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Maurício Andrade Weiss

também conhecido como: Maurício Weiss

O professor da UFRGS que pesquisa fluxos de capitais, câmbio e finanças internacionais na chave pós-keynesiana: a vulnerabilidade externa dos emergentes, em produção documentada.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Pós-keynesiana

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Por que o dinheiro estrangeiro entra e sai com força dos países emergentes, mexendo no câmbio e na economia, é uma pergunta central das finanças internacionais. Maurício Andrade Weiss, professor adjunto do Departamento de Economia e Relações Internacionais (FCE) da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa balanço de pagamentos, fluxos de capitais e câmbio, com doutorado em Teoria Econômica pela Unicamp.

No seu bolso

Quando o dólar dispara porque o capital estrangeiro foge dos emergentes, está em ação a instabilidade dos fluxos de capitais: um dos objetos de pesquisa documentados dessa linha na UFRGS.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Fluxos de capitais

    Entram e saem com força

  2. 02

    Pesquisa na UFRGS

    Finanças internacionais (NAPE)

  3. 03

    Hierarquia monetária

    Moedas periféricas instáveis

  4. 04

    Vulnerabilidade externa

    Limita a política econômica

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

A obra documentada trata dos determinantes dos fluxos de capitais para países emergentes, do regime de câmbio e do regime de metas de inflação no Brasil, na perspectiva pós-keynesiana das finanças internacionais. Weiss coordena o Núcleo de Análise de Política Econômica (NAPE) da UFRGS e publica em coautoria com Daniela Prates.

Capitais, câmbio e vulnerabilidade

A marca do trabalho é a hierarquia monetária: moedas periféricas como a brasileira atraem e perdem capital de forma instável, gerando vulnerabilidade externa e limitando a política econômica. É o cruzamento dos termos de câmbio, metas de inflação e política monetária deste dicionário, na chave pós-keynesiana de John Maynard Keynes.

Visão técnica

A leitura da escola Pós-keynesiana

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de fluxos de capitais, câmbio e regime de metas de inflação posiciona a pesquisa na tradição pós-keynesiana das finanças internacionais, a linhagem que este portal percorre de John Maynard Keynes ao estudo contemporâneo da hierarquia monetária e da vulnerabilidade externa dos emergentes. A marca distintiva, segundo a obra documentada (os determinantes dos fluxos de capitais financeiros, a inflação brasileira numa abordagem pós-keynesiana), é tratar a instabilidade dos capitais como restrição estrutural da política econômica, o cruzamento dos nossos termos de câmbio, metas de inflação e política monetária.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: a filiação pós-keynesiana é sustentada pelos títulos e veículos da obra (a "abordagem pós keynesiana", a Brazilian Keynesian Review, a coautoria com Daniela Prates), não por rótulo na ficha institucional. Cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.

No mercado

O debate sobre por que a taxa de juros brasileira precisa ser tão alta para segurar o câmbio passa pela hierarquia monetária dos emergentes: tema da pesquisa pós-keynesiana documentada dessa linha.

Atenção

Mitos e erros comuns

Achar que câmbio é só oferta e demanda local

Na perspectiva pós-keynesiana da pesquisa documentada, o câmbio dos emergentes depende da instabilidade dos fluxos globais de capital e da posição subordinada da moeda, não só do mercado interno.

Tratar a vulnerabilidade externa como detalhe

A obra documentada mostra a vulnerabilidade externa como restrição estrutural: ela limita o que a política monetária e fiscal pode fazer, não é um problema passageiro.

Veja também

Conceitos conectados

Perguntas frequentes

O que pesquisa Maurício Weiss? +

Balanço de pagamentos, fluxos de capitais, câmbio e regime de metas de inflação na perspectiva pós-keynesiana das finanças internacionais. É professor adjunto da FCE/UFRGS, coordena o NAPE, tem doutorado pela Unicamp e publica com Daniela Prates.

Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +

Na tradição pós-keynesiana que liga John Maynard Keynes aos termos de câmbio, metas de inflação e política monetária, com a hierarquia monetária e a vulnerabilidade externa dos emergentes no centro.

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