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Autores Nível 4 Avançado

Andrés Ernesto Ferrari Haines

também conhecido como: Andrés Ferrari, Andrés Ferrari Haines

O professor da UFRGS que pesquisa desenvolvimento, a economia argentina e a geopolítica internacional: história do pensamento e relações econômicas globais, em produção documentada.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Estruturalista

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Por que a Argentina, tão parecida com o Brasil, teve uma trajetória econômica tão própria, e como a disputa entre potências molda o desenvolvimento, são perguntas de história e geopolítica econômica. Andrés Ernesto Ferrari Haines, professor associado do Departamento de Economia e Relações Internacionais (FCE) da UFRGS, é um nome documentado nessa fronteira: pesquisa desenvolvimento, a economia argentina e as relações econômicas internacionais, com doutorado em Economia pela UFRGS.

No seu bolso

Entender por que a Argentina viveu crises tão diferentes das brasileiras é olhar a história econômica do país: um dos objetos de pesquisa documentados dessa linha na UFRGS.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Desenvolvimento

    Questão histórica e política

  2. 02

    Pesquisa na UFRGS

    Argentina e geopolítica

  3. 03

    Modelo neoliberal

    Crítica pelo caso argentino

  4. 04

    Tabuleiro global

    China, Índia e América Latina

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

A obra documentada cobre o desenvolvimento e a crítica ao modelo neoliberal, a história econômica da Argentina e a geopolítica das relações econômicas internacionais (China, América Latina). Leciona História do Pensamento Econômico e História Econômica Contemporânea, com formação na UBA, na Unicamp e na UFRGS.

Argentina, China e desenvolvimento

A marca do trabalho é olhar o desenvolvimento pelo caso argentino e pela reconfiguração geopolítica do poder econômico mundial, da disputa entre China e Índia à reposição da América Latina no tabuleiro. É o cruzamento dos termos de desenvolvimento econômico, dependência e globalização deste dicionário, lido por quem ensina a história das ideias e das economias.

Visão técnica

A leitura da escola Estruturalista

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de desenvolvimento, economia argentina, história do pensamento e geopolítica posiciona a pesquisa no cruzamento entre história econômica, desenvolvimento e relações internacionais, o terreno que este portal toca em desenvolvimento econômico, dependência e globalização. A marca distintiva, segundo a obra documentada (a economia argentina nos anos 1990, a disputa geopolítica China-Índia e a América Latina), é ler o desenvolvimento como questão histórica e geopolítica, e não apenas como modelo abstrato.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: a formação latino-americana (UBA, Unicamp) e o foco em desenvolvimento sugerem afinidade estruturalista, mas nenhuma escola é declarada nas fontes, e por isso a corrente teórica fica não atribuída. Cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.

No mercado

Quando a ascensão da China e a disputa com os Estados Unidos mudam o lugar da América Latina no comércio mundial, o tema é geopolítica econômica: o foco da pesquisa documentada dessa linha.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar desenvolvimento como receita universal

A pesquisa documentada lê o desenvolvimento pela história concreta (o caso argentino) e pela geopolítica, mostrando que não há modelo único que funcione fora do contexto de cada país.

Ignorar a geopolítica na economia

A obra documentada trata as relações econômicas internacionais como disputa de poder entre potências; abstrair isso empobrece a análise do desenvolvimento da periferia.

Veja também

Conceitos conectados

Comércio internacional nível 2

Globalização

A integração crescente das economias do mundo, pelo comércio, capital, tecnologia e pessoas: encurta distâncias e acirra interdependências.

Teoria econômica nível 3

Desenvolvimento econômico

A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.

Teoria econômica nível 4

Dependência

A teoria de que o subdesenvolvimento da periferia não é um atraso a ser superado, mas o produto histórico da sua relação subordinada com os países centrais.

Teoria econômica nível 4

Estruturalismo

A corrente latino-americana de Prebisch e Celso Furtado: o subdesenvolvimento não é atraso a ser vencido pelo tempo, mas uma condição estrutural ligada à posição na economia mundial.

Comércio internacional nível 4

Centro-periferia

O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.

Autores nível 4

Pedro Cezar Dutra Fonseca

O professor titular da UFRGS e referência em desenvolvimentismo brasileiro: a economia do Brasil e as interpretações do país, na tradição estruturalista da CEPAL.

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Ricardo Dathein

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Samuel Costa Peres

O professor da UFRGS que pesquisa crescimento, integração financeira internacional e (sub)desenvolvimento: Furtado e a dependência relidos com dados, em produção documentada.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Andrés Ferrari Haines? +

Desenvolvimento e crítica ao neoliberalismo, história econômica da Argentina e geopolítica das relações econômicas internacionais (China, América Latina). É professor associado da FCE/UFRGS, leciona História do Pensamento Econômico e tem doutorado em Economia pela UFRGS.

Por que entra com escola não atribuída? +

Porque, apesar da afinidade com a tradição estruturalista latino-americana, nenhuma escola é declarada nas fontes consultadas. A régua da casa conecta por tema (desenvolvimento econômico, dependência, globalização) sem rotular o autor.

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