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Autores Nível 4 Avançado

Lauro Francisco Mattei

também conhecido como: Lauro Mattei, Mattei

O professor titular da UFSC que estuda o desenvolvimento por dentro do território: economia agrária, desenvolvimento regional e rural e políticas de erradicação da pobreza.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Estruturalista

No dia a dia

O que é, em palavras simples

O desenvolvimento não acontece em abstrato: acontece em regiões, no campo, na vida de quem trabalha. Lauro Francisco Mattei, professor titular do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC e coordenador do núcleo NECAT, é uma âncora brasileira documentada dessa economia aplicada ao território: pesquisa a economia brasileira e catarinense, o desenvolvimento regional e rural, a economia agrária, a economia do trabalho e as políticas públicas de erradicação da pobreza e da exclusão social, com doutorado pela UNICAMP.

No seu bolso

O alimento que chega à sua mesa veio de uma estrutura agrária específica, com formas de trabalho e de renda muito desiguais no campo. A economia agrária desta linha de pesquisa estuda exatamente essa engrenagem que costuma passar despercebida.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Economia agrária

    Quem produz e em que condições

  2. 02

    Desenvolvimento regional

    O território, não só a média

  3. 03

    Economia do trabalho

    Quem fica para trás

  4. 04

    Política pública

    Erradicar pobreza e exclusão

Indo mais fundo

Como funciona

Desenvolvimento com endereço

A economia agrária e o desenvolvimento rural perguntam algo que os agregados nacionais escondem: quem produz o alimento, em que condições, e por que o campo concentra pobreza e desigualdade. A linha de pesquisa documentada estuda a economia brasileira e catarinense por essa lente regional e rural, ligando a estrutura produtiva agrária à economia do trabalho. É a herança da tradição da UNICAMP, em que o desenvolvimento é problema concreto de estrutura, território e instituições.

Políticas públicas contra a pobreza

A agenda documentada não para no diagnóstico: trata também das políticas públicas de erradicação da pobreza e da exclusão social, o elo entre a análise econômica e a ação do Estado. Aqui a pesquisa encontra os termos de pobreza, desigualdade e desenvolvimento econômico do nosso acervo aplicados ao Brasil real: como desenhar e avaliar programas que cheguem a quem vive no campo e nas margens, onde o crescimento médio do país nem sempre chega.

Visão técnica

A leitura da escola Estruturalista

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia brasileira e catarinense, desenvolvimento regional e rural, economia agrária, economia do trabalho e políticas de erradicação da pobreza, com formação doutoral na UNICAMP, posiciona a pesquisa na tradição estruturalista e desenvolvimentista aplicada ao território, herdeira da forma como a economia brasileira pensou o desenvolvimento como problema concreto de estrutura e Estado. A marca distintiva é a escala: trabalhar o desenvolvimento no nível regional e rural, onde se vê quem fica para trás, e ligar esse diagnóstico ao desenho de política pública. É o cruzamento exato dos termos de pobreza, desenvolvimento econômico e desigualdade deste dicionário, com a coordenação do NECAT como infraestrutura de pesquisa documentada.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra a economia do desenvolvimento feita junto ao território brasileiro: não modelo abstrato, mas estudo da estrutura agrária, do trabalho e das políticas que enfrentam a pobreza onde ela está.

No mercado

Quando o país cresce na média mas regiões inteiras seguem na pobreza, é sinal de que o desenvolvimento tem geografia. A pesquisa documentada nesta linha investiga essa desigualdade regional e as políticas para enfrentá-la.

Atenção

Mitos e erros comuns

Pensar desenvolvimento só pela média nacional

O crescimento do PIB pode esconder regiões e populações rurais para trás. A análise regional e rural desta linha mostra que o desenvolvimento tem território, e ignorar isso é não ver quem o crescimento não alcança.

Separar diagnóstico de política pública

A agenda documentada liga as duas pontas: estudar a estrutura agrária e do trabalho serve para desenhar e avaliar políticas de erradicação da pobreza. Análise sem ação fica incompleta; ação sem diagnóstico erra o alvo.

Veja também

Conceitos conectados

Teoria econômica nível 3

Desenvolvimento econômico

A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.

Indicadores econômicos nível 2

Desigualdade

A distribuição desigual de renda ou riqueza numa sociedade, medida por índices como o de Gini: um número entre a igualdade total e a concentração absoluta.

Teoria econômica nível 4

Estruturalismo

A corrente latino-americana de Prebisch e Celso Furtado: o subdesenvolvimento não é atraso a ser vencido pelo tempo, mas uma condição estrutural ligada à posição na economia mundial.

Comércio internacional nível 4

Centro-periferia

O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.

Indicadores econômicos nível 1

Pobreza

A insuficiência de recursos para um padrão mínimo de vida. A pergunta difícil não é essa: é onde traçar a linha que separa quem é pobre de quem não é, e quem traça.

Autores nível 4

Marcelo Arend

O professor da UFSC que cruza estruturalismo latino-americano e teoria neoschumpeteriana para investigar mudança estrutural, desindustrialização e desenvolvimento.

Autores nível 4

Eva Yamila Amanda da Silva Catela

A professora da UFSC que pesquisa complexidade econômica, inovação e crescimento na tradição estruturalista neoschumpeteriana: o que um país produz define o quanto ele cresce.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Lauro Francisco Mattei? +

Economia brasileira e catarinense, desenvolvimento regional e rural, economia agrária, economia do trabalho e políticas públicas de erradicação da pobreza e da exclusão social. É professor titular do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC, coordena o NECAT e tem doutorado pela UNICAMP, segundo o perfil público.

Por que estudar o desenvolvimento pelo lado regional e rural? +

Porque a média nacional esconde quem fica para trás. O desenvolvimento tem geografia: regiões e populações rurais concentram pobreza e desigualdade, e só uma análise no nível do território revela onde o crescimento não chega e que políticas podem mudar isso.

Fontes e referências

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