No dia a dia
O que é, em palavras simples
A Escola Austríaca (de Menger e Mises a Hayek) defende uma economia atenta ao conhecimento disperso, à ordem que emerge sem projeto e aos limites do cálculo centralizado. Eduardo Angeli, docente do Departamento de Economia (DEPECON) da UFPR, é um nome brasileiro documentado nessa tradição: pesquisa história do pensamento econômico e metodologia da economia, e o grupo de pesquisa HPE-EB da UFPR registra a Escola Austríaca e a economia constitucional entre suas áreas.
No seu bolso
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01
Menger, Mises e Hayek
A tradição austríaca
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02
Pesquisa na UFPR
HPE, metodologia e Escola Austríaca
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03
Ordem espontânea
Instituições como resultado, não projeto
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04
Pluralismo metodológico
Confrontar tradições para entender
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público no DEPECON/UFPR registra as áreas de História do Pensamento Econômico e Metodologia da Economia; o grupo HPE-EB acrescenta, como suas áreas, a Escola Austríaca e a economia constitucional. Em artigo de 2014, Angeli defendeu a importância da história do pensamento econômico e do pluralismo metodológico a partir da perspectiva austríaca, discutindo Kirzner e Hayek.
A ordem que emerge
A chave austríaca conecta a pesquisa aos termos deste dicionário: a ordem espontânea de Hayek (instituições e preços como resultado da ação humana, não do desenho), o cálculo econômico e o debate sobre os limites do planejamento central, e a figura do empresário alerta de Kirzner. É uma defesa do pluralismo: levar a sério mais de uma tradição teórica para entender a economia.
Visão técnica
A leitura da escola Austríaca
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de história do pensamento econômico, metodologia e Escola Austríaca (área declarada no grupo HPE-EB) posiciona a pesquisa na tradição que este portal percorre de Carl Menger e Ludwig von Mises a Friedrich Hayek, com a ordem espontânea, o conhecimento disperso e o cálculo econômico no centro. A marca distintiva, segundo as áreas declaradas, é o pluralismo metodológico: a defesa de que a economia ganha ao confrontar diferentes tradições, com a austríaca lida como uma perspectiva legítima e fértil, o cruzamento dos nossos termos de escola austríaca, ordem espontânea e cálculo econômico.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra o que falta em quase todo mapa: a Escola Austríaca também tem pesquisa, ensino e endereços brasileiros, e a história do pensamento econômico é levada a sério como disciplina.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Reduzir a Escola Austríaca a slogan político
Achar que história do pensamento é só erudição
Veja também
Conceitos conectados
Ordem espontânea
A ideia, central em Hayek, de que instituições úteis como os preços e a língua surgem da ação humana sem terem sido projetadas por ninguém.
Escola austríaca
A tradição de Menger, Mises e Hayek: a economia parte da ação individual, o valor é subjetivo e o mercado funciona como um processo de descoberta de informação dispersa.
Friedrich Hayek
O austríaco (1899-1992) que fez do conhecimento o centro da economia: nenhum planejador reúne a informação que os preços coordenam. Rival de Keynes, Nobel de 1974.
Maríndia Brites
A economista formada no corredor UFSM-UFPR que pesquisa escolas heterodoxas e metodologia econômica, e vice-coordena a graduação em Economia da UFPR.
Ludwig von Mises
O austríaco (1881-1973) que, em 1920, lançou o desafio que assombrou o século: sem preços de mercado, a economia planejada não tem como calcular o que produzir. Mestre de Hayek e teórico da ação humana.
Marco Antônio Ribas Cavalieri
O economista da UFPR que pesquisa história do pensamento econômico e metodologia: como as ideias da economia nasceram, mudaram e por que aceitamos umas e descartamos outras.
Marcelo Luiz Curado
O professor da UFPR que pesquisa desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano, macroeconomia e história do pensamento econômico brasileiro: a tradição estruturalista do desenvolvimento em produção nacional.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Eduardo Angeli? +
História do pensamento econômico e metodologia da economia, com a Escola Austríaca como área declarada (grupo HPE-EB/UFPR). Em 2014 publicou sobre o pluralismo metodológico na perspectiva austríaca, discutindo Kirzner e Hayek. É docente do DEPECON/UFPR.
Por que a Escola Austríaca importa no dicionário? +
Porque o pluralismo da casa rotaciona escolas, e a austríaca traz contribuições próprias: a ordem espontânea de Hayek, o conhecimento disperso nos preços e o cálculo econômico, conectados aos nossos termos de escola austríaca e ordem espontânea.
Fontes e referências
- Acadêmica Eduardo Angeli: perfil docente (DEPECON/UFPR) e grupo HPE-EB - UFPR
- Acadêmica A importância da HPE e do pluralismo metodológico na perspectiva da Escola Austríaca - Eduardo Angeli (2014)
- Acadêmica Os usos do individualismo por James Buchanan (Economia e Sociedade) - Eduardo Angeli (2019)
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