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Autores Nível 4 Avançado

Hugo Carcanholo Iasco Pereira

também conhecido como: Hugo Iasco-Pereira, Hugo Iasco Pereira

O professor da UFPR que pesquisa câmbio real, crescimento e desindustrialização na chave novo-desenvolvimentista: o desenvolvimento brasileiro pela ótica da taxa de câmbio competitiva.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Estruturalista

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Por que o nível do câmbio importa para o futuro industrial de um país é uma das perguntas centrais do debate sobre desenvolvimento no Brasil. Hugo Carcanholo Iasco Pereira, docente do Departamento de Economia (DEPECON) da UFPR, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa macroeconomia do desenvolvimento, taxa de câmbio real e crescimento e mudança estrutural, com doutorado em Economia pela UFMG/Cedeplar.

No seu bolso

Quando o real se valoriza demais e produtos importados ficam baratos a ponto de fechar fábricas, está em jogo o câmbio real competitivo: um dos objetos de pesquisa documentados dessa linha na UFPR.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Câmbio real

    O preço que move a indústria

  2. 02

    Pesquisa na UFPR

    Macroeconomia do desenvolvimento

  3. 03

    Câmbio competitivo

    Sustenta produção e crescimento

  4. 04

    Mudança estrutural

    Reverter a desindustrialização

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

A obra documentada gira em torno da macroeconomia do desenvolvimento: o papel da taxa de câmbio real competitiva no crescimento, a (des)industrialização e a mudança estrutural, além do investimento público e da infraestrutura. É a economia do desenvolvimento no registro macroeconômico aplicado, com modelos e dados sobre a estrutura produtiva brasileira.

Câmbio competitivo e indústria

A marca do trabalho é a abordagem neoestruturalista do câmbio: a tese de que uma taxa de câmbio real competitiva e estável sustenta a indústria e o crescimento, em diálogo com a tradição de Furtado e com a vertente novo-desenvolvimentista (coautoria com Fabrício Missio). É o cruzamento dos termos de câmbio, doença holandesa e desenvolvimento econômico deste dicionário.

Visão técnica

A leitura da escola Estruturalista

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de macroeconomia do desenvolvimento, taxa de câmbio real e mudança estrutural posiciona a pesquisa na tradição estruturalista e novo-desenvolvimentista, a linhagem que este portal percorre de Raúl Prebisch e Celso Furtado ao debate contemporâneo sobre câmbio e indústria. A marca distintiva, segundo a obra documentada (a abordagem neoestruturalista do câmbio e da inflação nos setores manufatureiros brasileiros, o investimento público e o investimento privado), é tratar o nível do câmbio real como variável de desenvolvimento, e não só de curto prazo, o cruzamento dos nossos termos de câmbio, doença holandesa e desenvolvimento econômico.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: a filiação estruturalista e novo-desenvolvimentista é sustentada pelos títulos e veículos da obra (a "neo-structuralist approach", o Journal of Post Keynesian Economics, a coautoria com Fabrício Missio), não por rótulo na ficha institucional. Cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.

No mercado

O debate sobre se um câmbio mais desvalorizado e estável ajudaria a reindustrializar o Brasil é tratado na chave novo-desenvolvimentista: a pesquisa documentada mede esses efeitos com modelos e dados.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar o câmbio como questão só de curto prazo

Na abordagem novo-desenvolvimentista, e na pesquisa documentada, o nível do câmbio real afeta a estrutura produtiva e o crescimento de longo prazo, não apenas a inflação e o turismo do mês.

Achar que desindustrialização é destino natural

A pesquisa documentada trata a desindustrialização como resultado de variáveis (entre elas o câmbio) que a política pode influenciar, não como etapa inevitável do desenvolvimento.

Veja também

Conceitos conectados

Macroeconomia nível 2

Câmbio

O preço de uma moeda em relação a outra: quanto custa um dólar em reais, e o que isso muda nos preços, nas viagens e na economia.

Macroeconomia nível 3

Crescimento econômico

O aumento da produção de bens e serviços de uma economia ao longo do tempo: o que faz o bolo crescer, medido em geral pela variação do PIB.

Teoria econômica nível 4

Estruturalismo

A corrente latino-americana de Prebisch e Celso Furtado: o subdesenvolvimento não é atraso a ser vencido pelo tempo, mas uma condição estrutural ligada à posição na economia mundial.

Comércio internacional nível 4

Centro-periferia

O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.

Comércio internacional nível 3

Doença holandesa

O paradoxo em que a exportação de recursos naturais valoriza tanto o câmbio que sufoca a indústria do país: a riqueza do subsolo empobrecendo a da fábrica.

Pensadores nível 3

Celso Furtado

O paraibano (1920-2004) que explicou o Brasil pela economia: o subdesenvolvimento não é atraso na fila, é uma formação histórica própria. Fundador da SUDENE, expoente da CEPAL.

Autores nível 4

Marcelo Luiz Curado

O professor da UFPR que pesquisa desenvolvimentismo brasileiro e latino-americano, macroeconomia e história do pensamento econômico brasileiro: a tradição estruturalista do desenvolvimento em produção nacional.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Hugo Iasco Pereira? +

Macroeconomia do desenvolvimento: o papel da taxa de câmbio real competitiva no crescimento, a desindustrialização e a mudança estrutural, além do investimento público. É docente do DEPECON/UFPR, com doutorado em Economia Aplicada pela UFMG/Cedeplar e obra em periódicos internacionais.

Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +

Na tradição estruturalista e novo-desenvolvimentista que liga Raúl Prebisch e Celso Furtado aos termos de câmbio, doença holandesa e desenvolvimento econômico, com a taxa de câmbio real competitiva no centro.

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