No dia a dia
O que é, em palavras simples
O desenvolvimento não acontece em abstrato: acontece em regiões, no campo, na vida de quem trabalha. Lauro Francisco Mattei, professor titular do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC e coordenador do núcleo NECAT, é uma âncora brasileira documentada dessa economia aplicada ao território: pesquisa a economia brasileira e catarinense, o desenvolvimento regional e rural, a economia agrária, a economia do trabalho e as políticas públicas de erradicação da pobreza e da exclusão social, com doutorado pela UNICAMP.
No seu bolso
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01
Economia agrária
Quem produz e em que condições
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02
Desenvolvimento regional
O território, não só a média
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03
Economia do trabalho
Quem fica para trás
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04
Política pública
Erradicar pobreza e exclusão
Indo mais fundo
Como funciona
Desenvolvimento com endereço
A economia agrária e o desenvolvimento rural perguntam algo que os agregados nacionais escondem: quem produz o alimento, em que condições, e por que o campo concentra pobreza e desigualdade. A linha de pesquisa documentada estuda a economia brasileira e catarinense por essa lente regional e rural, ligando a estrutura produtiva agrária à economia do trabalho. É a herança da tradição da UNICAMP, em que o desenvolvimento é problema concreto de estrutura, território e instituições.
Políticas públicas contra a pobreza
A agenda documentada não para no diagnóstico: trata também das políticas públicas de erradicação da pobreza e da exclusão social, o elo entre a análise econômica e a ação do Estado. Aqui a pesquisa encontra os termos de pobreza, desigualdade e desenvolvimento econômico do nosso acervo aplicados ao Brasil real: como desenhar e avaliar programas que cheguem a quem vive no campo e nas margens, onde o crescimento médio do país nem sempre chega.
Visão técnica
A leitura da escola Estruturalista
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia brasileira e catarinense, desenvolvimento regional e rural, economia agrária, economia do trabalho e políticas de erradicação da pobreza, com formação doutoral na UNICAMP, posiciona a pesquisa na tradição estruturalista e desenvolvimentista aplicada ao território, herdeira da forma como a economia brasileira pensou o desenvolvimento como problema concreto de estrutura e Estado. A marca distintiva é a escala: trabalhar o desenvolvimento no nível regional e rural, onde se vê quem fica para trás, e ligar esse diagnóstico ao desenho de política pública. É o cruzamento exato dos termos de pobreza, desenvolvimento econômico e desigualdade deste dicionário, com a coordenação do NECAT como infraestrutura de pesquisa documentada.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra a economia do desenvolvimento feita junto ao território brasileiro: não modelo abstrato, mas estudo da estrutura agrária, do trabalho e das políticas que enfrentam a pobreza onde ela está.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Pensar desenvolvimento só pela média nacional
Separar diagnóstico de política pública
Veja também
Conceitos conectados
Desenvolvimento econômico
A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.
Desigualdade
A distribuição desigual de renda ou riqueza numa sociedade, medida por índices como o de Gini: um número entre a igualdade total e a concentração absoluta.
Estruturalismo
A corrente latino-americana de Prebisch e Celso Furtado: o subdesenvolvimento não é atraso a ser vencido pelo tempo, mas uma condição estrutural ligada à posição na economia mundial.
Centro-periferia
O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.
Pobreza
A insuficiência de recursos para um padrão mínimo de vida. A pergunta difícil não é essa: é onde traçar a linha que separa quem é pobre de quem não é, e quem traça.
Marcelo Arend
O professor da UFSC que cruza estruturalismo latino-americano e teoria neoschumpeteriana para investigar mudança estrutural, desindustrialização e desenvolvimento.
Eva Yamila Amanda da Silva Catela
A professora da UFSC que pesquisa complexidade econômica, inovação e crescimento na tradição estruturalista neoschumpeteriana: o que um país produz define o quanto ele cresce.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Lauro Francisco Mattei? +
Economia brasileira e catarinense, desenvolvimento regional e rural, economia agrária, economia do trabalho e políticas públicas de erradicação da pobreza e da exclusão social. É professor titular do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC, coordena o NECAT e tem doutorado pela UNICAMP, segundo o perfil público.
Por que estudar o desenvolvimento pelo lado regional e rural? +
Porque a média nacional esconde quem fica para trás. O desenvolvimento tem geografia: regiões e populações rurais concentram pobreza e desigualdade, e só uma análise no nível do território revela onde o crescimento não chega e que políticas podem mudar isso.
Fontes e referências
- Acadêmica Lauro Francisco Mattei: corpo docente - UFSC
- Acadêmica Corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Economia - PPGECO/UFSC
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