No dia a dia
O que é, em palavras simples
Quanto tempo as pessoas trabalham, e como isso muda o emprego e a vida, é uma das perguntas mais antigas e atuais da economia. Cássio da Silva Calvete, docente do Departamento de Economia e Relações Internacionais (FCE) da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa economia do trabalho, redução da jornada de trabalho e o trabalho nas plataformas digitais, com doutorado pela Unicamp e pós-doutorado em Oxford.
No seu bolso
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01
Tempo de trabalho
Quanto se trabalha importa
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02
Pesquisa na UFRGS
Economia do trabalho e políticas
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03
Redução da jornada
Distribuir o emprego
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04
Plataformas digitais
O trabalho que se dissolve
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
A obra documentada gira em torno da economia do trabalho: a redução da jornada de trabalho e seus efeitos sobre o emprego, o trabalho nas plataformas digitais e a relação entre desenvolvimento local e geração de emprego. É a análise do mercado de trabalho a partir do tempo de trabalho, com forte ligação a políticas públicas (pesquisador do CEGOV/UFRGS).
Jornada e emprego
A marca do trabalho é a tese de que reduzir a jornada pode distribuir o emprego, atualizada para a era das plataformas, em que o tempo de trabalho se dissolve e a relação de emprego se precariza. É o cruzamento dos termos de mercado de trabalho, desemprego e divisão do trabalho deste dicionário, no debate contemporâneo sobre trabalho e tecnologia.
Visão técnica
A leitura da escola Institucional
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia do trabalho, redução da jornada e trabalho em plataformas digitais posiciona a pesquisa no campo do mercado de trabalho e das políticas de emprego, o terreno que este portal toca em mercado de trabalho, desemprego e divisão do trabalho. A marca distintiva, segundo a obra documentada (a redução da jornada como política de emprego, o tempo de trabalho nas plataformas digitais), é tratar o tempo de trabalho como variável-chave da distribuição do emprego, da Unicamp à era das plataformas.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: as áreas declaradas (economia do trabalho, jornada, plataformas) são linhas de pesquisa, não um rótulo de escola, e a corrente teórica não é atribuída além do que as fontes sustentam. Cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Achar que reduzir a jornada destrói empregos
Tratar plataforma como emprego comum
Veja também
Conceitos conectados
Instituições
As regras do jogo de uma sociedade, formais (leis) e informais (costumes), que moldam incentivos e ajudam a explicar por que alguns países prosperam.
Desemprego
A parcela das pessoas que querem e procuram trabalho, mas não encontram: um dos termômetros mais sensíveis da saúde de uma economia.
Economia institucional
A escola que põe as instituições, as regras formais e informais que organizam a sociedade, no centro da explicação de por que alguns países prosperam e outros não.
Divisão do trabalho
O princípio de Adam Smith: dividir uma tarefa em etapas especializadas multiplica a produção, e foi assim que ele explicou a origem da riqueza das nações.
Octávio Augusto Camargo Conceição
O professor da UFRGS que faz a ponte entre o institucionalismo e a economia evolucionária: as instituições como fundamento da mudança econômica, em produção brasileira.
Jonattan Rodriguez Castelli
O professor da UFRGS que pesquisa economia brasileira e desenvolvimento na chave da economia institucional original: a tradição de Veblen e Commons aplicada ao país.
Helio Afonso de Aguilar Filho
O professor da UFRGS que pesquisa atraso econômico, instituições e pensamento econômico: por que algumas economias ficam para trás, lido pela lente institucional.
Mercado de trabalho
O encontro entre quem oferece trabalho (os trabalhadores) e quem o demanda (as empresas), onde se formam o salário e o nível de emprego, e onde a economia mais toca a vida das pessoas.
Thomas Hyeono Kang
O professor da UFRGS que pesquisa história econômica e economia política da educação: instituições, voz política e o atraso educacional brasileiro no século XX, em produção documentada.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Cássio Calvete? +
Economia do trabalho, com foco na redução da jornada de trabalho, no trabalho em plataformas digitais e na relação entre desenvolvimento local e emprego. É docente da FCE/UFRGS e pesquisador do CEGOV, com doutorado pela Unicamp e pós-doutorado em Oxford.
Por que entra com escola não atribuída? +
Porque a filiação é por tema (economia do trabalho, jornada, plataformas), não por uma escola econômica nominal declarada nas fontes. A régua da casa conecta por tema (mercado de trabalho, desemprego, divisão do trabalho) sem rotular o autor.
Fontes e referências
- Acadêmica Cássio da Silva Calvete: ficha de pesquisador (CEGOV/UFRGS) - UFRGS
- Acadêmica Tempo de trabalho nas plataformas digitais (Economia e Sociedade) - C. S. Calvete et al. (2023)
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