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Autores Nível 4 Avançado

Daniel Lemos Jeziorny

também conhecido como: Jeziorny

O professor da UFRGS que une economia política, ecologia política e história econômica: a natureza como questão de poder e de economia, lida desde o Sul.

Redação Blog do Brasil atualizado em 16 de junho de 2026 escola Ecológica

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Quem decide como os recursos naturais são usados, e quem paga a conta ambiental? A economia ecológica que este dicionário percorre (Georgescu-Roegen, Herman Daly) ganha uma dimensão de poder quando se cruza com a ecologia política, e Daniel Lemos Jeziorny, professor da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, é um nome brasileiro documentado nesse encontro: suas áreas registradas são Economia Política, Ecologia Política e História Econômica, e ele integra grupo da CLACSO dedicado à ecologia política do Sul.

No seu bolso

Quando uma comunidade perde acesso a um rio por causa de uma mineradora, a questão é ambiental e de poder ao mesmo tempo: esse conflito é o objeto de pesquisa documentado na ecologia política dessa linha.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Georgescu e Daly

    Os limites físicos

  2. 02

    Ecologia política

    Poder e conflito ambiental

  3. 03

    Perspectiva do Sul

    Quem paga a conta

  4. 04

    Pesquisa na UFRGS

    Natureza como economia política

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público registra três frentes: Economia Política, Ecologia Política e História Econômica, com participação em grupo da CLACSO voltado à ecologia política do Sul global. O eixo é tratar a questão ambiental não como tema técnico isolado, mas como questão de economia política: quem usa os recursos, quem decide, quem se beneficia e quem arca com os custos. A ecologia política acrescenta o conflito e o poder ao que a economia ecológica analisa em termos de limites físicos.

Natureza, poder e Sul global

A economia ecológica lembra que a economia opera dentro da biosfera e esbarra em limites físicos (a herança de Georgescu-Roegen e Daly). A ecologia política pergunta de quem é a responsabilidade e de quem é o ônus: a degradação raramente atinge a todos igualmente, e a perspectiva do Sul global enfatiza como a relação centro-periferia também se expressa na questão ambiental. É o encontro dos termos de economia ecológica e bens comuns deste dicionário com a análise do poder e do conflito ambiental.

Visão técnica

A leitura da escola Ecológica

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação declarada de economia política, ecologia política e história econômica, com a inserção em grupo da CLACSO sobre ecologia política do Sul, filia a pesquisa ao cruzamento entre a economia ecológica (os limites físicos da economia, de Georgescu-Roegen a Daly) e a análise crítica do poder e do conflito ambientais. A perspectiva do Sul global situa a questão ecológica na hierarquia internacional, aproximando-a dos debates sobre dependência e responsabilidade histórica. É o cruzamento dos termos de economia ecológica e bens comuns deste dicionário com a economia política da natureza. O vínculo com a FCE/UFRGS documenta a função formadora dessa agenda no Brasil.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: cobre a obra pública documentada (página institucional, grupo de pesquisa, publicações localizáveis), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A presença neste pilar registra a economia ecológica em chave de economia política, lida desde o Sul, em produção brasileira.

No mercado

Por que os custos ambientais recaem mais sobre populações e países periféricos? A leitura que une economia ecológica e poder, desde o Sul, é a chave da pesquisa documentada nessa agenda.

Atenção

Mitos e erros comuns

Tratar a questão ambiental como só técnica

A ecologia política mostra que uso de recursos e degradação envolvem poder, decisão e distribuição de ônus. Reduzir o ambiental a problema de engenharia ou de preço ignora quem decide e quem paga a conta.

Supor que todos sofrem igualmente os custos ambientais

A perspectiva do Sul global e a ecologia política mostram que a degradação atinge de forma desigual populações e regiões. Pensar a crise ambiental como ônus uniforme apaga a dimensão de justiça e de poder.

Veja também

Conceitos conectados

Perguntas frequentes

O que pesquisa Daniel Jeziorny? +

Economia Política, Ecologia Política e História Econômica, com participação em grupo da CLACSO sobre ecologia política do Sul. A agenda trata a questão ambiental como questão de economia política: poder, decisão e distribuição dos custos ecológicos.

Qual a diferença entre economia ecológica e ecologia política? +

A economia ecológica (Georgescu-Roegen, Daly) foca os limites físicos da economia dentro da biosfera. A ecologia política acrescenta a dimensão de poder e conflito: quem decide o uso dos recursos, quem se beneficia e quem arca com a degradação.

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