No dia a dia
O que é, em palavras simples
Por que as crises tantas vezes nascem no sistema financeiro? A economia política radical que dialoga com a tradição marxista deste dicionário, e com a leitura da fragilidade financeira de Minsky, faz dessa pergunta um programa, e Marcelo Milan, professor da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nela: suas áreas registradas são Macroeconomia Financeira, Economia Política Radical e Economia da Cultura, juntando a crítica da finança à análise do capitalismo contemporâneo.
No seu bolso
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01
A herança de Marx
Economia política radical
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02
Macroeconomia financeira
Crédito, dívida e ciclo
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03
A intuição de Minsky
A finança desestabiliza
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04
Pesquisa na UFRGS
A crítica em chave brasileira
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público registra três frentes: Macroeconomia Financeira, Economia Política Radical e Economia da Cultura. O eixo é a leitura crítica do capitalismo financeirizado: a macroeconomia financeira estuda como crédito, dívida e ativos moldam o ciclo econômico, e a economia política radical, na tradição que se ancora em Marx, insere isso na análise das relações de poder, classe e acumulação. A economia da cultura amplia o olhar para a mercantilização de bens simbólicos no capitalismo contemporâneo.
Finança e crítica
A macroeconomia financeira pergunta por que a finança, em vez de só lubrificar a economia, periodicamente a desestabiliza, a intuição que aproxima a leitura de Minsky (a estabilidade gera instabilidade) da crítica marxista da acumulação. A economia política radical recusa tratar a finança como técnica neutra: ela é parte de uma estrutura de poder e de distribuição. É o encontro dos termos de marxismo e da tradição de Marx deste dicionário com a análise da instabilidade financeira que Minsky representa no nosso acervo.
Visão técnica
A leitura da escola Marxista
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação declarada de macroeconomia financeira e economia política radical filia a pesquisa à crítica heterodoxa do capitalismo financeirizado, no cruzamento entre a tradição marxista (a finança lida como relação de poder e acumulação) e a leitura da fragilidade financeira que tem em Minsky uma referência. A inclusão da economia da cultura registra a extensão da crítica à mercantilização do simbólico. É o cruzamento dos termos de marxismo e da herança de Marx deste dicionário com a análise da instabilidade financeira de Minsky, agenda em que a crise não é acidente, mas tendência inscrita na estrutura. O vínculo com a FCE/UFRGS documenta a função formadora dessa leitura crítica no Brasil.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra a economia política radical em produção brasileira, com a finança no centro da crítica ao capitalismo contemporâneo.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Tratar a finança como técnica neutra
Achar que crise financeira é só azar
Veja também
Conceitos conectados
Mais-valia
Na teoria de Marx, o valor que o trabalhador produz além do que recebe em salário e que é apropriado pelo dono do capital: a fonte do lucro.
Marxismo
A crítica de Karl Marx ao capitalismo: a história é movida por conflitos de classe, e o lucro nasce do trabalho não pago dos trabalhadores (a mais-valia).
Karl Marx
O filósofo alemão (1818-1883) que fez a crítica mais influente do capitalismo: O Capital analisa o sistema pela lente do conflito entre quem trabalha e quem emprega.
Hyman Minsky
O americano (1919-1996) que morreu marginal e voltou manchete: a instabilidade financeira endógena, o momento Minsky e o Keynes que a síntese havia aparado.
Luiz Augusto Estrella Faria
O professor titular da UFRGS que pesquisa economia política internacional e do desenvolvimento na tradição marxista: o lugar do Brasil e da América Latina no sistema mundial.
Alessandro Donadio Miebach
O professor da UFRGS que pesquisa regimes de crescimento e conflito distributivo na tradição clássico-marxiana: a distribuição funcional da renda no Brasil, em produção documentada.
Carlos Eduardo Schonerwald da Silva
O professor da UFRGS que faz economia política da dívida pública, do câmbio e dos juros no Brasil: a macroeconomia heterodoxa com econometria, em produção documentada.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Marcelo Milan? +
Macroeconomia Financeira, Economia Política Radical e Economia da Cultura, conforme o perfil de docente da FCE/UFRGS. A agenda lê a finança e o capitalismo contemporâneo na tradição crítica, com a instabilidade financeira no centro.
O que é economia política radical? +
É a corrente que, ancorada na tradição de Marx, recusa tratar a economia como técnica neutra e a analisa em termos de poder, classe e acumulação. Aplicada à finança, vê crises não como acidentes, mas como tendência da estrutura do capitalismo.
Fontes e referências
- Acadêmica Marcelo Milan: perfil institucional (FCE/UFRGS) - UFRGS
- Acadêmica Docentes da Faculdade de Ciências Econômicas - UFRGS
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