No dia a dia
O que é, em palavras simples
Quando um país perde peso industrial e volta a depender de commodities, fala-se em desindustrialização, um dos temas centrais do debate sobre desenvolvimento no Brasil. Daniel Arruda Coronel, professor associado do Departamento de Economia e Relações Internacionais (DERI) da UFSM, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa desindustrialização, política industrial e comercial e comércio internacional, com doutorado em Economia Aplicada pela UFV.
No seu bolso
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01
Estrutura produtiva
Importa o que um país produz
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02
Pesquisa na UFSM
Desindustrialização e política industrial
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03
Modelos quantitativos
Equilíbrio geral computável
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04
Desenvolvimento
O que reverte a perda industrial
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
O perfil público registra as áreas de comércio internacional (com modelos de equilíbrio geral computável), desindustrialização da economia brasileira, política industrial e comercial e métodos quantitativos. É a economia do desenvolvimento no registro aplicado: medir, com modelos e dados, o que acontece com a estrutura produtiva do país.
Desindustrialização em foco
A obra documentada vai do estudo do processo de substituição de importações à análise da desindustrialização brasileira e suas possibilidades de reversão. É o debate estruturalista sobre indústria e desenvolvimento (por que importa o que um país produz) tratado com ferramentas quantitativas, conectando os termos de substituição de importações, doença holandesa e desenvolvimento econômico deste dicionário.
Visão técnica
A leitura da escola Estruturalista
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de desindustrialização, política industrial e comercial e comércio internacional, com forte uso de modelos de equilíbrio geral computável, posiciona a pesquisa no campo da economia do desenvolvimento e da economia aplicada, o terreno que este portal trata em substituição de importações, doença holandesa e desenvolvimento econômico. A marca distintiva, segundo a obra documentada, é levar o debate sobre estrutura produtiva e desindustrialização ao terreno quantitativo, medindo efeitos de política industrial e comercial sobre o desenvolvimento brasileiro.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: as áreas declaradas (desindustrialização, política industrial, comércio) são linhas de pesquisa, não um rótulo de escola, e a corrente teórica não é atribuída além do que as fontes sustentam. Cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Achar que indústria não importa para o desenvolvimento
Tratar política industrial como ideologia
Veja também
Conceitos conectados
Substituição de importações
Estratégia de desenvolvimento que troca a importação de manufaturados pela produção interna, defendida pela CEPAL para industrializar a periferia.
Desenvolvimento econômico
A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.
Estruturalismo
A corrente latino-americana de Prebisch e Celso Furtado: o subdesenvolvimento não é atraso a ser vencido pelo tempo, mas uma condição estrutural ligada à posição na economia mundial.
Centro-periferia
O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.
Doença holandesa
O paradoxo em que a exportação de recursos naturais valoriza tanto o câmbio que sufoca a indústria do país: a riqueza do subsolo empobrecendo a da fábrica.
Felipe Orsolin Teixeira
O professor da UFPR que pesquisa crescimento, economia brasileira e complexidade econômica: o que um país sabe produzir como chave do que ele pode vir a ser.
Kalinca Léia Becker
A professora da UFSM que faz economia social e econometria aplicada à avaliação de políticas públicas: educação, criminalidade e o efeito das interações sociais sobre o consumo, medidos com dados, em produção brasileira.
Clailton Ataídes de Freitas
O professor da UFSM que pesquisa economia agrária e métodos quantitativos: cadeias agroindustriais, preços agrícolas e avaliação de políticas, em produção empírica.
Reisoli Bender Filho
O professor da UFSM que pesquisa macroeconomia brasileira, dívida pública e comércio internacional: ciclos, déficit público e competitividade, em produção empírica.
Perguntas frequentes
O que pesquisa Daniel Arruda Coronel? +
Desindustrialização da economia brasileira, política industrial e comercial e comércio internacional, com modelos de equilíbrio geral computável. É professor associado do DERI/UFSM, doutor em Economia Aplicada pela UFV, e foi Economista do Ano de 2023 pelo CORECON-RS.
Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +
No debate sobre estrutura produtiva e desenvolvimento: os termos de substituição de importações, doença holandesa e desenvolvimento econômico, tratados com ferramentas quantitativas. A corrente teórica não é atribuída além do que as fontes sustentam.
Fontes e referências
- Acadêmica Daniel Arruda Coronel: perfil docente e áreas (UFSM) - UFSM
- Acadêmica O processo de substituição de importações (Revista de Economia Política) - D. A. Coronel et al. (2010)
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