No dia a dia
O que é, em palavras simples
Por que governos falham, e como a corrupção responde a incentivos? A economia política positiva trata o Estado e os políticos como agentes que respondem a custos e benefícios, e estuda isso com as ferramentas da economia. André Carraro, chefe do Departamento de Economia da UFPel, é um nome brasileiro documentado nessa fronteira: pesquisa economia da corrupção, escolha pública e microeconomia aplicada.
No seu bolso
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01
Estado e políticos
Agentes que respondem a incentivos
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02
Pesquisa na UFPel
Economia da corrupção e saúde
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03
Escolha pública
Por que governos falham
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04
Evidência
Efeitos medidos com microdados
Indo mais fundo
Como funciona
As linhas documentadas
A obra documentada cobre a economia política positiva (economia da corrupção, falhas de governo, escolha pública), a microeconomia aplicada e a economia da saúde, com avaliação empírica de políticas. É a tradição que aplica o instrumental da economia ao comportamento do Estado e dos agentes públicos.
Incentivos, Estado e evidência
A marca do trabalho é tratar corrupção e falhas de governo como problemas de incentivos, mensuráveis, e medir efeitos de políticas (inclusive em saúde e educação) com microdados. É o cruzamento dos termos de escolha pública, instituições e externalidade deste dicionário.
Visão técnica
A leitura da escola Neoclássica
O perfil intelectual, em atribuição indireta fiel às fontes públicas: a combinação de economia da corrupção, escolha pública e microeconomia aplicada posiciona a pesquisa na economia política positiva, ramo de tradição neoclássica que trata o Estado como agente que responde a incentivos, o terreno que este portal toca em escolha pública, instituições e externalidade. A marca distintiva, segundo a obra documentada (a economia da corrupção, as externalidades da alfabetização e do tabagismo, a economia da saúde), é levar o método econômico ao comportamento do setor público.
Registro de pesquisador em atividade, pelo protocolo da casa: a designação neoclássica (designada pelo editor) reflete o instrumental de escolha pública e microeconomia da obra; cobre a obra pública documentada (página de docentes da UFPel, periódicos com DOI), sem biografia além das fontes, e será expandido conforme a obra. A produção indexada por DOI é parcial, parte em veículos sem identificador estável.
No mercado
Atenção
Mitos e erros comuns
Explicar corrupção só pela moral
Supor que o governo só corrige falhas
Veja também
Conceitos conectados
Externalidade
O efeito de uma atividade sobre quem não participou dela: um custo (poluição) ou um benefício (vacina) que não entra no preço.
Instituições
As regras do jogo de uma sociedade, formais (leis) e informais (costumes), que moldam incentivos e ajudam a explicar por que alguns países prosperam.
Escolha pública
A escola de James Buchanan que aplica a lógica econômica à política: governantes, burocratas e eleitores também agem pelo próprio interesse, não como guardiões neutros do bem comum.
Economia da saúde
O ramo que estuda como se produz, distribui e financia a saúde, e por que esse mercado, marcado por incerteza e informação desigual, é o exemplo clássico de onde a mão invisível falha.
Regis Augusto Ely
O professor da UFPel que pesquisa econometria financeira e avaliação de políticas: como se comportam os retornos e o risco nos mercados, e como medir o efeito de uma política com dados.
Cesar Augusto Oviedo Tejada
O professor da UFPel que pesquisa economia da saúde: medir como renda, escolaridade e território explicam quem adoece e quem morre, e o que a política de saúde pode mudar.
Felipe Garcia Ribeiro
O professor da UFPel que faz microeconometria de políticas públicas e programas sociais: usar dados e desenho de pesquisa para isolar o que uma política de fato causou.
Perguntas frequentes
O que pesquisa André Carraro? +
Economia política positiva (economia da corrupção, falhas de governo, escolha pública), microeconomia aplicada e economia da saúde. É chefe do Departamento de Economia da UFPel, com doutorado pela UFRGS e pós-doutorado pela FGV-SP.
Por que entra como Neoclássica? +
Pela designação editorial: a economia política positiva e a escolha pública operam no instrumental neoclássico (agentes que respondem a incentivos). A régua da casa conecta por tema (escolha pública, instituições, externalidade).
Fontes e referências
- Acadêmica Tabagismo e externalidades da alfabetização no Ceará (Revista de Economia, UFPR) - F. G. Ribeiro; A. Carraro (2014)
- Acadêmica André Carraro: corpo docente do Departamento de Economia (UFPel) - UFPel
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