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Autores Nível 4 Avançado

Luiza Peruffo

também conhecido como: Peruffo

A professora do DERI da UFRGS que pesquisa economia política internacional na chave pós-keynesiana e estruturalista: moeda, poder e a hierarquia monetária que limita as economias emergentes, em produção brasileira.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Pós-keynesiana

No dia a dia

O que é, em palavras simples

A economia não para nas fronteiras: moeda, dívida e finança circulam pelo mundo e distribuem poder de forma desigual. Luiza Peruffo, professora adjunta do Departamento de Economia e Relações Internacionais (DERI) da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa economia política internacional numa chave pós-keynesiana e estruturalista, com doutorado em economia política internacional pela Universidade de Cambridge, e estuda como as economias emergentes se inserem no sistema monetário-financeiro global.

No seu bolso

Quando o dólar sobe e encarece a dívida e as importações de um país emergente, fica visível a hierarquia monetária que a economia política internacional estuda: tema de pesquisa documentado dessa linha na UFRGS.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Economia e poder mundial

    O dinheiro como instrumento entre países

  2. 02

    Pesquisa na UFRGS

    Economia política internacional

  3. 03

    Hierarquia de moedas

    O dólar no topo, as emergentes embaixo

  4. 04

    Autonomia nacional

    O que a finança global deixa decidir

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

A ficha oficial da FCE/UFRGS registra as áreas de Economia Internacional e Economia Política Internacional; a pesquisadora integra núcleos de estudos do BRICS. É o território em que economia e relações internacionais se encontram: o dinheiro lido também como instrumento de poder entre países, e não só como meio de troca neutro.

Moeda e poder

A obra documentada inclui a análise da moeda digital do banco central da China numa chave de relações de dinheiro e poder (2023) e estudos sobre regulação de conta de capital e autonomia nacional. É a economia política internacional levada ao concreto: como a hierarquia de moedas (com o dólar no topo) condiciona o que países emergentes podem ou não fazer, conectando os termos de moeda, globalização e a relação centro-periferia deste dicionário.

Visão técnica

A leitura da escola Pós-keynesiana

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a atuação em Economia Internacional e Economia Política Internacional, com doutorado em Cambridge no campo da EPI, posiciona a pesquisa no encontro entre economia e poder mundial, o terreno que este portal toca em globalização, dependência e centro-periferia. A marca distintiva, segundo a obra documentada (moeda digital e poder, regulação de capital e autonomia), é tratar a finança internacional como estrutura hierárquica: a posição subordinada das moedas emergentes e os graus de liberdade que isso deixa para a política econômica nacional, o cruzamento dos nossos termos de moeda, globalização e centro-periferia aplicado ao sistema monetário-financeiro.

Registro de pesquisadora em atividade, pelo protocolo da casa: a filiação pós-keynesiana, com raiz estruturalista, é sustentada pelo arcabouço declarado nas próprias obras (que partem de um marco pós-keynesiano e estruturalista), pelo veículo (o Journal of Post Keynesian Economics) e pelas coautorias na tradição da hierarquia de moedas, não por rótulo na ficha institucional. Cobre a obra pública documentada (ficha institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.

No mercado

O debate sobre se um país pode controlar a entrada e saída de capital sem perder acesso ao financiamento externo é economia política internacional aplicada: a pesquisa documentada sobre regulação de conta de capital trata exatamente disso.

Atenção

Mitos e erros comuns

Achar que finança internacional é campo neutro

Na economia política internacional, e na pesquisa brasileira documentada, o sistema monetário-financeiro distribui poder: a posição de cada moeda na hierarquia condiciona o que cada país pode fazer de política econômica.

Achar que economia internacional é sempre ortodoxa

A pesquisa documentada parte de um arcabouço pós-keynesiano e estruturalista: a hierarquia de moedas e o poder monetário, não o livre mercado neutro, explicam por que as economias emergentes têm menos autonomia de política econômica.

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Conceitos conectados

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Perguntas frequentes

O que pesquisa Luiza Peruffo? +

Economia política internacional numa chave pós-keynesiana e estruturalista, com foco nas economias emergentes no sistema monetário-financeiro global. É professora adjunta do DERI/UFRGS, com doutorado em economia política internacional pela Universidade de Cambridge, e obra sobre moeda digital e poder e regulação de conta de capital.

Qual a filiação teórica de Luiza Peruffo? +

A obra parte de um arcabouço pós-keynesiano e estruturalista, declarado nos próprios artigos (publicados em veículos como o Journal of Post Keynesian Economics), aplicado à economia política internacional: hierarquia de moedas, poder monetário e a autonomia das economias emergentes.

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