BlogdoBrasil
Autores Nível 4 Avançado

André Carraro

também conhecido como: Andre Carraro

O chefe do Departamento de Economia da UFPel que pesquisa economia política positiva: corrupção, falhas de governo e escolha pública, além de microeconomia aplicada e saúde.

Redação Blog do Brasil atualizado em 17 de junho de 2026 escola Neoclássica

No dia a dia

O que é, em palavras simples

Por que governos falham, e como a corrupção responde a incentivos? A economia política positiva trata o Estado e os políticos como agentes que respondem a custos e benefícios, e estuda isso com as ferramentas da economia. André Carraro, chefe do Departamento de Economia da UFPel, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa economia da corrupção, escolha pública e microeconomia aplicada.

No seu bolso

Quando se pergunta por que certas regras públicas abrem espaço para corrupção, a resposta vem da análise de incentivos da escolha pública: um dos objetos de pesquisa documentados dessa linha na UFPel.
Anatomia do conceito
  1. 01

    Estado e políticos

    Agentes que respondem a incentivos

  2. 02

    Pesquisa na UFPel

    Economia da corrupção e saúde

  3. 03

    Escolha pública

    Por que governos falham

  4. 04

    Evidência

    Efeitos medidos com microdados

Indo mais fundo

Como funciona

As linhas documentadas

A obra documentada cobre a economia política positiva (economia da corrupção, falhas de governo, escolha pública), a microeconomia aplicada e a economia da saúde, com avaliação empírica de políticas. É a tradição que aplica o instrumental da economia ao comportamento do Estado e dos agentes públicos.

Incentivos, Estado e evidência

A marca do trabalho é tratar corrupção e falhas de governo como problemas de incentivos, mensuráveis, e medir efeitos de políticas (inclusive em saúde e educação) com microdados. É o cruzamento dos termos de escolha pública, instituições e externalidade deste dicionário.

Visão técnica

A leitura da escola Neoclássica

O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia da corrupção, escolha pública e microeconomia aplicada posiciona a pesquisa na economia política positiva, ramo de tradição neoclássica que trata o Estado como agente que responde a incentivos, o terreno que este portal toca em escolha pública, instituições e externalidade. A marca distintiva, segundo a obra documentada (a economia da corrupção, as externalidades da alfabetização e do tabagismo, a economia da saúde), é levar o método econômico ao comportamento do setor público.

Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: a designação neoclássica (designada pelo editor) reflete o instrumental de escolha pública e microeconomia da obra; cobre a obra pública documentada (página de docentes da UFPel, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A produção indexada por DOI é parcial, parte em veículos sem identificador estável.

No mercado

O debate sobre se uma política de educação gera benefícios além de quem estuda (externalidades) é tratado com microdados na pesquisa documentada dessa linha.

Atenção

Mitos e erros comuns

Explicar corrupção só pela moral

A economia política positiva da pesquisa documentada trata corrupção como resposta a incentivos e regras: ignorar a estrutura de incentivos leva a diagnósticos incompletos.

Supor que o governo só corrige falhas

A obra documentada estuda as próprias falhas de governo: o Estado também pode errar e gerar custos, e a escolha pública existe para analisar isso.

Veja também

Conceitos conectados

Microeconomia nível 2

Externalidade

O efeito de uma atividade sobre quem não participou dela: um custo (poluição) ou um benefício (vacina) que não entra no preço.

Teoria econômica nível 3

Instituições

As regras do jogo de uma sociedade, formais (leis) e informais (costumes), que moldam incentivos e ajudam a explicar por que alguns países prosperam.

Teoria econômica nível 4

Escolha pública

A escola de James Buchanan que aplica a lógica econômica à política: governantes, burocratas e eleitores também agem pelo próprio interesse, não como guardiões neutros do bem comum.

Teoria econômica nível 2

Economia da saúde

O ramo que estuda como se produz, distribui e financia a saúde, e por que esse mercado, marcado por incerteza e informação desigual, é o exemplo clássico de onde a mão invisível falha.

Autores nível 4

Regis Augusto Ely

O professor da UFPel que pesquisa econometria financeira e avaliação de políticas: como se comportam os retornos e o risco nos mercados, e como medir o efeito de uma política com dados.

Autores nível 4

Cesar Augusto Oviedo Tejada

O professor da UFPel que pesquisa economia da saúde: medir como renda, escolaridade e território explicam quem adoece e quem morre, e o que a política de saúde pode mudar.

Autores nível 4

Felipe Garcia Ribeiro

O professor da UFPel que faz microeconometria de políticas públicas e programas sociais: usar dados e desenho de pesquisa para isolar o que uma política de fato causou.

Perguntas frequentes

O que pesquisa André Carraro? +

Economia política positiva (economia da corrupção, falhas de governo, escolha pública), microeconomia aplicada e economia da saúde. É chefe do Departamento de Economia da UFPel, com doutorado pela UFRGS e pós-doutorado pela FGV-SP.

Por que entra como Neoclássica? +

Pela designação editorial: a economia política positiva e a escolha pública operam no instrumental neoclássico (agentes que respondem a incentivos). A régua da casa conecta por tema (escolha pública, instituições, externalidade).

Sua conta gratuita

Salve termos, marque trechos e acompanhe seu progresso.

Crie uma conta grátis para favoritar conceitos, guardar trechos e ganhar pontos enquanto aprende economia.

Receba o dicionário no e-mail

Um conceito de economia explicado por semana.

Confirmação por e-mail (double opt-in). Sem spam, cancele quando quiser.