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André Ricardo Salata

também conhecido como: André Salata

O professor da PUCRS que pesquisa desigualdade de renda, estratificação e classe social: como a origem social e a educação reproduzem (ou rompem) a desigualdade no Brasil.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Institucional

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Quem nasce pobre tende a continuar pobre, e a escola ajuda a mudar isso ou a reproduzir a desigualdade? A estratificação social estuda como a posição social passa de uma geração à outra. André Ricardo Salata, professor do Programa de Pós-Graduação em Economia do Desenvolvimento da PUCRS, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa desigualdade de renda, pobreza e classe social.

No seu bolso

Quando o diploma de ensino superior vale menos porque muita gente já o tem, ele virou um bem posicional: um dos objetos de pesquisa documentados dessa linha na PUCRS.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Origem social

    De onde a pessoa parte

  2. 02

    Pesquisa na PUCRS

    Desigualdade e estratificação

  3. 03

    Educação posicional

    O valor relativo do diploma

  4. 04

    Renda e mobilidade

    Reproduzir ou romper

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

A obra documentada cobre a desigualdade de renda no Brasil, a estratificação e a classe social, a pobreza e a educação como bem posicional (quando o valor do diploma depende de quantos outros o têm). Salata coordena o laboratório de dados sociais Data Social. É a economia da desigualdade na fronteira com a sociologia, atenta às instituições que reproduzem a posição social.

Origem, escola e renda

A marca do trabalho é medir como a origem social e a escolaridade se relacionam com a renda e a mobilidade, e como a desigualdade brasileira se moveu ao longo do tempo. É o cruzamento dos termos de desigualdade, mercado de trabalho e capital humano deste dicionário.

Visão técnica

A leitura da escola Institucional

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de desigualdade, estratificação e classe social posiciona a pesquisa na economia da desigualdade de viés institucional e sociológico, atenta às instituições (escola, mercado de trabalho) que reproduzem a posição social, o terreno que este portal toca em desigualdade, mercado de trabalho e capital humano. A marca distintiva, segundo a obra documentada (a escolaridade como bem posicional, a distribuição de renda no Brasil entre 2002 e 2013), é tratar a desigualdade como produto de estruturas e instituições, não só de mérito individual.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: a designação institucional (designada pelo editor) acomoda o viés de estratificação e sociologia econômica da obra; cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.

No mercado

O debate sobre se a desigualdade de renda no Brasil caiu de verdade nos anos 2000 é tratado com dados de estratificação na pesquisa documentada dessa linha.

Atenção

Mitos e erros comuns

Explicar desigualdade só pelo mérito

A pesquisa documentada mostra que origem social e instituições (escola, mercado) reproduzem a posição: a desigualdade não é só resultado de esforço individual.

Achar que mais diploma resolve sozinho

Quando a educação é bem posicional, expandir diplomas sem mudar a estrutura pode só deslocar a competição: a obra documentada trata desse efeito.

Veja também

Conceitos conectados

Perguntas frequentes

O que pesquisa André Salata? +

Desigualdade de renda, estratificação, classe social, pobreza e a educação como bem posicional, com dados. É professor do PPGE da PUCRS e coordena o laboratório Data Social.

Por que entra como Institucional? +

Pela designação editorial: o foco em estratificação e sociologia econômica trata a desigualdade como produto de instituições e estruturas. A régua da casa conecta por tema (desigualdade, mercado de trabalho, capital humano).

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