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Luiz Augusto Estrella Faria

também conhecido como: Estrella Faria

O professor titular da UFRGS que pesquisa economia política internacional e do desenvolvimento na tradição marxista: o lugar do Brasil e da América Latina no sistema mundial.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Marxista

No dia a dia

O que é, em palavras simples

O lugar de um país na economia mundial é fruto de mérito próprio ou de uma estrutura de poder entre nações? A tradição marxista e dependentista deste dicionário responde pela estrutura, e Luiz Augusto Estrella Faria, professor titular da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nela: suas áreas registradas são Economia Política Internacional, Economia Política do Desenvolvimento, Marxismo e Relações Internacionais do Brasil e da América Latina.

No seu bolso

Quando um país exporta matéria-prima barata e importa tecnologia cara, repete um padrão de inserção subordinada: essa relação centro-periferia é o objeto de pesquisa documentado nessa linha.
Anatomia do conceito
  1. 01

    A herança de Marx

    Economia política crítica

  2. 02

    Centro e periferia

    A hierarquia entre nações

  3. 03

    Dependência

    A inserção subordinada

  4. 04

    Pesquisa na UFRGS

    A América Latina no sistema

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público registra uma agenda articulada em quatro frentes: Economia Política Internacional, Economia Política do Desenvolvimento, Marxismo e Relações Internacionais do Brasil e da América Latina, na condição de professor titular. O eixo é a leitura do desenvolvimento como questão internacional e de poder: a posição de um país não se entende isolada, mas dentro de uma hierarquia entre centro e periferia, tema que liga diretamente a tradição marxista à teoria da dependência.

Desenvolvimento como questão de poder

A economia política internacional, na chave marxista, recusa pensar as nações como jogadores iguais num mercado neutro: há centro e periferia, e a inserção subordinada molda o que cada país consegue ou não fazer. Aplicar isso ao Brasil e à América Latina é a agenda que a teoria da dependência abriu e que segue viva. É o encontro dos termos de marxismo, dependência e centro-periferia deste dicionário, lidos a partir da posição latino-americana no sistema mundial.

Visão técnica

A leitura da escola Marxista

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação declarada de economia política internacional, economia política do desenvolvimento e marxismo, com foco nas relações internacionais do Brasil e da América Latina, filia a pesquisa à tradição crítica que une a economia política marxista à teoria da dependência. A tese de fundo, que o desenvolvimento é inseparável da posição de um país na hierarquia internacional entre centro e periferia, é exatamente o cruzamento dos termos de marxismo, dependência e centro-periferia deste dicionário. A condição de professor titular e o vínculo com a FCE/UFRGS documentam a função formadora e a senioridade dessa agenda no Brasil, herdeira da reflexão latino-americana sobre o lugar da região no capitalismo mundial.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra a economia política internacional crítica em produção brasileira, com a América Latina como ponto de observação.

No mercado

Por que crises globais batem mais forte na periferia do que no centro? A leitura da economia política internacional em chave marxista e dependentista é a chave da pesquisa documentada nessa agenda.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar nações como jogadores iguais

A economia política internacional crítica mostra que há hierarquia entre centro e periferia. Pensar o comércio e as finanças mundiais como mercado neutro entre iguais esconde a estrutura de poder que molda o desenvolvimento.

Achar o desenvolvimento puramente interno

A posição de um país no sistema mundial condiciona o que ele consegue fazer em casa. Ignorar a dimensão internacional do desenvolvimento é tratar como falha doméstica o que tem raiz na inserção subordinada.

Veja também

Conceitos conectados

Perguntas frequentes

O que pesquisa Luiz Augusto Estrella Faria? +

Economia Política Internacional, Economia Política do Desenvolvimento, Marxismo e Relações Internacionais do Brasil e da América Latina, como professor titular da FCE/UFRGS. A agenda lê o desenvolvimento como questão de poder no sistema mundial, entre centro e periferia.

Como marxismo e teoria da dependência se conectam aqui? +

A economia política internacional de matriz marxista trata as nações como inseridas numa hierarquia de poder, não como iguais. A teoria da dependência aplica essa leitura à América Latina, explicando o subdesenvolvimento pela posição subordinada da região no capitalismo mundial.

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