acaso.

Atenção

Mitos e erros comuns

Confundir retórica com manipulação

Estudar a retórica da economia não é acusar economistas de enganar: é reconhecer que todo argumento científico persuade, e que examinar como ele persuade torna o campo mais honesto, não menos rigoroso.

Achar que institucionalismo é coisa só de fora

A economia institucional tem produção, ensino e linhas de pesquisa brasileiras documentadas, da UFPR a outros centros: a tradição de Veblen e Commons tem endereços nacionais em atividade.

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Conceitos conectados

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Perguntas frequentes

O que pesquisa Huascar Pessali? +

Economia institucional, retórica em economia e políticas públicas, conforme a área pública registrada na UFPR: a articulação entre como as instituições estruturam a economia e como os argumentos persuadem dentro do próprio campo. É professor do Departamento de Economia da UFPR.

O que é a retórica em economia? +

É a investigação, associada a Deirdre McCloskey, de como economistas convencem uns aos outros: metáforas, narrativas e padrões de argumento que decidem o que o campo aceita. Cruzada com o institucionalismo, mostra que o conhecimento econômico se organiza por convenções tanto quanto por evidência.

Fontes e referências

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