No dia a dia
O que é, em palavras simples
Por que alguns países ficam ricos e outros ficam presos no atraso? Essa é uma das perguntas mais antigas da economia, e a resposta institucional (são as regras, as instituições, que abrem ou fecham caminhos) ganhou força com autores como Douglass North. Helio Afonso de Aguilar Filho, professor da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: suas áreas registradas são Atraso Econômico, Instituições e Pensamento Econômico, e ele leciona História do Pensamento Econômico.
No seu bolso
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01
A pergunta do atraso
Por que uns ficam para trás
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02
A lente de North
As regras do jogo
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03
História do pensamento
Como as escolas explicaram
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04
Pesquisa na UFRGS
A agenda em chave brasileira
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público registra três objetos articulados: Atraso Econômico, Instituições e Pensamento Econômico, com a docência declarada em História do Pensamento Econômico. O fio é a pergunta do atraso lida pela lente das instituições: por que economias com recursos e gente capaz permanecem para trás? A resposta institucional, na linhagem de North, aponta para as regras do jogo (direitos de propriedade, contratos, qualidade do Estado) como o que distingue trajetórias de prosperidade das de estagnação.
A pergunta do atraso
O atraso econômico não é falta de esforço nem azar geográfico: é, na chave institucional, resultado de arranjos que desincentivam investimento, inovação e cooperação. Estudar isso ao lado da história do pensamento econômico é entender como diferentes escolas explicaram o atraso ao longo do tempo, do mercantilismo às teorias contemporâneas. É o encontro dos termos de instituições e economia institucional deste dicionário com uma das grandes questões do desenvolvimento, ancorada na tradição de North.
Visão técnica
A leitura da escola Institucional
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação declarada de atraso econômico, instituições e pensamento econômico filia a pesquisa à leitura institucional do desenvolvimento (a linhagem de Douglass North e da nova economia institucional), em que as regras do jogo explicam por que algumas economias prosperam e outras estagnam. A docência em História do Pensamento Econômico documenta a dimensão historiográfica da agenda: o atraso não como dado, mas como problema que cada escola econômica interpretou à sua maneira. É o cruzamento dos termos de instituições e economia institucional deste dicionário com a pergunta clássica do desenvolvimento, ancorado em North e no vínculo com a FCE/UFRGS.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra a aplicação brasileira de uma das agendas mais influentes da economia contemporânea: o atraso explicado pelas instituições.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Explicar atraso só por geografia ou cultura
Tratar pensamento econômico como história morta
Veja também
Conceitos conectados
Instituições
As regras do jogo de uma sociedade, formais (leis) e informais (costumes), que moldam incentivos e ajudam a explicar por que alguns países prosperam.
Economia institucional
A escola que põe as instituições, as regras formais e informais que organizam a sociedade, no centro da explicação de por que alguns países prosperam e outros não.
Douglass North
O americano (1920-2015) que respondeu por que nações fracassam antes do best-seller: instituições, as regras do jogo, decidem quem prospera. Nobel de 1993.
Octávio Augusto Camargo Conceição
O professor da UFRGS que faz a ponte entre o institucionalismo e a economia evolucionária: as instituições como fundamento da mudança econômica, em produção brasileira.
Jonattan Rodriguez Castelli
O professor da UFRGS que pesquisa economia brasileira e desenvolvimento na chave da economia institucional original: a tradição de Veblen e Commons aplicada ao país.
Thomas Hyeono Kang
O professor da UFRGS que pesquisa história econômica e economia política da educação: instituições, voz política e o atraso educacional brasileiro no século XX, em produção documentada.
Cássio da Silva Calvete
O professor da UFRGS que pesquisa economia do trabalho, redução da jornada e plataformas digitais: o tempo de trabalho e o emprego no centro, em produção documentada.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Helio Aguilar Filho? +
Atraso Econômico, Instituições e Pensamento Econômico, com docência em História do Pensamento Econômico na FCE/UFRGS. A agenda lê a pergunta do atraso pela lente institucional, na linhagem de Douglass North.
Como as instituições explicam o atraso econômico? +
Na chave de North, as regras do jogo (direitos de propriedade, contratos, qualidade do Estado) incentivam ou desestimulam investimento, inovação e cooperação. Arranjos institucionais frágeis ajudam a prender economias no atraso, mesmo com recursos e gente capaz.
Fontes e referências
- Acadêmica Helio Afonso de Aguilar Filho: perfil institucional (FCE/UFRGS) - UFRGS
- Acadêmica Docentes da Faculdade de Ciências Econômicas - UFRGS
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