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Autores Nível 4 Avançado

Marcelo Luiz Curado

também conhecido como: Marcelo Curado, Curado

O professor da UFPR que pesquisa desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano, macroeconomia e história do pensamento econômico brasileiro: a tradição estruturalista do desenvolvimento em produção nacional.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Estruturalista

No dia a dia

O que é, em palavras simples

A pergunta de por que alguns países industrializam e outros ficam presos na periferia move a economia do desenvolvimento desde a CEPAL e Celso Furtado. Marcelo Luiz Curado, docente do Departamento de Economia (DEPECON) da UFPR e do PPGDE, é um nome brasileiro documentado nessa tradição: pesquisa macroeconomia, economia brasileira e história do pensamento econômico brasileiro, e o grupo HPE-EB registra o desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano entre suas áreas.

No seu bolso

Por que um país exporta commodities e importa manufaturas, e o que isso faz com sua renda no longo prazo, é a pergunta estruturalista que move a pesquisa documentada em desenvolvimentismo na UFPR.
Anatomia do conceito
  1. 01

    CEPAL e Furtado

    O desenvolvimento como problema de estrutura

  2. 02

    Pesquisa na UFPR

    Macroeconomia e desenvolvimentismo

  3. 03

    Crítica historicamente informada

    O que o desenvolvimentismo acertou e errou

  4. 04

    Diálogo contemporâneo

    A ponte com a macro pós-keynesiana

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público no DEPECON/UFPR registra as áreas de Macroeconomia, Economia Brasileira e História do Pensamento Econômico Brasileiro; o grupo HPE-EB acrescenta o desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano e a macroeconomia aplicada à economia brasileira. É a agenda que este portal trata em estruturalismo, desenvolvimento econômico e centro-periferia: o crescimento como problema de estrutura produtiva, não só de equilíbrio de mercado.

O desenvolvimentismo em debate

A obra documentada inclui uma crítica à interpretação inflacionista do desenvolvimentismo (2015, com Marco Cavalieri) e uma avaliação da influência pós-keynesiana sobre a macroeconomia desenvolvimentista (2018). É o desenvolvimentismo lido não como slogan, mas como objeto de análise rigorosa: o que ele acertou, onde tropeçou e como dialoga com a macroeconomia contemporânea.

Visão técnica

A leitura da escola Estruturalista

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de macroeconomia, economia brasileira e desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano (área declarada no grupo HPE-EB) posiciona a pesquisa na tradição estruturalista do desenvolvimento, a linhagem que este portal percorre de Raúl Prebisch e da CEPAL a Celso Furtado, com a estrutura produtiva, a industrialização e a relação centro-periferia no centro. A marca distintiva é a leitura crítica e historicamente informada do próprio desenvolvimentismo, do diálogo com a interpretação inflacionista à avaliação da influência pós-keynesiana sobre a macro desenvolvimentista, o cruzamento dos nossos termos de estruturalismo, desenvolvimento econômico e substituição de importações.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra que a economia do desenvolvimento, longe de ser tema do passado, segue como campo ativo de pesquisa e de história do pensamento no Brasil.

No mercado

O debate sobre se o desenvolvimentismo brasileiro gerava inflação por desenho ou por conjuntura é exatamente o tipo de questão que a pesquisa documentada (crítica à interpretação inflacionista) trata com rigor histórico.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar desenvolvimentismo como slogan

A pesquisa séria, incluída a brasileira, lê o desenvolvimentismo como objeto de análise histórica e macroeconômica: o que funcionou, onde falhou e como dialoga com outras escolas, não como bandeira a defender ou atacar.

Achar que estrutura produtiva não importa

Na tradição estruturalista, de Prebisch e Furtado à pesquisa atual, o que um país produz molda quanto ele cresce e como se distribui a renda: o crescimento é problema de estrutura, não só de equilíbrio de preços.

Veja também

Conceitos conectados

Teoria econômica nível 3

Desenvolvimento econômico

A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.

Teoria econômica nível 4

Estruturalismo

A corrente latino-americana de Prebisch e Celso Furtado: o subdesenvolvimento não é atraso a ser vencido pelo tempo, mas uma condição estrutural ligada à posição na economia mundial.

Comércio internacional nível 4

Centro-periferia

O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.

Pensadores nível 3

Celso Furtado

O paraibano (1920-2004) que explicou o Brasil pela economia: o subdesenvolvimento não é atraso na fila, é uma formação histórica própria. Fundador da SUDENE, expoente da CEPAL.

Autores nível 4

Maríndia Brites

A economista formada no corredor UFSM-UFPR que pesquisa escolas heterodoxas e metodologia econômica, e vice-coordena a graduação em Economia da UFPR.

Autores nível 4

Marco Antônio Ribas Cavalieri

O economista da UFPR que pesquisa história do pensamento econômico e metodologia: como as ideias da economia nasceram, mudaram e por que aceitamos umas e descartamos outras.

Autores nível 4

Eduardo Angeli

O professor do Departamento de Economia da UFPR que pesquisa história do pensamento econômico e metodologia, com a Escola Austríaca como área declarada: Hayek, Kirzner e o pluralismo metodológico em produção brasileira.

Autores nível 4

Hugo Carcanholo Iasco Pereira

O professor da UFPR que pesquisa câmbio real, crescimento e desindustrialização na chave novo-desenvolvimentista: o desenvolvimento brasileiro pela ótica da taxa de câmbio competitiva.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Marcelo Curado? +

Macroeconomia, economia brasileira e história do pensamento econômico brasileiro, com o desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano como área declarada (grupo HPE-EB/UFPR). É docente do DEPECON/UFPR e do PPGDE, com obra sobre a crítica ao desenvolvimentismo e seu diálogo com a macro pós-keynesiana.

Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +

Na tradição estruturalista que liga Prebisch e Furtado aos termos de estruturalismo, desenvolvimento econômico e substituição de importações: o crescimento lido como problema de estrutura produtiva e a leitura crítica do desenvolvimentismo brasileiro.

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