No dia a dia
O que é, em palavras simples
A economia evolucionária que este dicionário percorre (de Schumpeter a Nelson e Winter) também se faz no Brasil, e Júlio Eduardo Rohenkohl, docente do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM, é um dos seus nomes documentados: trabalha na linha de pesquisa Instituições, Inovação e Desenvolvimento, com a economia industrial, a mudança tecnológica e o crescimento como objetos, e leva o tema à formação de economistas no Rio Grande do Sul.
No seu bolso
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01
Schumpeter e os evolucionários
A tradição da inovação como motor
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02
Pesquisa na UFSM
Instituições, inovação e desenvolvimento
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03
Economia industrial
Mudança tecnológica e crescimento
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04
Ponte entre escolas
Evolucionária, institucional, pós-keynesiana
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público registra as áreas declaradas de atuação: economia industrial, mudança tecnológica, crescimento e desenvolvimento, organizadas na linha de pesquisa Instituições, Inovação e Desenvolvimento. É o cruzamento exato que este pilar mapeia: a teoria econômica evolucionária (a herança de Schumpeter e da dupla Nelson e Winter), os sistemas de inovação e a análise institucional, com a abordagem pós-keynesiana como referência adicional registrada no perfil.
A ponte entre escolas
A combinação documentada (evolucionária, institucional e pós-keynesiana) é exemplo do trabalho de fronteira que este portal valoriza: a inovação não como evento isolado, mas como processo moldado por instituições, e a incerteza não como ruído, mas como condição da decisão. São as perguntas dos nossos termos de destruição criativa e economia institucional aplicadas à indústria e à técnica.
Visão técnica
A leitura da escola Evolucionária
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia industrial, mudança tecnológica e análise institucional posiciona a pesquisa na tradição neo-schumpeteriana aplicada, a linhagem evolucionária que liga Schumpeter à dupla Nelson e Winter e aos sistemas de inovação. A marca distintiva, segundo a linha declarada Instituições, Inovação e Desenvolvimento, é o entrelaçamento com a análise institucional e com a referência pós-keynesiana: a trajetória da técnica lida como construção institucional sob incerteza, o cruzamento dos termos de destruição criativa e instituições deste dicionário. O ensino na graduação e na pós da UFSM compõe a função formadora, a infraestrutura humana do campo evolucionário no Brasil.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, Google Scholar, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra o que o leitor brasileiro raramente vê dito: a economia evolucionária não é importação pronta, é campo em construção também aqui, com nomes, linhas de pesquisa e salas de aula nacionais.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Achar que a economia evolucionária é coisa só de fora
Separar inovação de instituições
Veja também
Conceitos conectados
Economia institucional
A escola que põe as instituições, as regras formais e informais que organizam a sociedade, no centro da explicação de por que alguns países prosperam e outros não.
Destruição criativa
O conceito de Joseph Schumpeter: o capitalismo se renova destruindo o que existe, quando inovações varrem produtos, empresas e empregos antigos para criar novos.
Nelson e Winter
A dupla americana que refundou Schumpeter com Darwin: firmas operam por rotinas, inovam buscando e o mercado seleciona. A bíblia evolucionária é de 1982.
Orlando Martinelli
O professor titular da UFSM dedicado à microeconomia heterodoxa, à economia industrial e à economia da tecnologia: a firma real, fora do equilíbrio, ensinada no sul do país.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Júlio Rohenkohl? +
Economia industrial, mudança tecnológica, crescimento e desenvolvimento, organizados na linha de pesquisa Instituições, Inovação e Desenvolvimento: teoria econômica evolucionária, sistemas de inovação, análise institucional e abordagem pós-keynesiana. É docente do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSM.
Por que um pesquisador em atividade entra no pilar de autores? +
Porque o pilar registra também a economia em construção, com a régua da casa: obra pública documentada, fontes verificadas e nada além delas. Os termos de pesquisadores em atividade são sóbrios por desenho e crescem conforme a obra.
Fontes e referências
- Acadêmica Júlio Eduardo Rohenkohl: perfil docente (UFSM) - UFSM
- Acadêmica Júlio Eduardo Rohenkohl: linha de pesquisa e áreas (UFSM) - UFSM
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