No dia a dia
O que é, em palavras simples
Há dois institucionalismos, e eles não são a mesma coisa. A economia institucional que este dicionário percorre tem uma vertente original, a de Veblen e Commons, que vê a economia como hábitos, conflitos e instituições em transformação. Jonattan Rodriguez Castelli, professor da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nessa vertente: suas áreas registradas são Economia Brasileira, Desenvolvimento Econômico e Economia Institucional Original, e ele integra o GIPED, na linhagem do velho institucionalismo aplicada ao Brasil.
No seu bolso
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01
Veblen e Commons
O velho institucionalismo
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02
Hábitos e conflito
Economia como processo
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03
Pesquisa na UFRGS
A lente aplicada ao Brasil
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04
Desenvolvimento
Instituições, não receita
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público registra três áreas articuladas: Economia Brasileira, Desenvolvimento Econômico e, explicitamente, Economia Institucional Original. A palavra original importa: distingue a tradição de Veblen e Commons (o velho institucionalismo, focado em hábitos, poder, conflito e na economia como processo histórico) da nova economia institucional de matriz mais próxima do mainstream. O perfil também associa o pesquisador ao GIPED, registrando a inserção em grupo de pesquisa dedicado a essas questões.
O velho institucionalismo aplicado
A força do velho institucionalismo está em recusar a economia como mecânica de equilíbrio e tratá-la como instituição em movimento: hábitos que se cristalizam, regras disputadas, poder que molda os resultados. Aplicar essa lente à economia brasileira e ao desenvolvimento é perguntar como nossas instituições concretas (as regras de propriedade, o Estado, os arranjos de poder) ajudam ou atrapalham o país, em vez de tratar o desenvolvimento como aplicação de uma receita universal. É a tradição dos termos de Veblen e Commons deste portal lida com endereço nacional.
Visão técnica
A leitura da escola Institucional
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a menção explícita à Economia Institucional Original filia a pesquisa à corrente vebleniana-commonsiana (o velho institucionalismo), distinta da nova economia institucional de North e Williamson, e a articula com Economia Brasileira e Desenvolvimento Econômico. É a aplicação da lente institucional original ao problema nacional: o desenvolvimento como questão de instituições concretas, conflito e poder, não como receita técnica neutra. O vínculo documentado com o GIPED e a inserção na FCE/UFRGS registram a função formadora dessa agenda, o cruzamento dos termos de economia institucional, Veblen e Commons deste dicionário com o problema do desenvolvimento brasileiro.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra que o velho institucionalismo, longe de ser peça de museu, é agenda viva no Brasil, aplicada ao desenvolvimento do país.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Tratar os dois institucionalismos como um só
Achar desenvolvimento uma receita universal
Veja também
Conceitos conectados
Instituições
As regras do jogo de uma sociedade, formais (leis) e informais (costumes), que moldam incentivos e ajudam a explicar por que alguns países prosperam.
Economia institucional
A escola que põe as instituições, as regras formais e informais que organizam a sociedade, no centro da explicação de por que alguns países prosperam e outros não.
Thorstein Veblen
O americano (1857-1929) que fundou o institucionalismo rindo: o consumo conspícuo, a classe ociosa e a demolição satírica do homem econômico calculador.
John R. Commons
O americano (1862-1945) que tirou a economia institucional do ensaio e a pôs na lei: a transação como unidade de análise e a oficina de Wisconsin que desenhou a proteção social dos EUA.
Octávio Augusto Camargo Conceição
O professor da UFRGS que faz a ponte entre o institucionalismo e a economia evolucionária: as instituições como fundamento da mudança econômica, em produção brasileira.
Helio Afonso de Aguilar Filho
O professor da UFRGS que pesquisa atraso econômico, instituições e pensamento econômico: por que algumas economias ficam para trás, lido pela lente institucional.
Thomas Hyeono Kang
O professor da UFRGS que pesquisa história econômica e economia política da educação: instituições, voz política e o atraso educacional brasileiro no século XX, em produção documentada.
Cássio da Silva Calvete
O professor da UFRGS que pesquisa economia do trabalho, redução da jornada e plataformas digitais: o tempo de trabalho e o emprego no centro, em produção documentada.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Jonattan Castelli? +
Economia Brasileira, Desenvolvimento Econômico e Economia Institucional Original, a vertente de Veblen e Commons (o velho institucionalismo). O perfil na FCE/UFRGS o associa ao GIPED, registrando a aplicação dessa lente ao problema do desenvolvimento brasileiro.
Qual a diferença entre institucionalismo original e nova economia institucional? +
O original (Veblen, Commons) foca hábitos, poder e conflito, tratando a economia como processo histórico; a nova economia institucional (North, Williamson) aproxima-se mais do equilíbrio do mainstream. A palavra original no perfil marca essa filiação.
Fontes e referências
- Acadêmica Jonattan Rodriguez Castelli: perfil institucional (FCE/UFRGS) - UFRGS
- Acadêmica Docentes da Faculdade de Ciências Econômicas - UFRGS
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