No dia a dia
O que é, em palavras simples
Por que o Brasil demorou tanto a universalizar a educação, e o que isso tem a ver com a economia? Thomas Hyeono Kang, professor adjunto da Faculdade de Ciências Econômicas (FCE) da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa história econômica e economia política da educação, com doutorado pela UFRGS e foco no atraso educacional brasileiro ao longo do século XX.
No seu bolso
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01
História econômica
A economia lida no tempo
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02
Pesquisa na UFRGS
Economia política da educação
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03
Instituições e voz
Quem decidiu sobre a escola
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04
Atraso educacional
Por que a universalização tardou
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
As áreas declaradas na FCE/UFRGS são História Econômica da Educação e Economia Política da Educação, com publicações também em ethics of development e economia da educação. É o estudo de como instituições e decisões políticas moldaram, ao longo da história, quem teve acesso à escola no Brasil.
Instituições e atraso educacional
A obra documentada trata do financiamento e da descentralização do ensino, do contraste entre educação para as elites e ensino primário, e da relação entre instituições, voz política e o atraso educacional brasileiro, em diálogo com a abordagem das capacidades de Amartya Sen. É a economia da educação lida historicamente, conectando os termos de capital humano, desenvolvimento econômico e instituições deste dicionário.
Visão técnica
A leitura da escola Institucional
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de história econômica e economia política da educação posiciona a pesquisa no cruzamento entre história, instituições e desenvolvimento, o terreno que este portal toca em capital humano, desenvolvimento econômico e instituições. A marca distintiva, segundo a obra documentada, é a explicação do atraso educacional brasileiro pela via institucional e política (financiamento, descentralização, voz política, educação para as elites), em diálogo com a abordagem das capacidades de Amartya Sen, e não apenas como questão de recursos.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: a história econômica é um campo de estudo, não uma escola econômica nominal, e a corrente teórica não é atribuída além do que as fontes sustentam. Cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Reduzir educação a gasto público
Achar que história econômica é só passado
Veja também
Conceitos conectados
Instituições
As regras do jogo de uma sociedade, formais (leis) e informais (costumes), que moldam incentivos e ajudam a explicar por que alguns países prosperam.
Desenvolvimento econômico
A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.
Capital humano
O estoque de conhecimento, habilidades e saúde das pessoas, que eleva sua produtividade: educação e treino vistos como investimento, não como custo.
Economia institucional
A escola que põe as instituições, as regras formais e informais que organizam a sociedade, no centro da explicação de por que alguns países prosperam e outros não.
Octávio Augusto Camargo Conceição
O professor da UFRGS que faz a ponte entre o institucionalismo e a economia evolucionária: as instituições como fundamento da mudança econômica, em produção brasileira.
Jonattan Rodriguez Castelli
O professor da UFRGS que pesquisa economia brasileira e desenvolvimento na chave da economia institucional original: a tradição de Veblen e Commons aplicada ao país.
Helio Afonso de Aguilar Filho
O professor da UFRGS que pesquisa atraso econômico, instituições e pensamento econômico: por que algumas economias ficam para trás, lido pela lente institucional.
Cássio da Silva Calvete
O professor da UFRGS que pesquisa economia do trabalho, redução da jornada e plataformas digitais: o tempo de trabalho e o emprego no centro, em produção documentada.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Thomas Kang? +
História econômica e economia política da educação no Brasil, com foco em instituições, financiamento, descentralização e o atraso educacional ao longo do século XX, em diálogo com a abordagem das capacidades de Amartya Sen. É professor adjunto da FCE/UFRGS, com doutorado pela UFRGS.
Por que entra com escola não atribuída? +
Porque a história econômica é um campo de estudo, não uma escola econômica nominal. A régua da casa conecta por tema (capital humano, desenvolvimento econômico, instituições) sem rotular o autor.
Fontes e referências
- Acadêmica Thomas Kang: ficha docente e áreas (FCE/UFRGS) - UFRGS
- Acadêmica Education and development projects in Brazil, 1932-2004: a critique (Revista de Economia Política) - T. H. Kang (2018)
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