No dia a dia
O que é, em palavras simples
Inovação não acontece no vácuo: depende de quem está em volta, de quem aprende com quem, das instituições que cercam a empresa. A economia da inovação que este pilar percorre (Schumpeter, Freeman, Mazzucato) tem essa dimensão territorial e sistêmica, e Ana Lúcia Tatsch, professora da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nela: suas áreas registradas são Economia Industrial e da Tecnologia, com pesquisa em inovação, sistemas inovativos e arranjos produtivos locais.
No seu bolso
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01
A herança de Schumpeter
Inovação como motor
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02
Sistemas inovativos
A rede, não só a empresa
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03
Arranjos locais
A inovação no território
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04
Pesquisa na UFRGS
A lente aplicada ao Brasil
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público registra a agenda de economia industrial e da tecnologia, com três objetos articulados: a inovação, os sistemas inovativos e os arranjos produtivos locais. É a leitura sistêmica da mudança técnica, a ideia de que a capacidade de inovar de um país ou de uma região não está só dentro de cada empresa, mas na rede de relações, instituições e aprendizado que as conecta. A página institucional também associa a pesquisadora ao NETIT (UFRGS) e ao diálogo com a RedeSist, a rede que difundiu no Brasil o conceito de arranjos e sistemas produtivos e inovativos locais.
Do indivíduo ao sistema
Onde a visão ingênua trata inovação como invento solitário, a abordagem de sistemas inovativos olha para o conjunto: universidades, fornecedores, financiamento, política e a empresa, tudo junto. Os arranjos produtivos locais aplicam essa lente ao território, perguntando por que certas regiões concentram aprendizado e capacidade técnica. É a tradição que Freeman ajudou a fundar (o sistema nacional de inovação) lida em chave brasileira e regional, parente direta da destruição criativa de Schumpeter deste dicionário.
Visão técnica
A leitura da escola Evolucionária
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a agenda declarada de economia industrial e da tecnologia, centrada em inovação, sistemas inovativos e arranjos produtivos locais, filia a pesquisa à tradição neo-schumpeteriana sistêmica, a linhagem que vai de Schumpeter a Freeman e à ideia de sistema de inovação como unidade de análise. A particularidade documentada é o recorte territorial e o vínculo com o NETIT e com o universo conceitual da RedeSist: a inovação tratada como fenômeno coletivo, situado em arranjos locais, em diálogo com os termos de destruição criativa deste dicionário e com a defesa do papel ativo do Estado e das instituições que Mazzucato representa no nosso acervo. É a economia da inovação pensada a partir do chão produtivo brasileiro.
Registro de pesquisadora em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandida conforme a obra. A presença neste pilar registra que a economia da inovação tem produção brasileira documentada, com agenda, endereço e recorte territorial próprios.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Confundir inovação com invento solitário
Ignorar a dimensão territorial
Veja também
Conceitos conectados
Destruição criativa
O conceito de Joseph Schumpeter: o capitalismo se renova destruindo o que existe, quando inovações varrem produtos, empresas e empregos antigos para criar novos.
Nelson e Winter
A dupla americana que refundou Schumpeter com Darwin: firmas operam por rotinas, inovam buscando e o mercado seleciona. A bíblia evolucionária é de 1982.
Mariana Mazzucato
A ítalo-americana (1968-) que virou o debate sobre inovação: o Estado como investidor de primeira hora, das tecnologias do iPhone às missões. A economista mais influente da política industrial atual.
Christopher Freeman
O britânico (1921-2010) que mostrou que a inovação não é obra de gênios isolados, e sim de um sistema: empresas, universidades, governo e bancos que aprendem juntos. Fundador dos estudos de inovação.
Octávio Augusto Camargo Conceição
O professor da UFRGS que faz a ponte entre o institucionalismo e a economia evolucionária: as instituições como fundamento da mudança econômica, em produção brasileira.
Luisa Alem Ribeiro
A professora da UFRGS que cruza economia da inovação com economia da saúde: sistemas de inovação aplicados ao complexo da saúde, em chave brasileira.
Marcilene Aparecida Martins
A professora da UFRGS que une comércio internacional, economia da tecnologia e desenvolvimento: a tese de que vantagem comercial se constrói com capacidade técnica.
Henrique Morrone
O professor da UFRGS que pesquisa crescimento pós-keynesiano e macroeconomia estruturalista: a demanda como motor, lida com insumo-produto e redes.
Pedro Cezar Dutra Fonseca
O professor titular da UFRGS e referência em desenvolvimentismo brasileiro: a economia do Brasil e as interpretações do país, na tradição estruturalista da CEPAL.
Ronaldo Herrlein Júnior
O professor da UFRGS que pesquisa economia política, Estado e desenvolvimento: o papel do Estado na trajetória econômica, lido pela história e pela tradição estruturalista.
Ricardo Dathein
O professor do PPGE da UFRGS que pesquisa economia do desenvolvimento e desenvolvimentismo: a tradição estruturalista e da inovação aplicada ao desenvolvimento brasileiro, organizada em obra de referência.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Ana Lúcia Tatsch? +
Economia Industrial e da Tecnologia, com foco em inovação, sistemas inovativos e arranjos produtivos locais. O perfil institucional na FCE/UFRGS a associa ao NETIT e ao diálogo com a RedeSist, a rede que difundiu no Brasil a leitura sistêmica e territorial da inovação.
Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +
Na tradição neo-schumpeteriana: a inovação como motor (destruição criativa), lida em chave sistêmica e territorial (Freeman, sistemas de inovação) e com papel ativo de instituições e Estado (Mazzucato), aplicada ao chão produtivo brasileiro.
Fontes e referências
- Acadêmica Ana Lúcia Tatsch: perfil institucional (FCE/UFRGS) - UFRGS
- Acadêmica Docentes da Faculdade de Ciências Econômicas - UFRGS
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