No dia a dia
O que é, em palavras simples
A economia institucional que este dicionário percorre (de Veblen e Commons a Williamson e os custos de transação) também se faz no Brasil, e Huascar Fialho Pessali, professor do Departamento de Economia da UFPR, é um nome documentado nessa fronteira. A área pública de pesquisa dele reúne economia institucional, retórica em economia e políticas públicas: a ideia de que o conhecimento econômico não é só medição, é também persuasão, com argumentos, metáforas e narrativas moldando o que o campo aceita como conclusão.
No seu bolso
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01
Veblen e Commons
A tradição institucional
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02
Retórica em economia
Como o campo convence (McCloskey)
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03
Pesquisa na UFPR
Instituições e argumentos cruzados
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04
Políticas públicas
Quando a regra vira decisão de Estado
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O registro institucional aponta tres eixos articulados: a economia institucional (a tradição que estuda como regras, contratos e organizações estruturam a vida economica), a retórica em economia (a investigação de como economistas convencem uns aos outros, na tradição aberta por Deirdre McCloskey) e as políticas públicas (o terreno onde instituições e argumentos viram decisão de Estado). É a combinação que conecta o termo de custos de transação com a pergunta metodológica: quem ganha o debate, e por que.
A retórica como objeto
Tratar a retórica como objeto sério não é desqualificar a economia, é levá-la a serio: significa perguntar por que um modelo persuade, qual metáfora organiza um argumento, como uma escola impõe seu vocabulário. Cruzada com o institucionalismo, essa lente mostra que as próprias instituições do campo (revistas, departamentos, manuais) são arranjos que selecionam o que sobrevive como conhecimento, o mesmo olhar que os nossos termos de instituições aplicam à economia em geral.
Visão técnica
A leitura da escola Institucional
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel as fontes públicas: a área declarada de economia institucional somada a retórica em economia posiciona a pesquisa num cruzamento incomum e fértil, o institucionalismo (a herança de Veblen e Commons, os custos de transação de Williamson) lido com a consciência metodológica de que toda análise economica é também um ato de persuasão. A tradição retórica em economia, associada a Deirdre McCloskey, sustenta que o que separa boa de má ciência economica não é só o teste empírico, é a qualidade do argumento e a honestidade da conversa; aplicada as instituições, ela revela que o campo se organiza por convenções tanto quanto por evidência. O eixo de políticas públicas fecha o circuito: instituições e argumentos viram regra, e a régua deste pilar, instituições importam, ganha uma camada reflexiva.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra que o institucionalismo brasileiro tem endereço e agenda viva, e que a pergunta sobre como a economia convence é, ela mesma, pesquisa institucional.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Confundir retórica com manipulação
Achar que institucionalismo é coisa só de fora
Veja também
Conceitos conectados
Custos de transação
Os custos de negociar, fiscalizar e fazer cumprir um contrato: o atrito que explica por que existem empresas, e não apenas o mercado.
Instituições
As regras do jogo de uma sociedade, formais (leis) e informais (costumes), que moldam incentivos e ajudam a explicar por que alguns países prosperam.
Economia institucional
A escola que põe as instituições, as regras formais e informais que organizam a sociedade, no centro da explicação de por que alguns países prosperam e outros não.
Adriana Sbicca
A economista da UFPR que pesquisa decisão, heurísticas e racionalidade limitada: a tradição de Simon e Kahneman em produção brasileira, da sala de aula à simulação.
Maríndia Brites
A economista formada no corredor UFSM-UFPR que pesquisa escolas heterodoxas e metodologia econômica, e vice-coordena a graduação em Economia da UFPR.
José Felipe Araujo de Almeida
O economista da UFPR que une institucionalismo original e economia evolucionária: a leitura de Veblen somada a história do pensamento e a microeconomia heterodoxa.
Marco Antônio Ribas Cavalieri
O economista da UFPR que pesquisa história do pensamento econômico e metodologia: como as ideias da economia nasceram, mudaram e por que aceitamos umas e descartamos outras.
Fernando Cavalheiro Krauzer
O professor da UFPR que pesquisa economia institucional original e história do pensamento econômico: a tradição de Veblen e dos institucionalistas evolucionários, em produção brasileira.
Victor Nunes Leal Cruz e Silva
O professor da UFPR que pesquisa história do pensamento econômico, metodologia e o pensamento econômico no Brasil: dos números-índice a Gudin e Keynes, em produção internacionalizada.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Huascar Pessali? +
Economia institucional, retórica em economia e políticas públicas, conforme a área pública registrada na UFPR: a articulação entre como as instituições estruturam a economia e como os argumentos persuadem dentro do próprio campo. É professor do Departamento de Economia da UFPR.
O que é a retórica em economia? +
É a investigação, associada a Deirdre McCloskey, de como economistas convencem uns aos outros: metáforas, narrativas e padrões de argumento que decidem o que o campo aceita. Cruzada com o institucionalismo, mostra que o conhecimento econômico se organiza por convenções tanto quanto por evidência.
Fontes e referências
- Acadêmica Corpo docente do Departamento de Economia - UFPR
- Acadêmica Huascar Pessali: corpo docente (PPGDE/UFPR) - UFPR
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