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Solange Regina Marin

também conhecido como: Solange Marin, Marin

A professora da UFSC que pesquisa desenvolvimento pela ótica das capacitações de Amartya Sen: economia institucional, desigualdade, pobreza e economia feminista no mesmo programa.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Institucional

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Desenvolvimento é renda alta ou é a liberdade real de as pessoas viverem a vida que valorizam? A abordagem das capacitações de Amartya Sen, que este dicionário percorre, escolheu a segunda resposta. Solange Regina Marin, professora do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC, é uma âncora brasileira documentada dessa tradição: pesquisa metodologia, filosofia e história do pensamento econômico, economia institucional, desenvolvimento, desigualdade e pobreza e economia feminista, e dirige o núcleo NEEF, trabalhando a abordagem das capacitações de Sen.

No seu bolso

Duas pessoas com a mesma renda podem ter liberdades muito diferentes: uma com escola e saúde por perto, outra sem. A abordagem das capacitações que esta linha trabalha enxerga exatamente essa diferença que a renda esconde.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Capacitações de Sen

    Liberdade real, não só renda

  2. 02

    Pobreza e desigualdade

    Privação de capacidades

  3. 03

    Instituições

    Regras que ampliam ou bloqueiam

  4. 04

    Economia feminista

    O cuidado no bem-estar

Indo mais fundo

Como funciona

Capacitações, não só renda

Para a abordagem das capacitações, o que importa não é apenas quanto a pessoa tem, mas o que ela consegue de fato ser e fazer: estar bem nutrida, ter educação, participar da vida pública. A linha de pesquisa documentada trabalha essa moldura de Sen para repensar pobreza e desigualdade como privação de capacidades, não só de dinheiro, conectando a economia do desenvolvimento à filosofia moral e à medição do bem-estar.

Instituições e a dimensão feminista

A agenda documentada soma duas frentes a essa base. A economia institucional pergunta como regras, normas e organizações ampliam ou bloqueiam capacitações, ligando Sen às instituições que este portal mapeia. A economia feminista acrescenta uma lente que a métrica de renda costuma ignorar: o trabalho de cuidado e as desigualdades de gênero, território dos nossos termos de economia feminista e economia do cuidado. As três frentes convergem numa pergunta: que instituições e que reconhecimento do cuidado ampliam a liberdade real das pessoas?

Visão técnica

A leitura da escola Institucional

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de metodologia e história do pensamento econômico, economia institucional, desenvolvimento, desigualdade, pobreza e economia feminista, ancorada na abordagem das capacitações de Amartya Sen, posiciona a pesquisa no cruzamento de tradições que este portal trata separadamente e que aqui aparecem articuladas. A marca distintiva é usar Sen como eixo integrador: pobreza e desigualdade lidas como privação de capacitações, instituições avaliadas pelo quanto expandem liberdades reais, e a economia feminista incorporando o cuidado ao cálculo do bem-estar. É o cruzamento exato dos termos de Amartya Sen, economia institucional, pobreza, desigualdade e economia feminista deste dicionário, com a direção do NEEF como infraestrutura documentada.

Registro de pesquisadora em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandida conforme a obra. A presença neste pilar registra a recepção viva da obra de Sen no Brasil: não citação ocasional, mas programa de pesquisa que liga capacitações, instituições e economia feminista.

No mercado

Por que programas de transferência de renda nem sempre tiram pessoas da pobreza de forma duradoura? A leitura por capacitações desta linha de pesquisa investiga o que falta além do dinheiro: saúde, educação, instituições e tempo.

Atenção

Mitos e erros comuns

Medir bem-estar só pela renda

A abordagem das capacitações mostra que renda igual não significa liberdade igual: o que a pessoa consegue ser e fazer depende também de saúde, educação e instituições. Pobreza é privação de capacidades, não só de dinheiro.

Tratar economia feminista como tema à parte

Na agenda documentada nesta linha, ela é parte da medição do bem-estar: ignorar o trabalho de cuidado e as desigualdades de gênero distorce qualquer conta de desenvolvimento. É lente analítica, não apêndice.

Veja também

Conceitos conectados

Perguntas frequentes

O que pesquisa Solange Regina Marin? +

Metodologia e história do pensamento econômico, economia institucional, desenvolvimento, desigualdade, pobreza e economia feminista, ancorada na abordagem das capacitações de Amartya Sen. É professora do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC e dirige o NEEF, segundo o perfil público.

O que é a abordagem das capacitações? +

Uma forma de avaliar bem-estar e desenvolvimento, proposta por Amartya Sen, que olha não para a renda, mas para o que as pessoas de fato conseguem ser e fazer: a liberdade real de viver a vida que valorizam.

Fontes e referências

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