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Autores Nível 4 Avançado

Daniel Arruda Coronel

também conhecido como: Daniel Coronel

O professor da UFSM que pesquisa desindustrialização, política industrial e comércio internacional: o desenvolvimento brasileiro medido com modelos quantitativos, em produção aplicada.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Estruturalista

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Quando um país perde peso industrial e volta a depender de commodities, fala-se em desindustrialização, um dos temas centrais do debate sobre desenvolvimento no Brasil. Daniel Arruda Coronel, professor associado do Departamento de Economia e Relações Internacionais (DERI) da UFSM, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa desindustrialização, política industrial e comercial e comércio internacional, com doutorado em Economia Aplicada pela UFV.

No seu bolso

Quando uma fábrica fecha e o país passa a importar o que antes produzia, está em curso a desindustrialização: um dos objetos de pesquisa documentados dessa linha na UFSM.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Estrutura produtiva

    Importa o que um país produz

  2. 02

    Pesquisa na UFSM

    Desindustrialização e política industrial

  3. 03

    Modelos quantitativos

    Equilíbrio geral computável

  4. 04

    Desenvolvimento

    O que reverte a perda industrial

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

O perfil público registra as áreas de comércio internacional (com modelos de equilíbrio geral computável), desindustrialização da economia brasileira, política industrial e comercial e métodos quantitativos. É a economia do desenvolvimento no registro aplicado: medir, com modelos e dados, o que acontece com a estrutura produtiva do país.

Desindustrialização em foco

A obra documentada vai do estudo do processo de substituição de importações à análise da desindustrialização brasileira e suas possibilidades de reversão. É o debate estruturalista sobre indústria e desenvolvimento (por que importa o que um país produz) tratado com ferramentas quantitativas, conectando os termos de substituição de importações, doença holandesa e desenvolvimento econômico deste dicionário.

Visão técnica

A leitura da escola Estruturalista

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de desindustrialização, política industrial e comercial e comércio internacional, com forte uso de modelos de equilíbrio geral computável, posiciona a pesquisa no campo da economia do desenvolvimento e da economia aplicada, o terreno que este portal trata em substituição de importações, doença holandesa e desenvolvimento econômico. A marca distintiva, segundo a obra documentada, é levar o debate sobre estrutura produtiva e desindustrialização ao terreno quantitativo, medindo efeitos de política industrial e comercial sobre o desenvolvimento brasileiro.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: as áreas declaradas (desindustrialização, política industrial, comércio) são linhas de pesquisa, não um rótulo de escola, e a corrente teórica não é atribuída além do que as fontes sustentam. Cobre a obra pública documentada (página institucional, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra.

No mercado

O debate sobre se o Brasil se desindustrializou cedo demais, e como reverter isso com política industrial, é tratado com modelos quantitativos na pesquisa documentada dessa linha.

Atenção

Mitos e erros comuns

Achar que indústria não importa para o desenvolvimento

Na tradição estruturalista, e na pesquisa aplicada sobre desindustrialização, a estrutura produtiva molda o crescimento e a renda: perder indústria não é detalhe, é tema central do desenvolvimento.

Tratar política industrial como ideologia

A pesquisa documentada usa modelos de equilíbrio geral e dados para medir efeitos de política industrial e comercial: é análise quantitativa, não bandeira.

Veja também

Conceitos conectados

Comércio internacional nível 3

Substituição de importações

Estratégia de desenvolvimento que troca a importação de manufaturados pela produção interna, defendida pela CEPAL para industrializar a periferia.

Teoria econômica nível 3

Desenvolvimento econômico

A transformação que melhora de forma duradoura a vida de uma população: mais do que crescer o PIB, é mudar a estrutura econômica e ampliar liberdades.

Teoria econômica nível 4

Estruturalismo

A corrente latino-americana de Prebisch e Celso Furtado: o subdesenvolvimento não é atraso a ser vencido pelo tempo, mas uma condição estrutural ligada à posição na economia mundial.

Comércio internacional nível 4

Centro-periferia

O conceito de Raúl Prebisch e da CEPAL: a economia mundial se divide entre um centro industrial e uma periferia que exporta matérias-primas, e essa estrutura tende a se reproduzir.

Comércio internacional nível 3

Doença holandesa

O paradoxo em que a exportação de recursos naturais valoriza tanto o câmbio que sufoca a indústria do país: a riqueza do subsolo empobrecendo a da fábrica.

Autores nível 4

Felipe Orsolin Teixeira

O professor da UFPR que pesquisa crescimento, economia brasileira e complexidade econômica: o que um país sabe produzir como chave do que ele pode vir a ser.

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Kalinca Léia Becker

A professora da UFSM que faz economia social e econometria aplicada à avaliação de políticas públicas: educação, criminalidade e o efeito das interações sociais sobre o consumo, medidos com dados, em produção brasileira.

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Clailton Ataídes de Freitas

O professor da UFSM que pesquisa economia agrária e métodos quantitativos: cadeias agroindustriais, preços agrícolas e avaliação de políticas, em produção empírica.

Autores nível 4

Reisoli Bender Filho

O professor da UFSM que pesquisa macroeconomia brasileira, dívida pública e comércio internacional: ciclos, déficit público e competitividade, em produção empírica.

Perguntas frequentes

O que pesquisa Daniel Arruda Coronel? +

Desindustrialização da economia brasileira, política industrial e comercial e comércio internacional, com modelos de equilíbrio geral computável. É professor associado do DERI/UFSM, doutor em Economia Aplicada pela UFV, e foi Economista do Ano de 2023 pelo CORECON-RS.

Onde essa pesquisa encontra o dicionário do portal? +

No debate sobre estrutura produtiva e desenvolvimento: os termos de substituição de importações, doença holandesa e desenvolvimento econômico, tratados com ferramentas quantitativas. A corrente teórica não é atribuída além do que as fontes sustentam.

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