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Marcelo Milan

também conhecido como: Milan

O professor da UFRGS que pesquisa macroeconomia financeira e economia política radical: a finança como fonte de instabilidade, lida na tradição crítica.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Marxista

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Por que as crises tantas vezes nascem no sistema financeiro? A economia política radical que dialoga com a tradição marxista deste dicionário, e com a leitura da fragilidade financeira de Minsky, faz dessa pergunta um programa, e Marcelo Milan, professor da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nela: suas áreas registradas são Macroeconomia Financeira, Economia Política Radical e Economia da Cultura, juntando a crítica da finança à análise do capitalismo contemporâneo.

No seu bolso

Bolhas de ativos, endividamento das famílias e crédito que aperta de repente não são acidentes isolados: na macroeconomia financeira crítica, são padrão do capitalismo financeirizado, o objeto de pesquisa documentado nessa linha.
Anatomia do conceito
  1. 01

    A herança de Marx

    Economia política radical

  2. 02

    Macroeconomia financeira

    Crédito, dívida e ciclo

  3. 03

    A intuição de Minsky

    A finança desestabiliza

  4. 04

    Pesquisa na UFRGS

    A crítica em chave brasileira

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público registra três frentes: Macroeconomia Financeira, Economia Política Radical e Economia da Cultura. O eixo é a leitura crítica do capitalismo financeirizado: a macroeconomia financeira estuda como crédito, dívida e ativos moldam o ciclo econômico, e a economia política radical, na tradição que se ancora em Marx, insere isso na análise das relações de poder, classe e acumulação. A economia da cultura amplia o olhar para a mercantilização de bens simbólicos no capitalismo contemporâneo.

Finança e crítica

A macroeconomia financeira pergunta por que a finança, em vez de só lubrificar a economia, periodicamente a desestabiliza, a intuição que aproxima a leitura de Minsky (a estabilidade gera instabilidade) da crítica marxista da acumulação. A economia política radical recusa tratar a finança como técnica neutra: ela é parte de uma estrutura de poder e de distribuição. É o encontro dos termos de marxismo e da tradição de Marx deste dicionário com a análise da instabilidade financeira que Minsky representa no nosso acervo.

Visão técnica

A leitura da escola Marxista

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação declarada de macroeconomia financeira e economia política radical filia a pesquisa à crítica heterodoxa do capitalismo financeirizado, no cruzamento entre a tradição marxista (a finança lida como relação de poder e acumulação) e a leitura da fragilidade financeira que tem em Minsky uma referência. A inclusão da economia da cultura registra a extensão da crítica à mercantilização do simbólico. É o cruzamento dos termos de marxismo e da herança de Marx deste dicionário com a análise da instabilidade financeira de Minsky, agenda em que a crise não é acidente, mas tendência inscrita na estrutura. O vínculo com a FCE/UFRGS documenta a função formadora dessa leitura crítica no Brasil.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra a economia política radical em produção brasileira, com a finança no centro da crítica ao capitalismo contemporâneo.

No mercado

Por que a estabilidade prolongada prepara o terreno para a próxima crise? A leitura que une Minsky à crítica radical da finança é a chave da pesquisa documentada nessa agenda.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar a finança como técnica neutra

A economia política radical insere a finança em relações de poder, classe e acumulação. Vê-la como mero encanamento técnico esconde sua função distributiva e seu papel na geração de crises.

Achar que crise financeira é só azar

Na leitura que une Minsky e a crítica marxista, a instabilidade é tendência inscrita na estrutura do capitalismo financeirizado, não evento fortuito. Tratá-la como acidente impede entender por que ela se repete.

Veja também

Conceitos conectados

Perguntas frequentes

O que pesquisa Marcelo Milan? +

Macroeconomia Financeira, Economia Política Radical e Economia da Cultura, conforme o perfil de docente da FCE/UFRGS. A agenda lê a finança e o capitalismo contemporâneo na tradição crítica, com a instabilidade financeira no centro.

O que é economia política radical? +

É a corrente que, ancorada na tradição de Marx, recusa tratar a economia como técnica neutra e a analisa em termos de poder, classe e acumulação. Aplicada à finança, vê crises não como acidentes, mas como tendência da estrutura do capitalismo.

Fontes e referências

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