No dia a dia
O que é, em palavras simples
A pergunta de por que alguns países industrializam e outros ficam presos na periferia move a economia do desenvolvimento desde a CEPAL e Celso Furtado. Marcelo Luiz Curado, docente do Departamento de Economia (DEPECON) da UFPR e do PPGDE, é um nome brasileiro documentado nessa tradição: pesquisa macroeconomia, economia brasileira e história do pensamento econômico brasileiro, e o grupo HPE-EB registra o desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano entre suas áreas.
No seu bolso
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01
CEPAL e Furtado
O desenvolvimento como problema de estrutura
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02
Pesquisa na UFPR
Macroeconomia e desenvolvimentismo
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03
Crítica historicamente informada
O que o desenvolvimentismo acertou e errou
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04
Diálogo contemporâneo
A ponte com a macro pós-keynesiana
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público no DEPECON/UFPR registra as áreas de Macroeconomia, Economia Brasileira e História do Pensamento Econômico Brasileiro; o grupo HPE-EB acrescenta o desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano e a macroeconomia aplicada à economia brasileira. É a agenda que este portal trata em estruturalismo, desenvolvimento econômico e centro-periferia: o crescimento como problema de estrutura produtiva, não só de equilíbrio de mercado.
O desenvolvimentismo em debate
A obra documentada inclui uma crítica à interpretação inflacionista do desenvolvimentismo (2015, com Marco Cavalieri) e uma avaliação da influência pós-keynesiana sobre a macroeconomia desenvolvimentista (2018). É o desenvolvimentismo lido não como slogan, mas como objeto de análise rigorosa: o que ele acertou, onde tropeçou e como dialoga com a macroeconomia contemporânea.
Visão técnica
A leitura da escola Estruturalista
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de macroeconomia, economia brasileira e desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano (área declarada no grupo HPE-EB) posiciona a pesquisa na tradição estruturalista do desenvolvimento, a linhagem que este portal percorre de Raúl Prebisch e da CEPAL a Celso Furtado, com a estrutura produtiva, a industrialização e a relação centro-periferia no centro. A marca distintiva é a leitura crítica e historicamente informada do próprio desenvolvimentismo, do diálogo com a interpretação inflacionista à avaliação da influência pós-keynesiana sobre a macro desenvolvimentista, o cruzamento dos nossos termos de estruturalismo, desenvolvimento econômico e substituição de importações.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra que a economia do desenvolvimento, longe de ser tema do passado, segue como campo ativo de pesquisa e de história do pensamento no Brasil.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Tratar desenvolvimentismo como slogan
Achar que estrutura produtiva não importa
Veja também
Conceitos conectados
Desenvolvimento econômico
A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.
Estruturalismo
A corrente latino-americana de Prebisch e Celso Furtado: o subdesenvolvimento não é atraso a ser vencido pelo tempo, mas uma condição estrutural ligada à posição na economia mundial.
Centro-periferia
O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.
Celso Furtado
O paraibano (1920-2004) que explicou o Brasil pela economia: o subdesenvolvimento não é atraso na fila, é uma formação histórica própria. Fundador da SUDENE, expoente da CEPAL.
Maríndia Brites
A economista formada no corredor UFSM-UFPR que pesquisa escolas heterodoxas e metodologia econômica, e vice-coordena a graduação em Economia da UFPR.
Marco Antônio Ribas Cavalieri
O economista da UFPR que pesquisa história do pensamento econômico e metodologia: como as ideias da economia nasceram, mudaram e por que aceitamos umas e descartamos outras.
Eduardo Angeli
O professor do Departamento de Economia da UFPR que pesquisa história do pensamento econômico e metodologia, com a Escola Austríaca como área declarada: Hayek, Kirzner e o pluralismo metodológico em produção brasileira.
Hugo Carcanholo Iasco Pereira
O professor da UFPR que pesquisa câmbio real, crescimento e desindustrialização na chave novo-desenvolvimentista: o desenvolvimento brasileiro pela ótica da taxa de câmbio competitiva.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Marcelo Curado? +
Macroeconomia, economia brasileira e história do pensamento econômico brasileiro, com o desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano como área declarada (grupo HPE-EB/UFPR). É docente do DEPECON/UFPR e do PPGDE, com obra sobre a crítica ao desenvolvimentismo e seu diálogo com a macro pós-keynesiana.
Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +
Na tradição estruturalista que liga Prebisch e Furtado aos termos de estruturalismo, desenvolvimento econômico e substituição de importações: o crescimento lido como problema de estrutura produtiva e a leitura crítica do desenvolvimentismo brasileiro.
Fontes e referências
- Acadêmica Marcelo Curado: perfil docente (DEPECON/UFPR) e grupo HPE-EB - UFPR
- Acadêmica Uma crítica à interpretação inflacionista do desenvolvimentismo (com M. Cavalieri) - M. L. Curado; M. Cavalieri (2015)
- Acadêmica Por que o governo Dilma não pode ser classificado como novo-desenvolvimentista? (Revista de Economia Política) - M. L. Curado (2017)
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