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Fabiano Abranches Silva Dalto

também conhecido como: Fabiano Dalto, Dalto

O professor do Departamento de Economia da UFPR que pesquisa economia monetária e financeira e instituições econômicas: a leitura de Keynes e Minsky sobre moeda, crédito e instabilidade, feita em produção brasileira.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Pós-keynesiana

No dia a dia

O que é, em palavras simples

A ideia de que a moeda não é um véu neutro, e de que o sistema financeiro pode gerar suas próprias crises, atravessa este dicionário de Keynes a Minsky. Fabiano Abranches Silva Dalto, docente do Departamento de Economia (DEPECON) da UFPR, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa nas áreas declaradas de Economia Monetária e Financeira e Instituições Econômicas e Desenvolvimento, com doutorado em Economia Institucional pela Universidade de Hertfordshire.

No seu bolso

Quando o crédito fácil de uma fase de otimismo vira inadimplência e aperto na fase seguinte, está em ação a hipótese da instabilidade financeira de Minsky: um dos objetos de pesquisa documentados dessa linha na UFPR.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Keynes e Minsky

    Moeda não neutra, instabilidade financeira

  2. 02

    Pesquisa na UFPR

    Economia monetária e instituições

  3. 03

    A moeda como instituição

    Crédito e finança como construção social

  4. 04

    Crise e política

    A fragilidade que se acumula e estoura

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público no DEPECON/UFPR registra as áreas de atuação: Economia Monetária e Financeira e Instituições Econômicas e Desenvolvimento. É o cruzamento que este pilar valoriza: a moeda e o crédito lidos como instituições, e a instabilidade financeira como característica do sistema, não como acidente. O doutorado em Economia Institucional (Hertfordshire, 2007) ancora essa dupla leitura.

Keynes, Minsky e a moeda

Em artigo de 2009, Dalto analisou a crise financeira numa perspectiva inspirada em Keynes e Minsky: a fragilidade que se acumula nos balanços durante a expansão e estoura na contração, a hipótese da instabilidade financeira. Essa chave conecta diretamente os termos de moeda, armadilha da liquidez e a obra de John Maynard Keynes e de Hyman Minsky que este dicionário percorre.

Visão técnica

A leitura da escola Pós-keynesiana

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de Economia Monetária e Financeira com Instituições Econômicas, somada ao doutorado em Economia Institucional, posiciona a pesquisa na confluência da tradição pós-keynesiana (a moeda endógena, a incerteza e a instabilidade financeira de Keynes e Minsky) com o institucionalismo (a moeda e o crédito como construções sociais e jurídicas, não dados naturais). A obra documentada, do artigo de 2009 sobre a crise inspirada em Keynes e Minsky ao livro sobre Teoria Monetária Moderna, sustenta a leitura de que a moeda é instituição do Estado e o financiamento é decisão política, o cruzamento dos nossos termos de moeda, política monetária e instituições.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra o que o leitor brasileiro raramente vê dito: a macroeconomia monetária heterodoxa não é importação pronta, é campo de pesquisa e de ensino com endereços nacionais.

No mercado

A leitura de que a moeda é uma instituição do Estado, e não uma mercadoria neutra, separa a macroeconomia pós-keynesiana da ortodoxa: a pesquisa documentada em economia monetária e instituições é um dos endereços nacionais dessa tese.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar a moeda como véu neutro

A tradição que liga Keynes a Minsky, e a pesquisa monetária heterodoxa brasileira, leem a moeda como instituição que afeta a economia real: crédito, incerteza e instabilidade não são detalhes, são o centro.

Achar que crise financeira é acidente externo

Na chave de Minsky, a fragilidade se acumula dentro do próprio sistema durante a expansão. A análise documentada dessa linha trata a instabilidade como endógena, não como choque vindo de fora.

Veja também

Conceitos conectados

Perguntas frequentes

O que pesquisa Fabiano Dalto? +

Economia monetária e financeira e instituições econômicas e desenvolvimento, com doutorado em Economia Institucional pela Universidade de Hertfordshire. É docente do Departamento de Economia (DEPECON) da UFPR, com obra na leitura de Keynes, Minsky e da moeda como instituição.

Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +

Na tradição pós-keynesiana e institucionalista da moeda: a tese de que a moeda não é neutra e de que a instabilidade financeira é endógena, o cruzamento dos termos de moeda, política monetária e da obra de Keynes e de Hyman Minsky.

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