No dia a dia
O que é, em palavras simples
Quanto da renda vai para salários e quanto vai para lucros, e o que isso faz com o crescimento, é uma pergunta central da economia política. Alessandro Donadio Miebach, professor adjunto da Faculdade de Ciências Econômicas (FCE) da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa economia política, regimes de crescimento e conflito distributivo na tradição clássico-marxiana, com doutorado pela PUCRS.
No seu bolso
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01
Economia política clássica e Marx
Renda repartida entre as classes
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02
Pesquisa na UFRGS
Crescimento e conflito distributivo
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03
Distribuição funcional
Salários contra lucros no Brasil
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04
Regimes de crescimento
Como distribuição e crescimento se ligam
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
As áreas declaradas na FCE/UFRGS são Economia, Economia Brasileira e Economia Política. A obra situa a pesquisa na tradição clássico-marxiana de crescimento e distribuição: como a repartição da renda entre salários e lucros (a distribuição funcional) se relaciona com o ritmo do crescimento e com o conflito entre as classes.
Distribuição e crescimento
A obra documentada inclui o estudo da distribuição funcional da renda no Brasil ao longo de décadas e um modelo de crescimento na tradição clássico-marxiana, em coautoria com Adalmir Marquetti e Henrique Morrone. É o cruzamento dos termos de marxismo, demanda agregada e desigualdade deste dicionário, com diálogo com a obra de Michal Kalecki sobre distribuição e demanda.
Visão técnica
A leitura da escola Marxista
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia política, regimes de crescimento e conflito distributivo posiciona a pesquisa na tradição clássico-marxiana, a linhagem que liga a economia política clássica e Marx ao estudo contemporâneo da distribuição funcional da renda e dos regimes de crescimento, com diálogo pós-keynesiano e kaleckiano. A marca distintiva, segundo a obra documentada (a distribuição funcional da renda no Brasil de 1947 a 2019, o modelo de crescimento na tradição clássico-marxiana), é tratar crescimento e distribuição como um problema único de conflito entre classes, o cruzamento dos nossos termos de marxismo, demanda agregada e desigualdade.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: a filiação à tradição clássico-marxiana é sustentada pelos títulos e veículos da obra (o capítulo na tradição clássico-marxiana, a Review of Radical Political Economics), não por rótulo na ficha institucional. Cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Separar crescimento de conflito distributivo
Achar que distribuição é só ética
Veja também
Conceitos conectados
Mais-valia
Na teoria de Marx, o valor que o trabalhador produz além do que recebe em salário e que é apropriado pelo dono do capital: a fonte do lucro.
Demanda agregada
A soma de tudo o que a economia quer comprar num período: consumo das famílias, investimento das empresas, gasto do governo e exportações líquidas.
Desigualdade
A distribuição desigual de renda ou riqueza numa sociedade, medida por índices como o de Gini: um número entre a igualdade total e a concentração absoluta.
Marxismo
A crítica de Karl Marx ao capitalismo: a história é movida por conflitos de classe, e o lucro nasce do trabalho não pago dos trabalhadores (a mais-valia).
Michal Kalecki
O polonês (1899-1970) que descobriu a demanda efetiva antes de Keynes, partindo de Marx: ciclos, distribuição e a política do pleno emprego. O clássico que faltava conhecer.
Henrique Morrone
O professor da UFRGS que pesquisa crescimento pós-keynesiano e macroeconomia estruturalista: a demanda como motor, lida com insumo-produto e redes.
Marcelo Milan
O professor da UFRGS que pesquisa macroeconomia financeira e economia política radical: a finança como fonte de instabilidade, lida na tradição crítica.
Luiz Augusto Estrella Faria
O professor titular da UFRGS que pesquisa economia política internacional e do desenvolvimento na tradição marxista: o lugar do Brasil e da América Latina no sistema mundial.
Carlos Eduardo Schonerwald da Silva
O professor da UFRGS que faz economia política da dívida pública, do câmbio e dos juros no Brasil: a macroeconomia heterodoxa com econometria, em produção documentada.
Adalmir Antonio Marquetti
O professor da PUCRS que pesquisa taxa de lucro, distribuição e mudança técnica na tradição clássico-marxiana: a dinâmica do capitalismo brasileiro medida com dados.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Alessandro Miebach? +
Economia política, regimes de crescimento e conflito distributivo na tradição clássico-marxiana, com obra sobre a distribuição funcional da renda no Brasil. É professor adjunto da FCE/UFRGS, com doutorado pela PUCRS, e dirigiu o IEPE/CEPE da universidade.
Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +
Na tradição clássico-marxiana de crescimento e distribuição, que dialoga com a obra de Michal Kalecki: os termos de marxismo, demanda agregada e desigualdade, com a repartição da renda entre classes no centro.
Fontes e referências
- Acadêmica Alessandro Miebach: ficha docente e áreas (FCE/UFRGS) - UFRGS
- Acadêmica A distribuição funcional da renda no Brasil: 1947-2019 (com A. Marquetti, Nova Economia) - A. D. Miebach; A. Marquetti (2022)
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