No dia a dia
O que é, em palavras simples
A economia tem geografia: ela se concentra em certos lugares, deixa outros para trás e organiza cadeias produtivas que cruzam o mundo. Hoyêdo Nunes Lins, professor titular aposentado da UFSC, atuando como voluntário no Programa de Pós-Graduação em Economia e na linha de Economia Política Internacional do PPGRI, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa desenvolvimento econômico, desenvolvimento regional e urbano, história econômica e cadeias globais de valor, com doutorado pela Universidade de Tours, na França.
No seu bolso
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01
A economia tem geografia
Concentração e periferia
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02
Pesquisa na UFSC
Desenvolvimento regional e sistemas-mundo
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03
Escala do território
Clusters e aglomerações produtivas
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04
Escala do mundo
Cadeias globais e divisão do trabalho
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil no PPGEco/UFSC registra como áreas o desenvolvimento econômico, o desenvolvimento regional e urbano e a história econômica; somam-se a globalização, a geopolítica e as cadeias globais de valor. É o território em que a economia encontra o espaço e o sistema mundial: por que a riqueza se concentra, como as regiões se integram e o que isso faz com o desenvolvimento.
Clusters e sistemas-mundo
Lins é autor de trabalho de referência sobre clusters industriais, competitividade e desenvolvimento regional, e cofundador de grupo de pesquisa em economia política dos sistemas-mundo. É a leitura do espaço econômico em duas escalas: a do território (os clusters, as aglomerações) e a do mundo (a divisão internacional do trabalho, o centro e a periferia), conectando os termos de economia da aglomeração, economia urbana, centro-periferia e dependência deste dicionário.
Visão técnica
A leitura da escola Sistemas-mundo
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de desenvolvimento regional e urbano, clusters e cadeias globais de valor, somada à filiação à economia política dos sistemas-mundo e à linha de Economia Política Internacional, posiciona a pesquisa na tradição que lê o espaço econômico como estrutura de poder, a linhagem que este portal toca em centro-periferia e dependência. A marca distintiva é articular duas escalas: a microrregional dos clusters e aglomerações produtivas e a mundial das cadeias globais de valor e da divisão internacional do trabalho, o cruzamento dos nossos termos de economia da aglomeração, economia urbana, desigualdade regional e dependência.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra que a economia política do espaço e do desenvolvimento regional tem produção, ensino e endereços nacionais.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Tratar o espaço como neutro na economia
Olhar só uma escala
Veja também
Conceitos conectados
Dependência
A teoria de que o subdesenvolvimento da periferia não é um atraso a ser superado, mas o produto histórico da sua relação subordinada com os países centrais.
Centro-periferia
O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.
Economia urbana
O campo que estuda por que as cidades existem, crescem e concentram a produção, e por que tudo isso tem um preço: aglomeração, terra cara, congestionamento e desigualdade no mesmo lugar.
Economia da aglomeração
Os ganhos de produtividade que surgem quando pessoas e empresas se concentram num mesmo lugar: mais mão de obra, mais fornecedores e, sobretudo, ideias que circulam, segundo Marshall, "no ar".
Desigualdade regional
Por que, dentro de um mesmo país, algumas regiões ficam ricas e outras para trás: as forças de mercado tendem a concentrar o desenvolvimento, e reverter isso costuma exigir ação deliberada.
Silvio Antônio Ferraz Cário
O professor do PPGEco da UFSC que pesquisa economia da inovação, reestruturação produtiva e aglomerações produtivas: o paradigma microdinâmico neo-schumpeteriano em produção brasileira.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Hoyêdo Nunes Lins? +
Desenvolvimento econômico, desenvolvimento regional e urbano, história econômica e cadeias globais de valor, com doutorado pela Universidade de Tours (França). É professor da UFSC, ligado ao PPGEco e à linha de Economia Política Internacional do PPGRI, e cofundador de grupo em economia política dos sistemas-mundo.
Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +
Na economia política do espaço: os clusters e a economia da aglomeração na escala local, e a relação centro-periferia e a dependência na escala mundial, conectando esses termos do dicionário.
Fontes e referências
- Acadêmica Hoyêdo Nunes Lins: professor do PPGEco e áreas (UFSC) - UFSC
- Acadêmica Clusters industriais, competitividade e desenvolvimento regional - H. N. Lins (2000)
- Acadêmica Clusters industriais: uma experiência no Brasil meridional (Revista de Economia, UFPR) - H. N. Lins (2001)
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