No dia a dia
O que é, em palavras simples
Quando um país passa a importar mais manufaturas e a indústria encolhe, isso é progresso natural ou um problema? O debate da desindustrialização é central na tradição estruturalista, que vê a indústria como motor do desenvolvimento. Alex Sander Souza do Carmo, professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da UEPG, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa comércio internacional, câmbio e desindustrialização.
No seu bolso
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01
Câmbio e comércio
O preço do real e o que se troca
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02
Pesquisa na UEPG
Comércio internacional
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03
Estrutura produtiva
O peso da indústria
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04
Desindustrialização
Perda prematura de peso fabril
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
A obra documentada cobre o comércio internacional (comércio intraindustrial entre Brasil e parceiros), o efeito da volatilidade do câmbio sobre o comércio e a desindustrialização no estado do Paraná. É a economia do comércio e da estrutura produtiva, atenta ao papel da indústria no desenvolvimento.
Câmbio, comércio e indústria
A marca do trabalho é medir como o câmbio e o padrão de comércio afetam a indústria, e diagnosticar se há perda prematura de peso industrial. É o cruzamento dos termos de balança comercial, substituição de importações e câmbio deste dicionário, na chave estruturalista que liga indústria e desenvolvimento.
Visão técnica
A leitura da escola Estruturalista
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de comércio internacional, câmbio e diagnóstico de desindustrialização aproxima a pesquisa da tradição estruturalista, que trata a indústria como motor do desenvolvimento e a perda prematura de peso fabril como problema, o terreno que este portal percorre de Raúl Prebisch e Celso Furtado aos termos de balança comercial, substituição de importações e câmbio. A marca distintiva, segundo a obra documentada (o comércio intraindustrial Brasil-parceiros, o efeito da volatilidade cambial sobre o comércio, a desindustrialização no Paraná), é ler o comércio externo pela lente da estrutura produtiva.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: a designação estruturalista (designada pelo editor) acomoda o diagnóstico de desindustrialização e a centralidade da indústria na obra, embora o instrumental empírico seja o da economia aplicada; cobre a obra pública documentada (página do PPGECO/UEPG, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Tratar desindustrialização como sempre natural
Ignorar o câmbio no comércio
Veja também
Conceitos conectados
Substituição de importações
Estratégia de desenvolvimento que troca a importação de manufaturados pela produção interna, defendida pela CEPAL para industrializar a periferia.
Vantagem comparativa
O princípio de Ricardo: vale a pena cada país se especializar no que produz com menor custo relativo e trocar o resto, mesmo sendo pior em tudo.
Câmbio
O preço de uma moeda em relação a outra: quanto custa um dólar em reais, e o que isso muda nos preços, nas viagens e na economia.
Balança comercial
A diferença entre o que um país exporta e o que importa de bens: superávit quando vende mais, déficit quando compra mais.
Augusta Pelinski Raiher
A professora da UEPG que pesquisa economia regional e desenvolvimento: por que as regiões crescem em ritmos diferentes, se convergem ao longo do tempo e o que decide onde a indústria se instala.
Hermes Yukio Higachi
O professor da UEPG que pesquisa crescimento, ciclo econômico e mudança tecnológica: como a demanda, a inovação e a dinâmica do capitalismo movem a economia ao longo do tempo.
Alysson Luiz Stege
O professor da UEPG que pesquisa economia agrária e desenvolvimento rural com econometria espacial: o que faz uma região do campo se desenvolver e como o lugar de cada município importa.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Alex Sander Souza do Carmo? +
Comércio internacional (comércio intraindustrial, efeito do câmbio) e desindustrialização, com diagnóstico da estrutura produtiva do Paraná e do Brasil. É professor do PPGECO da UEPG.
Por que entra como Estruturalista? +
Pela designação editorial: o diagnóstico de desindustrialização e a centralidade da indústria no desenvolvimento aproximam a obra da tradição estruturalista de Prebisch e Furtado. A régua da casa conecta por tema (balança comercial, substituição de importações, câmbio).
Fontes e referências
- Acadêmica O efeito da volatilidade da taxa de câmbio sobre o comércio (Estudos Econômicos) - A. S. S. do Carmo; M. V. L. Bittencourt (2014)
- Acadêmica Existe desindustrialização no estado do Paraná? (Revista iGepec) - W. Barbosa; A. S. S. do Carmo; A. P. Raiher (2015)
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