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Autores Nível 4 Avançado

Pedro Cezar Dutra Fonseca

também conhecido como: Fonseca

O professor titular da UFRGS e referência em desenvolvimentismo brasileiro: a economia do Brasil e as interpretações do país, na tradição estruturalista da CEPAL.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Estruturalista

No dia a dia

O que é, em palavras simples

O que é o desenvolvimentismo, esse projeto de usar o Estado para industrializar o país, que marcou a história econômica do Brasil? A tradição estruturalista da CEPAL que este dicionário percorre (Prebisch, Furtado) é a matriz desse debate, e Pedro Cezar Dutra Fonseca, professor titular da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, é uma referência brasileira documentada no tema: suas áreas registradas são Economia Brasileira e Desenvolvimento Sócio-Econômico e Interpretações do Brasil, e ele coordena o Nephe.

No seu bolso

A indústria nacional que produz desde alimentos até automóveis nasceu de um projeto histórico de substituir importações: esse desenvolvimentismo é o objeto de pesquisa documentado nessa linha.
Anatomia do conceito
  1. 01

    A CEPAL

    Prebisch e Furtado

  2. 02

    Desenvolvimentismo

    Estado e industrialização

  3. 03

    Interpretações do Brasil

    Quem somos economicamente

  4. 04

    Pesquisa na UFRGS

    A história econômica nacional

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público registra a condição de professor titular e duas grandes frentes: Economia Brasileira e Desenvolvimento Sócio-Econômico e Interpretações do Brasil, com a coordenação do Nephe (núcleo de estudos dedicado a pensamento e história econômica). O eixo é o desenvolvimentismo brasileiro: o projeto histórico de industrializar o país pela ação do Estado, suas origens, suas fases e suas interpretações, no qual o pesquisador é referência reconhecida.

Interpretar o Brasil

Estudar as interpretações do Brasil é entrar no debate clássico sobre quem somos economicamente: as leituras de Furtado, da CEPAL e dos pensadores que tentaram explicar o atraso e o caminho do desenvolvimento nacional. O desenvolvimentismo é o fio que organiza essa história: como o Estado conduziu a industrialização por substituição de importações e que projeto de país estava em jogo. É o encontro dos termos de estruturalismo, desenvolvimento econômico e da herança de Celso Furtado deste dicionário, lido a partir da história econômica brasileira.

Visão técnica

A leitura da escola Estruturalista

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação declarada de economia brasileira, desenvolvimento sócio-econômico e interpretações do Brasil, somada à coordenação do Nephe e à condição de referência em desenvolvimentismo, filia a pesquisa à tradição estruturalista e à historiografia do pensamento econômico nacional, na linhagem que vem da CEPAL de Prebisch e Furtado. O foco no desenvolvimentismo, o projeto de industrialização conduzida pelo Estado e suas interpretações, é exatamente o cruzamento dos termos de estruturalismo, desenvolvimento econômico e da herança de Celso Furtado deste dicionário. A condição de professor titular e o vínculo com a FCE/UFRGS documentam a senioridade e a função formadora dessa agenda, central para compreender a economia brasileira do século XX.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, coordenação de núcleo, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra a historiografia econômica e o estudo do desenvolvimentismo em produção brasileira de referência.

No mercado

Por que o Brasil industrializou-se da forma como o fez, e o que mudou desde então? A leitura estruturalista e desenvolvimentista da história econômica é a chave da pesquisa documentada nessa agenda.

Atenção

Mitos e erros comuns

Confundir desenvolvimentismo com mero intervencionismo

O desenvolvimentismo é um projeto histórico de industrialização conduzida pelo Estado, com diagnóstico e estratégia próprios na tradição da CEPAL. Reduzi-lo a gasto público ou a intervenção genérica perde o que ele tem de projeto de nação.

Ignorar as interpretações do Brasil

Entender a economia brasileira exige conhecer como Furtado, a CEPAL e outros a interpretaram. Tratar a história econômica nacional sem esse debate é analisar o país sem as lentes que o explicaram.

Veja também

Conceitos conectados

Teoria econômica nível 3

Desenvolvimento econômico

A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.

Teoria econômica nível 4

Estruturalismo

A corrente latino-americana de Prebisch e Celso Furtado: o subdesenvolvimento não é atraso a ser vencido pelo tempo, mas uma condição estrutural ligada à posição na economia mundial.

Comércio internacional nível 4

Centro-periferia

O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.

Pensadores nível 3

Celso Furtado

O paraibano (1920-2004) que explicou o Brasil pela economia: o subdesenvolvimento não é atraso na fila, é uma formação histórica própria. Fundador da SUDENE, expoente da CEPAL.

Autores nível 4

Octávio Augusto Camargo Conceição

O professor da UFRGS que faz a ponte entre o institucionalismo e a economia evolucionária: as instituições como fundamento da mudança econômica, em produção brasileira.

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Ana Lúcia Tatsch

A professora da UFRGS que pesquisa economia industrial e da tecnologia: inovação, sistemas inovativos e arranjos produtivos locais, a herança de Schumpeter aplicada ao território.

Autores nível 4

Henrique Morrone

O professor da UFRGS que pesquisa crescimento pós-keynesiano e macroeconomia estruturalista: a demanda como motor, lida com insumo-produto e redes.

Autores nível 4

Ronaldo Herrlein Júnior

O professor da UFRGS que pesquisa economia política, Estado e desenvolvimento: o papel do Estado na trajetória econômica, lido pela história e pela tradição estruturalista.

Autores nível 4

Ricardo Dathein

O professor do PPGE da UFRGS que pesquisa economia do desenvolvimento e desenvolvimentismo: a tradição estruturalista e da inovação aplicada ao desenvolvimento brasileiro, organizada em obra de referência.

Autores nível 4

Andrés Ernesto Ferrari Haines

O professor da UFRGS que pesquisa desenvolvimento, a economia argentina e a geopolítica internacional: história do pensamento e relações econômicas globais, em produção documentada.

Autores nível 4

Samuel Costa Peres

O professor da UFRGS que pesquisa crescimento, integração financeira internacional e (sub)desenvolvimento: Furtado e a dependência relidos com dados, em produção documentada.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Pedro Cezar Dutra Fonseca? +

Economia Brasileira e Desenvolvimento Sócio-Econômico e Interpretações do Brasil, como professor titular da FCE/UFRGS e coordenador do Nephe. É referência reconhecida no estudo do desenvolvimentismo brasileiro, na tradição estruturalista da CEPAL.

O que é o desenvolvimentismo brasileiro? +

É o projeto histórico de industrializar o país pela ação do Estado, com diagnóstico ancorado na tradição da CEPAL (Prebisch, Furtado): substituição de importações, política industrial e um projeto de desenvolvimento nacional que marcou a economia do Brasil no século XX.

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