No dia a dia
O que é, em palavras simples
A economia comportamental que este dicionário percorre (de Simon a Kahneman e Thaler) tem no Brasil sua geração de pesquisadores, e Lucas Casonato Jacinto, do Departamento de Economia da UFPR, é um nome documentado nesse campo. A área pública dele reúne história do pensamento econômico, economia comportamental e metodologia da economia, com diálogo registrado também com a tradição austríaca de Israel Kirzner e com Keynes: a decisão real estudada com consciência de suas raízes teóricas.
No seu bolso
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01
Simon e Kahneman
A raiz comportamental
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02
Função empresarial
A ponte com Kirzner e a escola austríaca
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03
Incerteza keynesiana
A decisão de investir sob incerteza
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04
História e metodologia
A decisão real lida com rigor
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O registro de pesquisa aponta tres campos que se reforçam: a economia comportamental (como os agentes decidem de fato, com a racionalidade limitada de Herbert Simon no centro), a história do pensamento econômico (a genealogia das ideias que sustentam o campo) e a metodologia da economia, a reflexão sobre o que faz dessa análise um conhecimento válido. O diálogo declarado com Kirzner e Keynes acrescenta duas pontes pouco usuais: a atenção austríaca ao empreendedor alerta e a incerteza keynesiana da decisão de investir.
As pontes incomuns
Cruzar economia comportamental com a escola austríaca e com Keynes não é trivial, e é justamente o que torna a agenda interessante. A função empresarial de Kirzner descreve o agente que percebe oportunidades que outros não veem, uma forma de racionalidade situada que conversa com o comportamental. Keynes, por sua vez, antecipou a decisão sob incerteza radical, os animal spirits, que a comportamental redescobriu por outro vocabulário. É a decisão real lida por tres tradições ao mesmo tempo.
Visão técnica
A leitura da escola Comportamental
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel as fontes públicas: a combinação declarada de economia comportamental, história do pensamento e metodologia, somada ao diálogo registrado com Kirzner e Keynes, posiciona a pesquisa num cruzamento raro e fértil. A economia comportamental, herdeira da racionalidade limitada de Simon e dos vieses de Kahneman, ganha profundidade quando lida historicamente: a metodologia pergunta o que distingue uma boa teoria da decisão, e a história mostra que a ideia de agente plenamente racional sempre teve contestadores. As pontes com a escola austríaca (a função empresarial de Kirzner, a descoberta de oportunidades em ambiente de conhecimento disperso) e com Keynes (a decisão de investir sob incerteza não probabilizável) revelam que a crítica a racionalidade perfeita tem mais de uma origem teórica, e que o comportamental pode ser lido como reencontro com intuições antigas, não como ruptura isolada.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. O termo registra que a economia comportamental brasileira, lida com história e metodologia, tem agenda viva e endereço nacional, no mesmo espírito de ponte entre escolas que esta casa valoriza.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Achar economia comportamental coisa só de fora
Ver o comportamental como ruptura isolada
Veja também
Conceitos conectados
Economia comportamental
O ramo que junta economia e psicologia: as pessoas não decidem como o agente racional dos modelos, e seus vieses previsíveis moldam escolhas de consumo, poupança e investimento.
Racionalidade limitada
O conceito de Herbert Simon: como mente, tempo e informação são limitados, não buscamos a decisão ótima, mas uma que seja boa o suficiente (o satisficing).
Adriana Sbicca
A economista da UFPR que pesquisa decisão, heurísticas e racionalidade limitada: a tradição de Simon e Kahneman em produção brasileira, da sala de aula à simulação.
Israel Kirzner
O austríaco-americano (1930-) que devolveu o empreendedor ao centro da economia: empreender é estar alerta a oportunidades que estavam à vista de todos, mas que ninguém tinha percebido.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Lucas Casonato? +
Economia comportamental, história do pensamento econômico e metodologia da economia, com diálogo registrado também com a tradição austríaca de Kirzner e com Keynes, conforme a área pública na UFPR: a decisão real estudada com consciência de suas raízes teóricas. É professor do Departamento de Economia da UFPR.
Como a economia comportamental dialoga com a escola austríaca e com Keynes? +
A função empresarial de Kirzner descreve um agente que percebe oportunidades em meio a conhecimento disperso, e Keynes tratou a decisão de investir sob incerteza radical. Ambas convergem com a crítica comportamental a racionalidade perfeita, mostrando que essa crítica tem mais de uma origem teórica.
Fontes e referências
- Acadêmica Corpo docente do Departamento de Economia - UFPR
- Acadêmica Lucas Casonato: perfil e citações (Google Scholar) - Google Scholar
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