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Maríndia Brites

também conhecido como: Brites

A economista formada no corredor UFSM-UFPR que pesquisa escolas heterodoxas e metodologia econômica, e vice-coordena a graduação em Economia da UFPR.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Institucional

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Como se compara o que as escolas de economia afirmam, e com que régua se julga método contra método? Essa pergunta, que é a espinha do protocolo pluralista desta casa, é também área de pesquisa documentada de Maríndia Brites: graduada em Economia pela UFSM (2015), mestre em Economia e Desenvolvimento pela mesma casa (2017) e doutora em Desenvolvimento Econômico pela UFPR (2021), onde atua e vice-coordena o curso de graduação em Economia, com áreas declaradas em escolas heterodoxas e metodologia econômica.

No seu bolso

Quando duas escolas dão respostas opostas à mesma manchete, a pergunta que decide é metodológica: o que cada uma aceita como evidência? É a área documentada deste termo em ação.
Anatomia do conceito
  1. 01

    UFSM (2015-2017)

    A formação na linha de Santa Maria

  2. 02

    Doutorado UFPR (2021)

    Desenvolvimento Econômico

  3. 03

    Heterodoxia + método

    As réguas do debate entre escolas

  4. 04

    Coordenação

    O currículo como metodologia aplicada

Indo mais fundo

Como funciona

A trajetória documentada

O percurso registra por inteiro o corredor formador que esta leva do pilar descreve: a graduação e o mestrado na linha heterodoxa de Santa Maria, o doutorado no Desenvolvimento Econômico da UFPR (o programa que abriga, entre outras, a linha comportamental do termo de Adriana Sbicca), e a docência com função de coordenação na graduação paranaense, a posição exata onde a formação da próxima geração se decide.

O objeto raro

Metodologia econômica é a especialidade mais subestimada da disciplina: é ela que pergunta o que conta como evidência, o que cada escola assume sem dizer e quando um modelo responde ou só reformula a pergunta, o eixo que os nossos termos de econometria, homo economicus e micro x macro tangenciam por dentro. Pesquisar escolas heterodoxas com essa lente é fazer o controle de qualidade do pluralismo: não basta listar correntes, é preciso saber compará-las com rigor.

Visão técnica

A leitura da escola Institucional

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação declarada (escolas heterodoxas + metodologia) posiciona a pesquisa no campo que a literatura chama de história e metodologia do pensamento econômico, o andar de cima do pluralismo: enquanto as escolas debatem o mundo, a metodologia debate as réguas do debate, da demarcação entre programas de pesquisa (a herança de Lakatos no campo) aos critérios de comparação entre paradigmas que manuais pluralistas como o de Schneider (resenhado nesta casa) pressupõem sem sempre explicitar. A posição institucional (vice-coordenação da graduação da UFPR) soma a dimensão prática: currículo é metodologia aplicada, e quem o desenha decide quais perguntas a próxima geração aprende a fazer.

Registro de pesquisadora em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a trajetória e as áreas publicamente documentadas, sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra localizável.

No mercado

O desenho de um currículo de economia (quanto de história, quanto de método, quais escolas) é decisão com consequências de década: a função documentada de coordenação é onde essa decisão acontece.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar metodologia como filosofice

É o contrário: sem critérios explícitos de comparação, o pluralismo vira lista de opiniões e o monismo vira dogma sem auditoria. A metodologia é o controle de qualidade dos dois.

Esquecer onde o pluralismo se decide

Não é nos manifestos, é nos currículos e nas coordenações de curso: a infraestrutura administrativa da formação é a variável silenciosa que este termo registra.

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Perguntas frequentes

O que pesquisa Maríndia Brites? +

Escolas heterodoxas de economia e metodologia econômica: as réguas com que se comparam programas de pesquisa rivais, o andar de cima do pluralismo. Formada na UFSM (graduação e mestrado) e doutora pela UFPR, onde atua e vice-coordena a graduação em Economia.

O que faz um metodólogo da economia? +

Pergunta o que cada escola assume sem dizer, o que conta como evidência para cada uma e quando um modelo responde de verdade: é o controle de qualidade do debate entre correntes, que manuais pluralistas pressupõem e que esta casa pratica como protocolo.

Fontes e referências

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