No dia a dia
O que é, em palavras simples
Quem produz vacina, medicamento e equipamento médico, e por que isso virou questão estratégica para um país? A economia da inovação que este pilar percorre (Schumpeter, Freeman) tem um capítulo específico na saúde, e Luisa Alem Ribeiro, professora da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nesse cruzamento: suas áreas registradas são Economia Industrial e da Inovação, Economia Brasileira, Economia da Saúde e Sistemas de Inovação e Saúde.
No seu bolso
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01
A herança de Freeman
Sistemas de inovação
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02
Complexo da saúde
Vacina, fármaco, equipamento
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03
Pesquisa na UFRGS
Inovação e saúde juntas
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04
Desenvolvimento
Autonomia tecnológica
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público registra uma agenda integrada: Economia Industrial e da Inovação, Economia Brasileira, Economia da Saúde e, de forma explícita, Sistemas de Inovação e Saúde. É a aplicação da leitura sistêmica da inovação a um setor estratégico: o complexo produtivo da saúde, onde tecnologia, indústria, política pública e dependência externa se cruzam. Ler inovação e saúde juntas é tratar a capacidade de produzir conhecimento e bens de saúde como questão de desenvolvimento, e não só de gasto público.
Inovação onde mais importa
A pandemia tornou visível o que essa agenda estuda há tempo: quem domina a produção de vacinas, fármacos e equipamentos decide muito da sua autonomia. O conceito de sistema de inovação (Freeman) aplicado à saúde pergunta como universidades, indústria, regulação e financiamento se articulam para gerar capacidade tecnológica num setor que é, ao mesmo tempo, mercado, política social e segurança nacional. É a tradição da destruição criativa deste dicionário aplicada ao terreno mais sensível do desenvolvimento.
Visão técnica
A leitura da escola Evolucionária
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação declarada de economia industrial e da inovação com economia da saúde e sistemas de inovação e saúde filia a pesquisa à tradição neo-schumpeteriana de sistemas de inovação (Freeman) e a aplica a um setor de alto valor estratégico. A tese de fundo, que a capacidade de inovar em saúde é parte do desenvolvimento econômico e não mero efeito do gasto, conecta os termos de destruição criativa e desenvolvimento econômico deste dicionário a uma agenda de política industrial e sanitária. O vínculo com a FCE/UFRGS documenta a função formadora desse recorte no Brasil, num campo em que a dependência tecnológica externa é problema central.
Registro de pesquisadora em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandida conforme a obra. A presença neste pilar registra um cruzamento ainda pouco visível ao leitor geral: a economia da inovação e a economia da saúde lidas juntas, com endereço de pesquisa brasileiro.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Ver saúde só como gasto
Achar inovação em saúde algo só de países ricos
Veja também
Conceitos conectados
Desenvolvimento econômico
A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.
Destruição criativa
O conceito de Joseph Schumpeter: o capitalismo se renova destruindo o que existe, quando inovações varrem produtos, empresas e empregos antigos para criar novos.
Nelson e Winter
A dupla americana que refundou Schumpeter com Darwin: firmas operam por rotinas, inovam buscando e o mercado seleciona. A bíblia evolucionária é de 1982.
Christopher Freeman
O britânico (1921-2010) que mostrou que a inovação não é obra de gênios isolados, e sim de um sistema: empresas, universidades, governo e bancos que aprendem juntos. Fundador dos estudos de inovação.
Ana Lúcia Tatsch
A professora da UFRGS que pesquisa economia industrial e da tecnologia: inovação, sistemas inovativos e arranjos produtivos locais, a herança de Schumpeter aplicada ao território.
Marcilene Aparecida Martins
A professora da UFRGS que une comércio internacional, economia da tecnologia e desenvolvimento: a tese de que vantagem comercial se constrói com capacidade técnica.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Luisa Alem Ribeiro? +
Economia Industrial e da Inovação, Economia Brasileira, Economia da Saúde e Sistemas de Inovação e Saúde, conforme o perfil de docente da FCE/UFRGS. A agenda aplica a leitura sistêmica da inovação ao complexo produtivo da saúde.
Por que cruzar economia da inovação com saúde? +
Porque a capacidade de produzir vacinas, fármacos e equipamentos é questão de desenvolvimento e autonomia, não só de gasto. O conceito de sistema de inovação (Freeman) aplicado à saúde estuda como universidades, indústria e regulação geram essa capacidade.
Fontes e referências
- Acadêmica Luisa Alem Ribeiro: perfil institucional (FCE/UFRGS) - UFRGS
- Acadêmica Docentes da Faculdade de Ciências Econômicas - UFRGS
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