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Autores Nível 4 Avançado

Ednalva Felix das Neves

também conhecido como: Ednalva Neves

A professora da UFSM que pesquisa economia popular, social e solidária: a tradição da economia substantiva de Polanyi e a política social em produção brasileira, da tecnologia social à inovação social.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Institucional

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Nem toda economia se reduz a mercado e preço, e essa é uma das teses que atravessa este dicionário, de Polanyi à economia do cuidado. Ednalva Felix das Neves, docente do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa economia popular, social e solidária, com a tecnologia social, a inovação social, a política social e os estudos da economia brasileira como objetos declarados, e doutorado pela UNICAMP.

No seu bolso

Uma cooperativa de catadores, um banco comunitário ou uma horta de bairro são economia real que não cabe só na lógica do preço: a economia social e solidária, objeto de pesquisa documentado dessa linha, estuda exatamente esses arranjos.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Polanyi e a economia substantiva

    O mercado como uma instituição entre outras

  2. 02

    Pesquisa na UFSM

    Economia popular, social e solidária

  3. 03

    Tecnologia e inovação social

    Arranjos para problemas coletivos

  4. 04

    Política social

    A economia solidária como política pública

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público registra um feixe coerente de linhas: economia popular, social e solidária, tecnologia social, inovação social, política social e estudos da economia brasileira. É o território em que a economia deixa de ser só troca mercantil e passa a ser também reciprocidade, cooperação e provisão pública, as perguntas que os nossos termos de economia mista e Estado de bem-estar social colocam no centro.

A herança de Polanyi

A economia social e solidária dialoga diretamente com a tradição substantiva de Karl Polanyi: a economia como processo encravado na sociedade, em que o mercado é uma instituição entre outras, não o princípio único. A tecnologia social e a inovação social, na chave documentada da pesquisadora, são exemplos concretos dessa leitura: arranjos econômicos pensados para resolver problemas coletivos, não só para maximizar retorno individual.

Visão técnica

A leitura da escola Institucional

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia popular, social e solidária, tecnologia social, inovação social e política social posiciona a pesquisa na tradição da economia substantiva, a linhagem que Karl Polanyi sintetiza e que este portal percorre, na qual a economia é processo institucionalizado e o mercado, uma instituição entre formas de reciprocidade e redistribuição. A marca distintiva, segundo as linhas declaradas no perfil, é o entrelaçamento dessa leitura com a política social e com os estudos da economia brasileira: a economia solidária não como nicho, mas como objeto de análise e de política pública, o cruzamento dos nossos termos de economia mista e Estado de bem-estar social aplicado ao caso nacional. O doutorado pela UNICAMP e a docência na UFSM compõem a função formadora do campo no Brasil.

Registro de pesquisadora em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra o que o leitor brasileiro raramente vê dito: a economia social e solidária não é tema marginal, é campo de pesquisa e de política com endereços, linhas e salas de aula nacionais.

No mercado

A tese de que o mercado é uma instituição entre outras (e não o princípio único da economia) atravessa de Polanyi à pesquisa brasileira em economia solidária: a linha documentada da UFSM é um dos endereços nacionais dessa leitura.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar economia solidária como caridade

Não é assistencialismo: é forma econômica organizada por reciprocidade e cooperação, objeto de teoria e de política pública. A tradição substantiva, de Polanyi à pesquisa brasileira, leva esses arranjos a sério como economia.

Achar que o campo não tem produção brasileira

Linhas de pesquisa documentadas em economia popular, social e solidária, tecnologia e inovação social mostram o contrário: o tema tem endereços nacionais em atividade, ligados também à política social e aos estudos da economia brasileira.

Veja também

Conceitos conectados

Teoria econômica nível 3

Instituições

As regras do jogo de uma sociedade, formais (leis) e informais (costumes), que moldam incentivos e ajudam a explicar por que alguns países prosperam.

Teoria econômica nível 4

Economia institucional

A escola que põe as instituições, as regras formais e informais que organizam a sociedade, no centro da explicação de por que alguns países prosperam e outros não.

Teoria econômica nível 2

Estado de bem-estar social

O arranjo em que o Estado garante proteção social como direito: saúde, educação, previdência e amparo ao desempregado, financiados por impostos de toda a sociedade.

Teoria econômica nível 1

Economia mista

O arranjo que combina mercado e Estado na mesma economia: a iniciativa privada produz, o setor público regula, provê e redistribui. É o sistema de praticamente todo o mundo real.

Pensadores nível 4

Karl Polanyi

O húngaro (1886-1964) que historicizou o mercado: a economia sempre esteve enraizada na sociedade, e o laissez-faire do século 19 foi construção estatal deliberada.

Autores nível 4

Adriano José Pereira

O professor titular da UFSM que pesquisa inovação, instituições e desenvolvimento: o institucionalismo aplicado à economia brasileira, com livro publicado e a escola de Santa Maria.

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Carine de Almeida Vieira

A economista formada na UFSM que aplicou o método Alkire-Foster à pobreza gaúcha: a medição multidimensional, herdeira de Sen, com publicação na revista do IPEA.

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Rita Inês Paetzhold Pauli

A professora da UFSM que pesquisa desenvolvimento sustentável, desigualdade e segurança alimentar: a tradição da economia ecológica em produção brasileira, da agricultura familiar à economia solidária.

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Kalinca Léia Becker

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Sibele Vasconcelos de Oliveira

A professora da UFSM que pesquisa economia social, agronegócio e sistemas agroalimentares: o desenvolvimento rural, a agricultura familiar e a pobreza lidos como economia, em produção brasileira.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Ednalva Felix das Neves? +

Economia popular, social e solidária, com tecnologia social, inovação social, política social e estudos da economia brasileira como linhas declaradas: é docente do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM, com doutorado pela UNICAMP registrado no perfil público.

Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +

Na tradição da economia substantiva que liga Karl Polanyi aos nossos termos de economia mista e Estado de bem-estar social: a tese de que o mercado é uma instituição entre outras e de que reciprocidade e provisão pública também são economia.

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