No dia a dia
O que é, em palavras simples
Por que o nível do câmbio importa para o futuro industrial de um país é uma das perguntas centrais do debate sobre desenvolvimento no Brasil. Hugo Carcanholo Iasco Pereira, docente do Departamento de Economia (DEPECON) da UFPR, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa macroeconomia do desenvolvimento, taxa de câmbio real e crescimento e mudança estrutural, com doutorado em Economia pela UFMG/Cedeplar.
No seu bolso
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01
Câmbio real
O preço que move a indústria
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02
Pesquisa na UFPR
Macroeconomia do desenvolvimento
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03
Câmbio competitivo
Sustenta produção e crescimento
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04
Mudança estrutural
Reverter a desindustrialização
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
A obra documentada gira em torno da macroeconomia do desenvolvimento: o papel da taxa de câmbio real competitiva no crescimento, a (des)industrialização e a mudança estrutural, além do investimento público e da infraestrutura. É a economia do desenvolvimento no registro macroeconômico aplicado, com modelos e dados sobre a estrutura produtiva brasileira.
Câmbio competitivo e indústria
A marca do trabalho é a abordagem neoestruturalista do câmbio: a tese de que uma taxa de câmbio real competitiva e estável sustenta a indústria e o crescimento, em diálogo com a tradição de Furtado e com a vertente novo-desenvolvimentista (coautoria com Fabrício Missio). É o cruzamento dos termos de câmbio, doença holandesa e desenvolvimento econômico deste dicionário.
Visão técnica
A leitura da escola Estruturalista
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de macroeconomia do desenvolvimento, taxa de câmbio real e mudança estrutural posiciona a pesquisa na tradição estruturalista e novo-desenvolvimentista, a linhagem que este portal percorre de Raúl Prebisch e Celso Furtado ao debate contemporâneo sobre câmbio e indústria. A marca distintiva, segundo a obra documentada (a abordagem neoestruturalista do câmbio e da inflação nos setores manufatureiros brasileiros, o investimento público e o investimento privado), é tratar o nível do câmbio real como variável de desenvolvimento, e não só de curto prazo, o cruzamento dos nossos termos de câmbio, doença holandesa e desenvolvimento econômico.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: a filiação estruturalista e novo-desenvolvimentista é sustentada pelos títulos e veículos da obra (a "neo-structuralist approach", o Journal of Post Keynesian Economics, a coautoria com Fabrício Missio), não por rótulo na ficha institucional. Cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Tratar o câmbio como questão só de curto prazo
Achar que desindustrialização é destino natural
Veja também
Conceitos conectados
Câmbio
O preço de uma moeda em relação a outra: quanto custa um dólar em reais, e o que isso muda nos preços, nas viagens e na economia.
Crescimento econômico
O aumento da produção de bens e serviços de uma economia ao longo do tempo: o que faz o bolo crescer, medido em geral pela variação do PIB.
Estruturalismo
A corrente latino-americana de Prebisch e Celso Furtado: o subdesenvolvimento não é atraso a ser vencido pelo tempo, mas uma condição estrutural ligada à posição na economia mundial.
Centro-periferia
O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.
Doença holandesa
O paradoxo em que a exportação de recursos naturais valoriza tanto o câmbio que sufoca a indústria do país: a riqueza do subsolo empobrecendo a da fábrica.
Celso Furtado
O paraibano (1920-2004) que explicou o Brasil pela economia: o subdesenvolvimento não é atraso na fila, é uma formação histórica própria. Fundador da SUDENE, expoente da CEPAL.
Marcelo Luiz Curado
O professor da UFPR que pesquisa desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano, macroeconomia e história do pensamento econômico brasileiro: a tradição estruturalista do desenvolvimento em produção nacional.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Hugo Iasco Pereira? +
Macroeconomia do desenvolvimento: o papel da taxa de câmbio real competitiva no crescimento, a desindustrialização e a mudança estrutural, além do investimento público. É docente do DEPECON/UFPR, com doutorado em Economia Aplicada pela UFMG/Cedeplar e obra em periódicos internacionais.
Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +
Na tradição estruturalista e novo-desenvolvimentista que liga Raúl Prebisch e Celso Furtado aos termos de câmbio, doença holandesa e desenvolvimento econômico, com a taxa de câmbio real competitiva no centro.
Fontes e referências
- Acadêmica Hugo Iasco Pereira: perfil docente e áreas (DEPECON/UFPR) - UFPR
- Acadêmica Exchange rate and inflation: a neo-structuralist approach for Brazilian manufacturing sectors, 2010-2019 (Journal of Post Keynesian Economics) - H. C. Iasco Pereira (2024)
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